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    <title>Papo Nuclear</title>
    <link>https://www.sienbrasil.com.br</link>
    <description>CARLOS EMILIANO ELEUTÉRIO

Jornalista com formação em Economia (UERJ) é especializado em Energia, Saneamento e Meio Ambiente. Responsável pela criação, conteúdo e realização do Seminário Internacional de Energia Nuclear (SIEN) e outros eventos nessas áreas. Iniciou sua carreira profissional aos 17 anos como repórter na área de economia, passando por vários veículos da mídia impressa e eletrônica. Hoje dirige a Casa Viva Eventos.</description>
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      <title>Papo Nuclear</title>
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      <link>https://www.sienbrasil.com.br</link>
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    <item>
      <title>FINEP VAI DISPONIBILIZAR EM DEZEMBRO R$ 500 MILHÕES PARA FINANCIAR PROJETOS VOLTADOS PARA A TRANSIÇÃO ENERGÉTICA</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/finep-vai-disponibilizar-em-dezembro-r-500-milhoes-para-financiar-projetos-voltados-para-a-transicao-energetica</link>
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      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/cabe%C3%A7a+multiplas+aplica%C3%A7%C3%B5es+2025.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           FINEP VAI DISPONIBILIZAR EM DEZEMBRO R$ 500 MILHÕES PARAFINANCIAR PROJETOS VOLTADOS PARA A TRANSIÇÃO ENERGÉTICA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/1000479504.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Da esquerda para a direita: Paulo Resende, da Finep; Adolfo Braid, da Terminus Energia; Leonam Guimarães, da Amazul; e Franklin Palheiros, da INB
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Finep – Financiadora de Estudos e Projetos vaI lançar, em dezembro próximo, um novo edital envolvendo R$ 500 milhões para apoiar projetos voltados para a transição energética, através de subvenções. O anúncio foi feito ontem (25/11) pelo gerente da Finep, Paulo Resende, durante debate no 3º Seminário Múltiplas Aplicações da Energia Nuclear e das Radiações, realizado no Clube de Engenharia, no Rio, para apresentar e debater os rumos e desafios do projeto brasileiro, também financiado pela Finep, destinado a desenvolver e testar o primeiro microrreator nuclear brasileiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Compactos, seguros e capazes de operar por longos períodos sem reabastecimento, os microreatores nucleares despontam como uma das mais promissoras inovações energéticas do século XXI. A tecnologia oferece uma solução estratégica para levar energia limpa e confiável a regiões remotas, bases isoladas, polos industriais e operações críticas que hoje dependem de combustíveis fósseis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fruto de uma parceria entre a Diamante Geração de Energia, INB – Industrias Nucleares do Brasil e Terminus Energia, o projeto do Microrreator Nuclear Nacional (MRN) conta com a participação de várias universidades do País, Marinha, Amazul, Ipen e IEN/CNEN para, em três anos, buscar validar a viabilidade técnica e sustentável de um sistema de microrreatores nucleares de baixa potência para gerar cerca de 3 MW em um container de 40 pés. O modelo tecnológico brasileiro será projetado para ser operado/monitorado de forma remota por mais de 10 anos sem necessidade de reabastecimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Envolvendo recursos da ordem de R$ 50 milhões (R$ 30 milhões da Finep e R$ 20 milhões da Diamante Energia), o projeto não se baseia na adaptação de tecnologias estrangeiras, mas sim no desenvolvimento de uma solução totalmente nacional, fundamentada em pesquisas científicas e na experiência acumulada no setor nuclear, afirma o coordenador do projeto, Asolfo Braid, que também participou do debate.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Seminário Múltiplas Aplicações da Energia Nuclear e das Radiações reuniu representantes da cadeia de fornecedores do setor nuclear, empresas públicas e privadas do setor, empresas de geração e operadoras, indústria, projetos, pesquisa e desenvolvimento tecnológico, além de universidades e Governo, entre outros potenciais usuários da tecnologia e profissionais do setor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Mais informações
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           www.eventoscasaviva.com.br
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tel: (21) 3301-3208 / 996991954
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/CONJUNTO+DE+LOGOS+%283%29+%281%29.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 03 Dec 2025 17:28:45 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Evolução dos Microreatores Nucleares Conceito e Aplicações de Microreatores Nucleares</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/evolucao-dos-microreatores-nucleares-conceito-e-aplicacoes-de-microreatores-nucleares</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Evolução dos Microreatores Nucleares Conceito e Aplicações de Microreatores Nucleares
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/FOTO+LEONAM+GUIMAR%C3%83ES.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Leonam dos Santos Guimarães, Assessor da presidência da Amazul e ex-presidente da Eletronuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Microreatores nucleares são reatores de fissão de pequena escala, geralmente produzindo na faixa de alguns quilowatts a poucos megawatts elétricos, projetados para serem modulares e transportáveis[1][2]. Eles podem ser montados em fábricas e levados por caminhão, trem ou avião até locais remotos, oferecendo energia elétrica e térmica descentralizada. Ao longo das décadas desde 1946, esses microreatores foram concebidos para diversas aplicações, incluindo geração elétrica civil em comunidades isoladas, uso militar em bases avançadas, propulsão e energia em naves espaciais, além de pesquisa científica e treinamento acadêmico. A vantagem chave dos microreatores é sua compacidade e autonomia: eles prometem operação prolongada sem necessidade de reabastecimento frequente, atendendo lugares ou missões onde combustíveis fósseis ou grandes reatores não são viáveis[3][4].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os microreatores diferenciam-se dos pequenos reatores modulares (SMR) maiores (de dezenas a centenas de MW) por serem ainda menores (tipicamente abaixo de ~10 MWe) e altamente portáteis[5]. Muitos designs priorizam a segurança passiva e a montagem modular, buscando atender exigências de segurança intrínseca e operação autônoma, essenciais para aplicações sem operadores especializados no local[3][4]. Historicamente, governos, forças armadas, agências espaciais, universidades e, mais recentemente, empresas privadas, têm participado do desenvolvimento de microreatores, impulsionados por diferentes necessidades tecnológicas e estratégicas. A seguir, traçamos o desenvolvimento dessas tecnologias desde os primórdios da era atômica até os projetos atuais em andamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Pioneiros Pós-Guerra (Anos 1940–1950)
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos anos imediatamente após a Segunda Guerra Mundial, as primeiras experiências com reatores de pequena escala lançaram as bases para os microreatores. Em 1946, no Laboratório de Los Alamos (EUA), entrou em operação o reator Clementine, o primeiro reator a nêutrons rápidos do mundo, projetado para pesquisa – ele operava com modesta potência (cerca de 25 kW térmicos) e serviu para estudos iniciais de física de reatores[6][7]. Nessa época, a maioria dos reatores construídos visava pesquisa básica ou treinamento. Por exemplo, laboratórios nacionais dos EUA desenvolveram pequenos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reatores de piscina para estudar configurações críticas em baixa potência. Esses sistemas pioneiros demonstraram a viabilidade de reatores compactos, ainda que não fossem projetados para geração elétrica contínua.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Paralelamente, surgiram as primeiras visões de aplicar pequenos reatores em contextos militares. Já em 1946, a Força Aérea dos EUA lançou o projeto NEPA (Nuclear Energy for Propulsion of Aircraft), investigando a possibilidade de um reator nuclear compacto propulsionar bombardeiros de longo alcance[8]. Ao longo dos anos 1950, esse programa construiu e testou reatores experimentais de alta potência térmica para aeronaves,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           embora sem sucesso prático em termos de voo. Entre 1955 e 1957, foram operados no Idaho os reatores experimentais HTRE (Heat Transfer Reactor Experiment), que chegaram a acoplar um reator a um turbojato para demonstrar um sistema de propulsão 20 nuclear aérea[9][10]. Apesar do investimento de mais de 1 bilhão de dólares, o programa de avião nuclear foi cancelado em 1961 por impraticabilidade – o próprio Presidente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Kennedy notou que um avião nuclear útil permanecia &amp;amp;quot;muito remoto na perspectiva previsível&amp;amp;quot;[8].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enquanto isso, reatores navais de propulsão (como para submarinos) avançavam rapidamente nos EUA e na URSS nos anos 1950, embora esses fossem de potência bem maior que a categoria micro. Contudo, as demandas da marinha pavimentaram tecnologias de reatores compactos e robustos. Em 1954, o USS Nautilus, primeiro submarino nuclear, usava um reator de água pressurizada (~10 MW elétricos) – não um microreator, mas ilustrando a miniaturização em andamento. Os microreatores verdadeiramente pequenos nessa década limitaram-se aos protótipos de laboratório e reatores de pesquisa universitários. Em 1955, o Laboratório Oak Ridge (EUA) testou o Aircraft Reactor Experiment (ARE), um minúsculo reator de sal fundido de 2,5 MWt concebido para aviões, funcionando por uma curta duração[9].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No final dos anos 1950, o conceito de reatores portáteis para aplicações remotas começou a tomar forma. O Exército dos EUA estabeleceu em 1954 o Army Nuclear Power Program (ANPP), com objetivo de desenvolver pequenos reatores móveis ou transportáveis para fornecer energia elétrica e calor em bases distantes e outras instalações isoladas[11]. Nessa época, foram projetados os primeiros reatores em pacote (package reactors) que poderiam ser montados em partes e levados por avião ou caminhão. O SM-1, instalado em Fort Belvoir (Virgínia, EUA), foi o primeiro desses –atingiu criticidade em 1957 e gerava 2 MW elétricos, servindo de protótipo de treinamento e prova de conceito de um reator compacto de água pressurizada[12]. O sucesso do SM-1 levou ao projeto de versões para locais reais e marcou o início da era dos microreatores aplicados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda em 1958, outro marco foi o desenvolvimento do reator TRIGA (Training, Research, Isotopes, General Atomics). O TRIGA Mark I, um reator de pesquisa de 250 kW instalado na Califórnia, introduziu o uso de combustível de hidreto de urânio-zircônio, conferindo uma característica de segurança intrínseca única: um coeficiente de reatividade fortemente negativo com a temperatura. Em outras palavras, se o núcleo aquecesse muito, a reação nuclear naturalmente desacelerava, prevenindo superaquecimento[13].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Edward Teller, Freeman Dyson e equipe projetaram o TRIGA para ser “seguro até nas mãos de um estudante”, incapaz de sofrer uma fusão catastrófica por design[14]. O primeiro TRIGA entrou em operação em 1958 e tornou-se um modelo amplamente exportado a universidades e institutos ao redor do mundo (66 unidades em 24 países ao longo das décadas seguintes, incluindo um no Brasil, no então IPR, hoje CDTN, em Belo Horizonte)[15]. Essa inovação em design mostrou que microreatores poderiam operar com margens de segurança elevadas, influenciando futuros projetos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Consolidação nos Anos 1960: Projetos Militares e Espaciais Iniciais A década de 1960 viu a concretização de vários microreatores em funcionamento, tanto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           em cenários militares quanto no emergente campo de energia nuclear espacial. Pelo Exército dos EUA (Army Nuclear Power Program ANPP), foram construídos ao todo oito pequenos reatores entre 1957 e 1970, cinco dos quais eram portáteis ou móveis[16].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Várias implantações pioneiras ocorreram:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             PM-2A (Camp Century, Groenlândia) – Primeiro reator nuclear em operação no Ártico. Levado em módulos e montado sob o gelo na
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           base militar do Exército dos 20 EUA, forneceu ~1,5 MWe e aquecimento para Camp Century de 1960 a 1964[17].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Era um PWR compacto usando urânio altamente enriquecido. Demonstrou a viabilidade de energia nuclear em bases polares, embora operado por poucos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           anos devido a mudanças estratégicas e desafios logísticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            PM-1 (Estação Sundance, Wyoming, EUA) – Reator de 1 MWe instalado em 1962 no topo de uma montanha para alimentar um radar de defesa aérea
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           remoto[16]. Operado por ~6 anos, provendo energia confiável até 1968[16]. Esse reator validou o conceito de microreator estacionário para instalações críticas em locais isolados e de difícil acesso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             PM-3A (Estação McMurdo, Antártica) – Em 1962, a Marinha dos EUA ativou um microreator nuclear na Antártica, o único já operado no continente gelado. O PM- 3A gerou cerca de 1,5 MWe além de fornecer calor para a base de McMurdo por uma década[18]. Abastecido com urânio altamente enriquecido, ele operou até 1972 e produziu um total de 78 milhões de kWh[18]. Apesar do sucesso em reduzir o uso de óleo combustível na estação, o PM-3A enfrentou problemas de vazamento e rachaduras no sistema primário e no vaso de contenção, levando a desligamentos para reparo[19][20]. Após recorrentes falhas, decidiu-se encerrar o projeto; componentes contaminados e cerca de 14 mil toneladas de solo foram removidos da Antártica para descarte adequado[19].
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse episódio evidenciou os desafios de manter um reator em local extremo e a importância de aprimorar materiais e métodos construtivos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            SM-1A (Fort Greely, Alasca) – Versão derivada do SM-1, instalada numa base remota no Alasca em 1962. Deu 2 MW elétricos e calor para instalações militares em ambiente subártico até ser desligado em 1972. Assim como outros reatores do ANPP, o SM-1A foi desativado e selado nos anos 1970, permanecendo em armazenamento seguro até recentes esforços de descomissionamento completo[21][22].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            ML-1 (Idaho) – Um dos projetos mais inovadores do ANPP, o ML-1 era um microreator móvel de apenas 300 kWe que cabia basicamente em um contêiner
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           padronizado, podendo ser transportado por caminhão ou avião[2]. Ele usava um núcleo moderado por hidreto de zircônio (similar ao TRIGA) e gás nitrogênio
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pressurizado a ~650 °C como fluido para acionar um turbogerador Brayton (turbina a gás em ciclo fechado)[2]. Testado entre 1962 e 1966 no Idaho, alcançou dois terços de sua potência projetada antes de enfrentar diversos problemas de engenharia (vazamentos de gás, corrosão e falhas mecânicas), levando ao cancelamento em 1966[23][24]. Ainda assim, o ML-1 demonstrou conceitos importantes: rápido setup (12 horas) e controle à distância (unidade de controle podia ficar a 150 m)[2]. A experiência ensinou lições sobre materiais adequadospara alta temperatura e confiabilidade de sistemas compactos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            MH-1A (Sturgis) – Primeiro e único reator nuclear flutuante dos EUA. Instalado a bordo de um navio adaptado (Sturgis), o MH-1A era um PWR de 45 MWt (10MWe) que operou no Canal do Panamá de 1968 a 1977 fornecendo energia elétrica à zona do canal[25]. Embora de potência na casa de 10 MWe (um pouco além da definição estrita de “micro”), ele representou a ideia de reatores transportáveis por via marítima para suprir regiões costeiras ou ribeirinhas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           remotas. Após 9 anos de serviço, foi retirado e estocado. 20
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No conjunto, o Army Nuclear Power Program (ANPP) funcionou de 1954 a 1977, culminando nesses protótipos. Embora nenhum desses reatores permanecesse em operação além dos anos 1970, o programa provou a possibilidade de reatores pequenos e levou a melhorias em projeto – por exemplo, uso de módulos pré-fabricados, configuração integral compacta e arranjos de controle simplificados[11]. Em 1961, contudo, um grave incidente reforçou a necessidade de rigor nos aspectos de segurança: o Reator SL-1 (Stationary Low-Power Reactor Number One). Localizado no Idaho como
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           protótipo do ANPP, o SL-1 sofreu um acidente catastrófico em janeiro de 1961 quando erro operacional (retirada indevida de uma barra de controle) provocou uma excursão de potência explosiva. O núcleo atingiu energia de pico (~20 GW em 4 milissegundos) e a explosão de vapor resultante matou os três operadores presentes[26][27]. Foi o primeiro acidente fatal com reator nos EUA, levando a mudanças de projeto em microreatores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           posteriores – por exemplo, mecanismos de barras de controle que evitassem remoção manual completa e maior ênfase em coeficientes de reatividade negativos e projetos auto-limitantes. Após SL-1, nenhum outro microreator militar dos EUA teve acidentes nucleares, e a confiança na tecnologia pôde se recuperar gradualmente com aprimoramentos de segurança.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enquanto os EUA desenvolviam esses projetos terrestres, emergiu também a aplicação espacial. Em abril de 1965, os EUA lançaram o primeiro reator nuclear ao espaço: SNAP-10A (System for Nuclear Auxiliary Power). Era um microreator de apenas 45 kW térmicos, moderado por hidreto de zircônio e resfriado por uma liga NaK (sódio-potássio) líquida, acoplado a conversores termoelétricos para fornecer cerca de 650 W elétricos ao
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           satélite[28]. O SNAP-10A operou nominalmente por 43 dias em órbita, até ser desligado devido a uma falha em um componente eletrônico de regulagem de voltagem – o problema não foi no reator em si[28]. Esse artefato continua em órbita até hoje[29]. O sucesso parcial do SNAP-10A mostrou que reatores miniaturizados podiam funcionar no ambiente do espaço. A tecnologia serviu de base para futuros projetos; de fato, o conceito de microreator refrigerado a metal líquido e equipado com conversão estática seria retomado décadas depois em iniciativas modernas (por exemplo, o microreator MARVEL
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           dos EUA baseia-se no design do SNAP-10A[30]). Foi também desenvolvida a propulsão nuclear do NR-1 – Submarino de Pesquisa Nuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (EUA, 1969): O NR-1 foi um pequeno submarino nuclear experimental da Marinha dos Estados Unidos, equipado com um reator nuclear compacto do tipo água pressurizada (PWR), usando água leve tanto como moderador quanto refrigerante e urânio altamente enriquecido como combustível[1]. Esse reator de alta densidade de potência fornecia energia a um turbogerador elétrico acoplado a dois propulsores, garantindo propulsão elétrica silenciosa e autonomia praticamente ilimitada, limitada apenas pelo suprimento de víveres para sua tripulação de 13 pessoas[2]. O projeto do NR-1 foi conduzido sob
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           extrema confidencialidade pelo almirante Hyman G. Rickover – então chefe do programa de Reactores Navais dos EUA – e executado pelo estaleiro Electric Boat (General Dynamics) em Groton[3]. A embarcação (de aproximadamente 400 toneladas de deslocamento e 45 m de comprimento, o menor submarino nuclear já operado pela Marinha dos EUA[4]) foi lançada ao mar em janeiro de 1969 e, embora nunca tenha sido oficialmente comissionada como navio de guerra devido ao sigilo do projeto, iniciou suas operações em outubro daquele ano, permanecendo em serviço ativo por quase quarenta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           anos, até ser desativada em novembro de 2008[5]. Concebido para pesquisas científicas de grande profundidade, o NR-1 não carregava armamentos e destinava-se a realizar levantamentos oceanográficos e geológicos do leito marinho, apoiar a instalação de sensores submarinos (como componentes da rede SOSUS) e recuperar objetos de 20 interesse em altas profundidades[6]. Suas capacidades incomuns – como operar a mais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de 900 m de profundidade (2–3 vezes além dos submarinos nucleares de ataque da época) e “rolar” sobre o fundo do mar utilizando rodas retráteis – permitiram ao NR-1 executar missões especiais durante a Guerra Fria, muitas delas confidenciais[6][7]. Entre as operações divulgadas, destacam-se o resgate de partes de um caça F-14 Tomcat que caiu no mar em 1976 e a busca e recuperação de destroços críticos do ônibus espacial
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Challenger após o desastre de 1986[8]. Historicamente, o NR-1 exemplificou a consolidação dos microreatores nucleares na década de 1960, em paralelo a iniciativas contemporâneas como os pequenos reatores portáteis do Exército dos EUA implantados em bases remotas (e.g. o reator PM-2A em Camp Century na Groenlândia em 1960 e um similar na Estação McMurdo, Antártida)[9]. Vale notar que o almirante Rickover chegou a idealizar uma frota de mini-submarinos nucleares do tipo NR-1 para diversas aplicações estratégicas, porém restrições orçamentárias impediram a construção de outras unidades
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           além desta única embarcação[10].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na União Soviética, os anos 1960 também presenciaram os primeiros passos em microreatores. Um destaque foi o protótipo Romashka, desenvolvido pelo Instituto Kurchatov e ativado em 1964. O Romashka era um microreator experimental de 40 kW térmicos que inovou ao converter calor nuclear diretamente em eletricidade via termopares semicondutores, sem partes móveis[31][32]. Usando urânio altamente enriquecido em forma de carbeto (UC₂) e sem refrigerante líquido (calor conduzido por estrutura sólida), alcançou 0,3–10 kWe com confiabilidade, funcionando por 15.000 horas[33][34]. Embora o Romashka nunca tenha voado, foi concebido visando satélites e abriu caminho a reatores mais potentes. Após 1964, a URSS priorizou um design de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           conversão termoiônica (não termelétrica) mais potente, resultando nos reatores BES-5 “Buk”, usados em satélites espiões a partir do final dos anos 1960.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outra frente soviética foi o desenvolvimento de reatores móveis terrestres. Em 1961, engenheiros soviéticos construíram o TES-3, uma usina nuclear móvel montada sobre quatro esteiras de tanque pesadas, contendo módulos separáveis do reator, gerador de vapor, turbina e sala de controle[35][36]. O TES-3, de cerca de 1,5 MWe, iniciou testes em Obninsk em 1961, operou experimentalmente até 1965 e acabou abandonado em 1969[37]. Embora nunca utilizado fora do campo de testes, foi a primeira tentativa de um “reator sobre rodas” para prover energia em áreas remotas da URSS. Esse conceito permaneceria latente até ser retomado anos depois.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No fim da década, em 1967, a URSS lançou seu primeiro reator operacional no espaço – o início da série BES-5 “Buk”. Esses pequenos reatores (aprox. 100 kWt) equiparam satélites de reconhecimento oceânico soviéticos, fornecendo cerca de 3 kWe para radares de abertura sintética que rastreavam navios (satélites US-A). Ao todo, cerca de 30 satélites com reatores BES-5 foram lançados entre 1967 e 1988[38]. Um deles, o Cosmos-954, caiu no Canadá em 1978 espalhando material radioativo, incidente que levou a maior cautela e acordos internacionais sobre segurança de fontes nucleares no
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           espaço. Apesar dos riscos, essa série demonstrou longa duração (meses de operação) e inaugurou o uso prático de microreatores em órbita para missões militares.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em resumo, os anos 60 consolidaram os microreatores como realidade operacional limitada: serviram como unidades de potência em locais extremos (Groenlândia, Antártica, espaço) e plataformas de teste de design (reatores móveis, conceitos de conversão direta, etc.). Os conhecimentos adquiridos – positivos e negativos – guiariam as evoluções subsequentes em tecnologia nuclear de pequena escala.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           20 Novos Desdobramentos nas Décadas de 1970 e 1980
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos anos 1970, o ritmo de implantação de microreatores diminuiu nos EUA, mas a pesquisa continuou e outros países avançaram projetos específicos. O programa do Exército americano foi gradativamente encerrado: o último reator do ANPP, o PM-3A da Antártica, desligou-se em 1972, e o MH-1A flutuante em 1977. A marinha dos EUA concentrou-se em reatores navais convencionais para submarinos e porta-aviões (de porte maior que micro). Entretanto, a crise do petróleo de 1973 renovou mundialmente o interesse por reatores nucleares menores para geração local, inclusive em países sem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           acesso a grandes redes elétricas. Agências propuseram centrais nucleares de baixa potência para comunidades isoladas e usos industriais, antecipando o conceito moderno de SMR. Muitos desses não passaram do papel, em parte devido às barreiras regulatórias emergentes e à abundância de petróleo nos anos 1980 que reduziu o apelo econômico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um projeto notável do final dos 70 foi conduzido na então República Socialista Soviétic da Bielo-Rússia: o Pamir-630D. Desenvolvido pelo Instituto conjunto de Energia Nuclear em Sosny (Minsk), o Pamir era um microreator transportável por caminhões, concebido para fornecer ~0,6 MWe a partir de 5 MWt de calor gerado[39]. Seu núcleo era um reator de alta temperatura resfriado a gás e moderado por hidreto de zircônio, usando urânio altamente enriquecido (~45% U-235) como combustível[39]. Quatro caminhões compunham a usina: reator, turbina a gás, sistemas auxiliares e controle[40]. O ciclo de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           potência utilizava uma turbina de Brayton com tetróxido de dinitrogênio gasoso como fluido de trabalho[41] – opção incomum, escolhida talvez para compatibilidade com temperaturas e pressões do sistema. Dois protótipos Pamir-630D foram construídos e testados em 1976–1985, demonstrando operação da planta completa. Contudo, após alguma experiência operacional, o projeto foi cancelado em 1986, possivelmente em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           decorrência de questões de segurança e do acidente de Chernobyl aumentar escrutínio sobre projetos nucleares[39]. O Pamir foi o canto do cisne dos reatores móveis soviéticos, mostrando que a ideia era tecnicamente possível, porém logisticamente complexa e de alto custo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No cenário espacial, durante os anos 1970–80 a União Soviética dominou o uso de reatores em órbita. Além da continuidade dos BES-5 Buk, os soviéticos desenvolveram TOPAZ (também chamado de Yenisei) era um reator de cerca de 5 kW elétricos que usava tubos termiônicos integrados ao núcleo para converter calor em eletricidade. Dois satélites Cosmos lançados em 1987 operaram reatores TOPAZ-1, marcando a culminação da tecnologia espacial soviética. Nos anos seguintes, com o colapso da URSS, a Rússia chegou a vender reatores TOPAZ-II de demonstração aos EUA em 1992
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           para estudos conjuntos[42], mas não lançou novos reatores após 1988. Ainda assim, a expertise acumulada posicionou a Rússia para futuros projetos (como veremos nas décadas seguintes).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em paralelo, os EUA nessa época investiam em P&amp;amp;amp;D de sistemas nucleares espaciais de maior porte. Um esforço significativo foi o programa SP-100 (Space Power 100 kWe), iniciado em 1983 em colaboração NASA-DOD-DOE. O SP-100 visava um reator rápido de 2 MWt, refrigerado a lítio líquido, capaz de fornecer até 100 kW elétricos via conversores termoelétricos para uso em satélites grandes ou bases lunares[43]. Apesar de progressos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           técnicos (como desenvolvimento de combustível nitreto de urânio e materiais refratários), o SP-100 foi cancelado no começo dos anos 1990 após consumir quase US$1 bilhão, sem chegar a um lançamento[43]. A complexidade e falta de missão imediata contribuíram para seu fim. Ainda nos anos 80, o DOD americano estudou conceitos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           20 audaciosos como o projeto Timberwind – um reator nuclear de leito de esferas para fornecer megawatts a propulsores espaciais –, parte de um programa de propulsão multimegawatt que acabou engavetado[44].
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um acontecimento positivo dos 80 foi a retomada de ideias de microreatores para uso civil pacífico. O Canadá, por exemplo, havia introduzido nos anos 1970 o SLOWPOKE-2, um microreator de piscina de apenas 20–30 kW usado para pesquisa, ideal para universidades pela sua simplicidade e segurança passiva. Em 1985, a empresa Atomic Energy of Canada (AECL) construiu um protótipo de reator SLOWPOKE de 10 MWt para aquecimento distrital – essencialmente um microreator dedicado a fornecer água quente para calefação urbana. Esse reator de demonstração funcionou de 1987 a 1989 em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ottawa, comprovando a possibilidade de usar um núcleo nuclear minúsculo (≈~2 m de altura) para aquecer edifícios[45]. Apesar do sucesso técnico (água aquecida a 85°C fornecida a um campus), faltou interesse comercial e o sistema foi desativado. Ainda assim, esse projeto previu um nicho dos microreatores modernos: o fornecimento de calor industrial ou urbano, um mercado distinto da geração elétrica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por volta de 1985, o mundo contava também com dezenas de pequenos reatores de pesquisa (&amp;amp;lt;5 MW) em operação em diversos países, fruto do programa Átomos para a Paz. Países como Brasil, Argentina, Índia, Paquistão, dentre outros, utilizavam microreatores em universidades e laboratórios para produção de isótopos e treinamento de pessoal. Esses reatores, apesar de não serem novidade, constituem um legado importante: provaram que mesmo países emergentes podiam manter e operar microreatores de forma segura por décadas, desde que bem projetados e regulados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Exemplos incluem o reator Argonauta (Brasil, 0,5 kW, anos 1960, pesquisa) e o reator RA-6 (Argentina, 500 kW, 1982, treinamento). As lições de operação e regulamentação desses sistemas de pesquisa contribuíram para capacitação técnica e frameworks de segurança, facilitando que hoje diversos países considerem avançar para microreatores de potência.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em suma, as décadas de 70 e 80 tiveram menos novos microreatores energizados que a precedente, mas serviram para maturar tecnologias: conversão direta de energia (termopares e termiônica), reatores móveis a gás de alta temperatura, reatores de aquecimento, e estudos de integração reator-propulsores espaciais. O fim da Guerra Fria e acidentes como Three Mile Island (1979) e Chernobyl (1986) arrefeceram o ânimo para implantação de novos conceitos nucleares por um tempo, levando-nos ao próximo período.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Mudanças Pós-Guerra Fria (Anos 1990–2000)
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os anos 1990 foram marcados por estagnação em projetos nucleares inovadores, devido em parte a cortes orçamentários e ao foco em segurança aprimorada dos reatores existentes. Entretanto, plantaram-se sementes do que viria a ser o ressurgimento dos microreatores no século XXI.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nos EUA, em 1991 o Exército formalmente encerrou o ANPP e transferiu a gestão de seus antigos reatores para atividades de descomissionamento e armazenamento seguro[46]. A experiência militar acumulada permaneceu documentada e estudos esporádicos continuaram avaliando a utilidade de pequenos reatores para bases (especialmente após a Guerra do Golfo realçar problemas logísticos de combustível).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Em 1996, criou-se o Escritório de  Reatores do Exército (Army Reactor Office) para 20 supervisionar a segurança e eventualmente desfazer-se das instalações nucleares remanescentes[46].
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na esfera civil, durante os anos 90 a ideia de Pequenos Reatores Modulares (SMRs) começou a ganhar força em conferências e I&amp;amp;amp;D de empresas. Entretanto, “small” à época referia-se mais a 50–300 MWe, e poucas iniciativas focaram em sistemas micro. Uma exceção notável foi a proposta do reator modular da Toshiba 4S (Super-Safe, Small and Simple) concebido no final dos anos 90: um reator rápido refrigerado a sódio de 10 MWe,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pensado para operar 30 anos sem reabastecimento. O 4S chegou a ser oferecido a comunidades remotas no Alasca nos anos 2000, mas não se efetivou, ilustrando as dificuldades de licenciar tecnologias não convencionais naquela época.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A agência espacial americana (NASA), após o cancelamento do SP-100, manteve acesa a pesquisa de conversão de energia nuclear. O Laboratório Los Alamos trabalhou em reatores de heat pipes (tubos de calor) como o projeto SAFE-400 (Safe Affordable Fission Engine) – um reator rápido de 400 kWt usando múltiplos heat pipes de sódio para remover calor do núcleo e acionar motores Stirling. Embora nenhum protótipo completo tenha sido construído nos anos 90, os conceitos e testes de componentes (clad de rênio, pastilhas de nitreto, etc.) definiram as bases para o programa Kilopower na década
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            seguinte[47][48]. Em paralelo, a exploração espacial seguia exigindo fontes de energia compactas: como o Pu-238 para RTGs tornou-se escasso, a NASA considerou retomar reatores de fissão para sondas de alto consumo. Porém, restrições orçamentárias pós-Guerra Fria atrasaram qualquer
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           novo reator de voo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Internacionalmente, a Rússia pós-soviética enfrentou severas limitações financeiras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitos projetos nucleares de vanguarda foram suspensos. Ainda assim, a marinha russa continuou operando seus pequenos reatores navais (por exemplo, quebra-gelos com reatores duplos de ~35 MWe cada). Houve também iniciativas para vender ou cooperar em tecnologia: além dos TOPAZ para os EUA, a Rússia discutiu na década de 90 a possibilidade de reatores nucleares portáteis para exportação. Um caso foi o do FNPP (Floating Nuclear Power Plant): concepção de montar reatores de quebra-gelo em barcaças para fornecer energia costeira. O projeto atrasou por anos, mas eventualmente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           resultaria no Akademik Lomonosov lançado em 2018. Nos 90, isso ficava mais no papel.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No campo regulatório, os anos 90 viram o fortalecimento das agências nucleares nacionais e tratados internacionais. Requisitos de segurança se tornaram mais rígidos, com padrões de defesa em profundidade e análise probabilística de risco – complicando a aprovação de designs radicalmente diferentes (como microreatores rápidos, de sal fundido, etc.). Além disso, preocupações de proliferação nuclear ganharam destaque após casos como o do Iraque. Um microreator exportável levantava questões de uso indevido de combustível enriquecido, extravio ou sabotagem. Assim, apesar do baixo movimento prático, a década de 90 preparou o terreno – tanto em tecnologia latente quanto nos desafios regulatórios a serem superados pelo renascimento seguinte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Renascimento dos Microreatores no Século XXI (2010–Presente)
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A partir de meados dos anos 2000 e especialmente na década de 2010, os microreatores nucleares voltaram ao foco, impulsionados por novos contextos: mudanças climáticas exigindo fontes limpas em variadas escalas, avanços tecnológicos (materiais, eletrônica,manufatura modular) e renovado interesse militar e aeroespacial. Vários países e empresas lançaram projetos de microreatores, muitos dos quais estão em desenvolvimento ativo atualmente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20 Nos Estados Unidos, diversas iniciativas se destacam:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Programa de Microreatores do DOE: O Departamento de Energia (DOE) dos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA estabeleceu um programa dedicado para viabilizar microreatores comerciais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Liderado pelo Laboratório Nacional de Idaho (INL), foca em P&amp;amp;amp;D para reduzir
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           riscos tecnológicos e preparar o caminho para demonstrações[1]. Um marco é o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           projeto MARVEL (Microreactor Applications Research Validation and Evaluation),
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           um microreator experimental de ~100 kW térmicos que será construído no INL até
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2024[49]. O MARVEL utilizará tecnologia madura – baseado no design do SNAP-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           10A dos anos 60 – com núcleo de urânio de alto enriquecimento (HALEU),
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           refrigeração por NaK circulando por convecção natural e conversão por motores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Stirling[30]. Operando a ~500 °C, ele servirá como plataforma de teste para
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           integrar microreatores a microrredes, dessalinização, produção de hidrogênio e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           outros usos descentralizados[50]. Espera-se instalação rápida (menos de 1 ano) e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           uso de componentes comerciais prontos[49]. O MARVEL é co-desenvolvido com
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           apoio da National Reactor Innovation Center (NRIC) e abrirá espaço para que
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           empresas testem seus equipamentos acoplados ao reator[50].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Project Pele (DoD): O Departamento de Defesa, em paralelo, iniciou em 2019 o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Projeto Pele para desenvolver um protótipo de microreator móvel visando
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           aplicações militares em bases avançadas[51]. Especificações exigem 1–10 MWe
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de potência, operação por pelo menos 3 anos sem reabastecimento, usando
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           combustível HALEU TRISO em um reator de alta temperatura resfriado a gás
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (hélio ou nitrogênio) e capaz de ser transportado por caminhão, navio ou avião C-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           17[4]. Critérios de segurança incluem ser inherentemente seguro, tolerando falhas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           completas sem derretimento do núcleo, e usar resfriamento passivo por ar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ambiente[4]. Após um concurso inicial, em 2021 o DoD selecionou dois projetos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           finais – da BWXT e da X-energy – para engenharia detalhada[52]. Espera-se
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           construir um protótipo para testes até 2024, com potencial de uso real por volta de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2027[53]. O Pele visa não só suprir energia resiliente para bases (reduzindo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           dependência de comboios de combustível, que são vulneráveis), mas também
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           impulsionar a indústria privada na comercialização de vSMRs (very Small Modular
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reactors)[51][54].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Microreatores Comerciais (Startups e Indústria): Nos últimos anos, diversas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           empresas emergentes nos EUA apostam em projetos de microreatores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           inovadores:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            A startup Oklo Inc. desenvolveu o conceito Aurora, um microreator rápido de 1,5
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           MWe utilizando combustível metálico HALEU (urânio-zircônio) e resfriado por
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           metal líquido. O Aurora foi o primeiro microreator a submeter licenciamento formal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           à Comissão Reguladora Nuclear (NRC) em 2020[55]. Embora a licença inicial não
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           tenha sido aprovada em 2022 por lacunas no projeto, a Oklo continua ajustando o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           design e até expandiu versões de 15 a 50 MWe para futuras aplicações[56][57]. O
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aurora original tem formato compacto parecido a uma pequena casa cilíndrica e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           seria instalado no INL para demonstração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            A Westinghouse está desenvolvendo o eVinci, um microreator do porte de um
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           contêiner que usa um núcleo sólido rápido com heat pipes para remover o calor e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           convertê-lo em energia elétrica. O eVinci almeja produzir em torno de 5 MWe e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           operar por 8+ anos sem recarga, mirando mercados de comunidades isoladas,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           minas e instalações industriais. A Westinghouse recebeu apoio do DOE e visa 20
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           testá-lo até meados dos anos 2020[58] (o projeto BANR da BWXT também segue
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           linha similar, financiado pelo DOE).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            A empresa Ultra Safe Nuclear Corporation (USNC), sediada em Seattle, em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           parceria com o Canadá, está construindo o Micro Modular Reactor (MMR) – um
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reator compacto de 5 MWt (≈1,5 MWe) com combustível TRISO encapsulado em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           blocos de grafite, resfriado a gás hélio. Uma dupla de MMRs deve fornecer energia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           e calor ao campus de Chalk River (Canadá) em um projeto de demonstração
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           previsto para operar por volta de 2026, tornando-se possivelmente um dos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           primeiros microreatores modernos conectados à rede.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Outros conceitos notáveis incluem o HolosGen (reator de alta temperatura
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           encapsulado em um único módulo integral), o Radiant (startup de ex-engenheiros
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           da SpaceX desenvolvendo microreator portátil “Aurora” – não confundir com Oklo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           – de 1 MWe para uso militar), e o U-Battery (consórcio britânico-canadense
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           liderado pela Urenco propondo um microreator de 4 MWe HTR para processos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           industriais). Em 2023, o Departamento de Defesa dos EUA selecionou oito
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           companhias para um programa de implantar microreatores estacionários em bases
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           até 2028, entre elas várias das citadas (Oklo, X-energy, Westinghouse, BWXT,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           etc.)[59][60] – sinal claro da maturidade crescente nesse setor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            NASA Kilopower e Propulsão Nuclear: No front aeroespacial, a NASA retomou
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ativamente a tecnologia de reatores nos anos 2010. O projeto Kilopower
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (2015–2018) desenvolveu pequenos reatores de 1 a 10 kWe para fornecer energia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           a bases lunares ou marcianas e sondas[61][62]. Em 2018, a NASA e o DOE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           testaram com sucesso o reator demonstrativo KRUSTY (Kilopower Reactor Using
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Stirling Technology), que gerou energia elétrica em um reator de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           aproximadamente 5 kW usando urânio altamente enriquecido e heat pipes de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           sódio acoplados a conversores Stirling[61][63]. O Kilopower comprovou a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           simplicidade e robustez de um microreator espacial, apto a operar por 10+ anos,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ajustando potência conforme necessário e com fortes coeficientes negativos para
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           auto-regulação. Com base nesse sucesso, em 2022 a NASA contratou um
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           consórcio industrial (Lockheed Martin e outros) para desenvolver um sistema de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           potência de fissão de 40 kWe para a Lua até o final da década. Além disso, em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           cooperação com a DARPA, a NASA lançou o programa DRACO para demonstrar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           um foguete de propulsão térmica nuclear em 2027 – essencialmente, um
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           microreator de alta potência momentânea (cerca de 500 MWt) aquecendo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           hidrogênio para gerar empuxo. Embora focado em propulsão, esse reator será
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           compacto e avançado, evidenciando a confluência das tecnologias espacial e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           microreator.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Fora dos EUA, outros países acompanharam o renascimento:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Rússia: Anunciou planos para reatores pequenos e móveis para uso em bases no
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ártico. Em 2015, reportou-se que o Ministério da Defesa russo encomendou o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desenvolvimento de reatores portáteis de baixa potência montados em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           caminhões, veículos tracteis ou trenós, capazes de operação autônoma por vários
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           anos sem reabastecimento[64]. Esses seriam derivados do conceito MTSPNR
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (Reator Nuclear Pequeno Modular Transportável) concebido pela NIKIET, um
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reator HTR a gás de ~2,5 MWe projetado para 25 anos sem recarga[65][66]. Até o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           momento, detalhes públicos são escassos e presume-se que esses projetos ainda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           estejam em fase de pesquisa ou protótipo. No campo civil, a Rússia teve êxito em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2019 com o Akademik Lomonosov, a primeira usina nuclear flutuante moderna,
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20  empregando dois reatores KLT-40S de 35 MWe cada para abastecer uma cidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           remota na Sibéria. Já para aplicações espaciais futuras, a Roscosmos trabalha no
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           projeto TEM (Transport and Energy Module), um rebocador nuclear elétrico de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           megawatts utilizando reator rápido e propulsão iônica – prosseguindo a tradição
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           soviética, mas com tecnologia do século XXI.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            China: Tem demonstrado grande interesse em SMRs e também em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           microreatores. Reportagens indicam que a China desenvolve um “reator nuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           portátil” (apelidado Hedianbao, ou “bateria nuclear”) para uso em ilhas e zonas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           remotas[67]. Esse sistema teria dimensões de apenas 6 metros de comprimento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           por 2,6 m de altura, supostamente refrigerado a chumbo e capaz de operar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           décadas sem reabastecer[67]. Planos visam instalação em ilhas disputadas do
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mar do Sul da China, fornecendo energia a instalações militares. Além disso, a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           China conectou à rede em 2021 o primeiro SMR comercial de uso civil do mundo –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           o Linglong-1 (ACP100) de 125 MWe – e embora não seja micro, indica a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           capacidade de construção modular que pode ser aplicada a unidades ainda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           menores. Pesquisadores chineses também exploram reatores de alto calor para
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           usos térmicos e propulsão nuclear para futuras espaçonaves.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Europa e Outros: No Reino Unido, a empresa Rolls-Royce concentrou-se em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SMRs (~470 MWe), mas também recebeu financiamento da Agência Espacial do
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reino Unido em 2023 para projetar um microreator lunar que poderia viabilizar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           operações na Lua. Consórcios europeus (França, Holanda, etc.) estudam
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           minirreatores para substituir geradores a diesel em bases de pesquisa na Antártica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           e fornecer calor para indústrias. O Japão e a Coreia do Sul tradicionalmente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           focaram em reatores maiores, mas centros de pesquisa como o JAERI japonês
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           nos anos 2000 propuseram conceitos de microreator de emergência (como o MRX
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de 50 MWt, compacto para deploy rápido). O Canadá, além de abrigar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           demonstrações de empresas americanas, reativou seu interesse: em 2022, o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           governo canadense atualizou regulamentações para licenciar microreatores e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            empresas domésticas exploram reatores modulares para comunidades
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           indígenas no norte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Brasil e países emergentes: Recentemente, até o Brasil manifestou intenção de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desenvolver microrreatores nucleares – possivelmente adaptando tecnologias
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           dominadas (reatores de pesquisa ou propulsores navais) para gerar energia em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           regiões isoladas da Amazônia[68]. Em 2022, a Comissão Nacional de Energia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nuclear (CNEN) apoiou projetos locais de microrreatores com vistas a suprir
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pequenas cidades, hospitais e instalações industriais de forma confiável e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           limpa[69]. Embora ainda incipientes, essas iniciativas mostram o apelo global da
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ideia de “mini-usinas nucleares” para segurança energética distribuída.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente (2025), o panorama é de vários projetos em desenvolvimento ativo ou prestes a serem demonstrados. Alguns microreatores de última geração poderão operar já nos próximos anos, tornando-se os primeiros acréscimos reais ao legado histórico desde os anos 1960. Na seção a seguir, discutiremos as inovações tecnológicas e as lições incorporadas nesses novos designs em comparação aos antigos, bem como os desafios que persistem para sua adoção em larga escala.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Avanços Tecnológicos, Design e Segurança ao Longo do Tempo 20
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O desenvolvimento de microreatores desde 1946 evidenciou mudanças significativas em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           tecnologia, materiais, filosofia de projeto e abordagens de segurança:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Combustível e Materiais: Os primeiros microreatores frequentemente usavam
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           combustível de urânio altamente enriquecido (às vezes &amp;amp;gt;90% U-235) para
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           alcançar reatores muito compactos. Exemplos incluem o SL-1 e todos os reatores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           do programa Army nos anos 60, bem como o SNAP-10A e reatores espaciais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           soviéticos[32][18]. Com o tempo, preocupações de proliferação e disponibilidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de combustível levaram à preferência por combustíveis de enriquecimento mais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           baixo (HALEU &amp;amp;lt;20% U-235) sem sacrificar desempenho. Modernos projetos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           geralmente especificam HALEU TRISO (tristructural isotropic fuel) – partículas de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           urânio revestidas por camadas cerâmicas – que podem tolerar temperaturas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           extremas sem liberar produtos de fissão, oferecendo uma contenção dentro do
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           próprio combustível. Esse tipo de combustível, desenvolvido inicialmente para
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reatores de alta temperatura nos anos 1980, agora equipa conceitos como o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           projeto Pele dos EUA[4] e os MMRs da USNC. Em materiais estruturais, houve
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           evolução de aços inoxidáveis dos anos 60 (suscetíveis a corrosão sob radiação a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           longo prazo) para ligas especiais e compósitos cerâmicos mais resistentes. Nos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           microreatores de calor elevado, surgiram ligas refratárias (p.ex. liga de Molibdênio
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ou Hastelloy) para resistir a 600–900 °C. A adoção de moderadores exóticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           também ocorreu: o hidreto de zircônio (ZrH) provou-se útil para compactar núcleos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (usado no TRIGA, SNAP e alguns Army reactors), fornecendo coeficientes de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reatividade negativos mas limitando a temperatura operacional a ~400 °C. Já
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           designs contemporâneos preferem grafite ou até moderadores metálicos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           avançados, ou mesmo nenhum moderador (reatores rápidos), para possibilitar alta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           temperatura e mais energia por massa de combustível.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Sistemas de Refrigeração e Conversão de Energia: Inicialmente, muitos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           microreatores adotaram refrigeração por água leve pressurizada (PWR) – uma
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           tecnologia bem entendida graças aos submarinos. SM-1, PM-3A, etc., eram PWRs
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           em miniatura, com trocadores de calor gerando vapor para turbinas. A água é
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           eficaz até ~300 °C, mas exige pressões elevadas e limite de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           temperatura/moderador. Alternativas testadas nos anos 60 incluem: metais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           líquidos (NaK no SNAP-10A e Romashka, sódio em protótipos) permitindo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ~500 °C; gás (N₂/He) como no ML-1 e Pamir para atingir ~650 °C com turbina
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Brayton; e sal fundido (fluoreto de Na-Be) no ARE para estabilidade a alta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           temperatura, embora o ARE tenha sido breve. Os novos microreatores tendem a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           favorecer soluções passivas: muitos designs usam heat pipes – tubos selados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           contendo fluido de trabalho que evapora e condensa ciclicamente – para
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           transportar calor do núcleo sem bombas[70][48]. Essa tecnologia, refinada desde
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           os anos 90 em Los Alamos, simplifica drasticamente o sistema de resfriamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (dispensa circuitos externos ativos) e viabiliza reatores pequenos integrados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Projetos como o eVinci e o próprio Kilopower empregam heat pipes de sódio para
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           extrair calor diretamente do núcleo para conversores Stirling ou Brayton [71] [70].
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quanto à conversão de energia, evoluiu-se de turbinas a vapor convencionais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (eficientes mas complexas) para ciclos Brayton a gás compactos (empregados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           no ML-1 e previstos no Pele), e para conversão estática (termopares, termiônica,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Stirling) que não requerem maquinário rotativo pesado. Os reatores espaciais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           soviéticos adotaram conversores termoiônicos dentro do núcleo – técnica rara na
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Terra mas útil em gravidade zero. Já o MARVEL e o Kilopower usam motores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Stirling acoplados a alternadores, que em tamanhos pequenos oferecem bom
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20 rendimento (~20–30% vs &amp;amp;lt;10% dos termopares antigos)[72][63]. Essa simplificação dos sistemas de potência torna os microreatores modernos mais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           leves, silenciosos e teoricamente menos sujeitos a falhas mecânicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Segurança e Controle: A segurança nuclear conheceu aprimoramentos drásticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os microreatores pioneiros confiavam em sistemas ativamente controlados e na
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           intervenção humana. O incidente do SL-1 e problemas no PM-3A demonstraram
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           que erros humanos e falhas mecânicas podiam ter consequências sérias se o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           projeto não fosse tolerante. Em resposta, houve um movimento para projeto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           intrinsecamente seguro, isto é, características físicas que naturalmente previnam
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           acidentes. O TRIGA foi exemplo precoce dessa filosofia (coeficiente de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           temperatura fortemente negativo evitando sobrepotência)[13]. Hoje, praticamente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           todo microreator proposto enfatiza segurança passiva: núcleos pequenos com alta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           condutividade térmica e grande margem para temperatura de fusão, design de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           geometria que limita reatividade máxima e efeito Doppler/temperatura sempre
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           negativo, e rejeição de calor por convecção ou condução sem necessidade de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           bombas. Adicionalmente, muitos incluem contenções robustas modulares (muitas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           vezes o reator vem dentro de um cásco de aço similar a um cask de combustível
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           usado) isolando completamente o núcleo do ambiente. Sistemas de autonomia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           digital e IA permitem controle e desligamento automáticos sem ação humana,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reduzindo o risco de erro operacional. Por exemplo, o conceito do Projeto Pele
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           especifica operação por um time mínimo (6 pessoas, apenas 1 operador em turno)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           devido a alto grau de automação e monitoramento remoto[73][4]. Ao contrário dos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           anos 60, hoje espera-se que um microreator possa ligar-se, ajustar potência e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desligar-se praticamente sozinho, sob supervisão centralizada, tornando-o viável
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           em locais onde não há engenheiros nucleares presentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Escalabilidade e Modularidade: Inicialmente, cada microreator era um protótipo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           único, adaptado ao seu propósito e local – pouca padronização existia. Isso
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           elevava custos unitários e dificultava reaplicação. Com o tempo, abraçou-se o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           conceito de modularidade: projetar reatores como produtos padronizados,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           fabricados em série numa fábrica, e transportados prontos ou semi-montados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse é um pilar dos SMRs atuais e igualmente dos microreatores. A ideia é que
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           produção em massa e padronização tragam economia de escala e experiência
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           operacional compartilhada. A escalabilidade passa a ser obtida via replicação de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           unidades: por exemplo, para aumentar potência, instala-se múltiplos microreatores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           em paralelo (clusters), em vez de construir um reator maior. Isso permite adicionar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           capacidade incrementalmente conforme a demanda, algo impossível com usinas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           gigantes convencionais. Além disso, vários projetos adotam a estratégia de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           núcleo substituível: o reator funciona ~10 anos, então é removido e enviado de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           volta à fábrica para reabastecimento, enquanto um núcleo novo é plugado na
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           unidade – minimizando tempo de inatividade. Esse modelo de “reator como
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           produto retornável” ecoa as propostas dos anos 60 (o ML-1 e outros já
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           vislumbravam reatores recolhidos aos EUA para reabastecer[3]), porém só agora a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           logística e regulação começam a se alinhar para viabilizá-lo comercialmente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Abordagens de Projeto: Historicamente, a maioria dos microreatores era de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           neutrons térmicos (moderados) por facilidade de controle e menor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           enriquecimento requerido. Porém, moderadores ocupam espaço; modernamente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           há vários projetos de reatores rápidos compactos, que dispensam moderador
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            permitindo núcleo menor pelo alto enriquecimento e densidade de potência.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O 20 Oklo Aurora e o Megapower (conceito do LANL/Westinghouse para militares) são
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           rápidos refrigerados a metal, encapsulando muito combustível e absorvendo a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           queima ao longo de ~10 anos sem intervenção. Já outras abordagens buscam
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reatores epitermais ou espectro intermediário combinando combustível
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           moderadamente enriquecido com moderadores exóticos (ex.: hidreto de Zr) para
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ter compacidade e boa vida útil de combustível. Em termos de ciclo combustível,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           muito se avançou também: pioneiros usavam combustível metálico ou óxidos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           clássicos; agora examina-se nitretos e cerâmicas avançadas (silicetos) com maior
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           condutividade e capacidade de queima. Alguns microreatores futuristas poderiam
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           até aproveitar combustível reciclado de reatores maiores (fechando o ciclo),
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           embora isso demande infraestrutura não trivial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em suma, os microreatores de hoje incorporam as lições de 80 anos de desenvolvimento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           nuclear: combinam o know-how de confiabilidade dos reatores navais (que operam sob
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           condições extremas com segurança), a inovação de materiais e combustíveis de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           programas avançados (TRISO, sal fundido, etc.), e a automação e enfoque modular da
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           era moderna. O resultado buscado são unidades pequenas de alta resiliência – capazes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de evitar acidentes graves mesmo sob cenários extremos – e flexibilidade de implantação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desafios Técnicos e Regulatórios Apesar do entusiasmo renovado, os microreatores enfrentam obstáculos significativos,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           alguns persistentes desde o passado, outros novos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Desafios Técnicos: A engenharia de sistemas ultra-compactos impõe
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           compromissos. Remover calor eficientemente de um núcleo pequeno sem gerar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pontos quentes exige soluções inovadoras (como heat pipes) que precisam ser
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           testadas exaustivamente. Componentes miniaturizados (bombas, turbinas,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           instrumentos) devem suportar alta radiação e longos períodos sem manutenção –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           uma dificuldade que prejudicou projetos como o ML-1 nos anos 60 e que agora se
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           tenta resolver com projetos simplificados. A longevidade do combustível
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           também é crítica: para evitar recargas frequentes (desejável &amp;amp;gt; 5-10 anos de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           operação contínua), os combustíveis precisam atingir altas queimas sem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           degradação, o que requer alta qualidade e às vezes alto enriquecimento, elevando
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           custos e implicações de segurança. O manuseio de calor residual após
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desligamento é outro ponto – mesmo pequenos, os reatores precisam dissipar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           decaimento por dias/meses pós-desligamento com total confiabilidade passiva,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           sob pena de dano ao núcleo. Projetos atuais usam materiais com alta capacidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           térmica (grafite, sal fundido sólido etc.) para aguentar esse calor sem subir muito
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de temperatura, e refletem bastante essa lição de resfriamento residual (o SL-1 e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           outros incidentes históricos mostraram a importância disso).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Manufatura e Economia: Embora a ideia seja produzir em fábrica, no presente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           não há cadeia industrial estabelecida para microreatores. Desenvolvedores têm
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           que investir na fabricação de peças customizadas (por exemplo, recipientes de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pressão do tamanho de um barril, trocadores miniaturizados, sensores especiais).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Até que um protótipo seja construído e testado, há risco de sobrecustos e atrasos,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           como já vistos em SMRs maiores. Além disso, a economia de escala inversa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pode afetar: tradicionalmente reatores maiores geram eletricidade a custo menor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           por MW. Romper essa barreira requer que microreatores economizem em outras
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           frentes (fabricação repetitiva, instalação rápida, mínimo pessoal de operação).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Críticos apontam que pequenos reatores já foram tentados antes e fracassaram
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20 economicamente[74][75], portanto provar viabilidade financeira é tão importante
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           quanto resolver a engenharia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Infraestrutura de Combustível: Muitos microreatores planejam usar HALEU
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (entre 5% e 20% U-235). Atualmente, a disponibilidade desse combustível é
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           limitada – a única produção comercial significativa vinda da Rússia. Os EUA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           iniciaram programas para produzir HALEU domesticamente, mas em 2025 o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           suprimento ainda é restrito. Isso pode atrasar projetos ou encarecer o combustível
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           inicial. Além disso, alguns conceitos requerem materiais exóticos (berílio, ligas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           especiais) que precisam de cadeia de suprimento confiável e certificada
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           nuclearmente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Obstáculos Regulatórios: Regulamentações nucleares foram criadas pensando
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           em grandes usinas e reatores convencionais. Licenciar um microreator inovador
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pode enfrentar processos demorados e caros equivalentes a de um reator de 1000
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           MW[76]. Nos EUA, o NRC tem trabalhado em adaptar suas normas (ex.: proposta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           da Part 53 para reatores avançados) para serem mais flexíveis e baseadas em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           performance em vez de prescritivas, mas o progresso é lento. Custos de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           licenciamento podem inviabilizar um projeto pequeno se não forem proporcionais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ao risco. Países como o Canadá adotaram abordagens como pre-licensing vendor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           review, discutindo projetos de SMR/microreator em etapas iniciais para identificar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           barreiras cedo[76][77]. Outro aspecto é aprovar local de instalação: regulações de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           emergência, exclusão de área, segurança física contra sabotagem – tudo precisa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ser dimensionado adequadamente para um microreator (que tipicamente contém
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           muito menos material físsil e decaimento). Há esforços internacionais de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           harmonização regulatória para aceitar certificações entre países, o que ajudaria
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           na comercialização global, mas isso ainda está em elaboração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Aceitação Pública e Política: Desde os acidentes nucleares bem conhecidos, a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           opinião pública tende a desconfiar de qualquer usina nuclear – mesmo minúscula.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Convencer comunidades e líderes a abrigar microreatores requer transparência e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           demonstração de segurança. Curiosamente, microreatores podem mitigar algumas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           preocupações por serem instalados longe de centros densos (por exemplo, em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           bases ou áreas isoladas) e serem passivamente seguros, mas por outro lado, o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           número maior de unidades distribuídas levanta questões de vigilância e controle.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também há preocupações quanto à militarização – projetos como do Pentágono
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reacendem debates sobre portabilidade nuclear e possíveis consequências
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           geopolíticas caso muitas nações adotem essas tecnologias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Logística de Transporte e Descomissionamento: Levar um reator a um local
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           remoto significa também planejar retirá-lo no fim da vida ou em caso de problema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso envolve transporte de material radioativo potencialmente danificado, o que
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           precisa de embalagens e protocolos robustos (já normatizados para combustível
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           irradiado, mas nem sempre para um reator inteiro). O peso e tamanho do módulo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reator devem ficar dentro de limites de aviões ou navios – o projeto Pele impôs 40
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           toneladas como peso máximo para caber num C-17[4]. Além disso, microreatores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           às vezes são propostos como fontes temporárias (por exemplo, em uma
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           emergência humanitária); assegurar que possam ser removidos sem deixar traços
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           radiológicos ou desperdícios locais é fundamental para aceitabilidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20 Padrões de Segurança Novos: Alguns microreatores pretendem operar sem a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           presença constante de operadores. Isso requer novos padrões de segurança
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           cibernética e confiabilidade de sistemas de controle remoto/autônomo, para evitar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           cenários de perda de comunicação ou invasões maliciosas. As agências
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reguladoras agora consideram esses fatores (por exemplo, exigindo demonstração
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de que um reator desligará em estado seguro caso perca contato com a central).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A boa notícia é que muitos desses desafios estão sendo ativamente trabalhados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Programas governamentais fornecem fundos para P&amp;amp;amp;D focada em fechar lacunas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           técnicas. Por exemplo, o DOE nos EUA financiou em 2020 dois protótipos avançados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (não micro, mas relevantes) para acelerar tecnologias aplicáveis, incluindo um reator
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           rápido de sal fundido experimental que ajudará licenciar futuros conceitos[78][58]. No
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           campo regulatório, 2023 viu primeiros movimentos concretos: o NRC recebeu a primeira
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           aplicação completa de um microreator (Oklo Aurora), o Canadá já revisa pré-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           licenciamento de vários projetos, e a IAEA lançou iniciativas de guidelines específicas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           para SMRs/micro. Acredita-se que demonstrações de sucesso – como um microreator
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           operando conforme prometido, sem incidentes – serão fundamentais para vencer o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ceticismo e abrir caminho a maior adoção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Principais Projetos de Microreatores: Período, País, Uso e Status
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A tabela a seguir resume os principais projetos e conceitos de microreatores nucleares
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desde 1946, categorizando-os por período histórico, país/organização de origem,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           aplicação pretendida e seu status atual:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tabela 1: Microreatores notáveis de 1946 ao presente, por período, país, aplicação e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           status
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Projeto (Ano) País /
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Organização
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Finalidade Status
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Clementine
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1946)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA – Los Alamos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lab
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pesquisa (reator rápido
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           experimental)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desativado (1952)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ARE – Aircraft
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reactor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Experiment
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1954)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA – Oak Ridge
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (NEPA)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (propulsão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           nuclear aérea)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Concluído/teste
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (encerrado)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SM-1 (1957) EUA – Exército
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ANPP)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (protótipo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           energia p/ base)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desativado (Fort
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Belvoir)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SL-1 (1958) EUA – Exército
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ANPP)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (protótipo p/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           bases remotas)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acidentado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1961)[26]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           TRIGA Mark I
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1958)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA – General
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atomics
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pesquisa/Academia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (educação, isótopos)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desativado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1997)[79]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           PM-2A (1960) EUA – Exército
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ANPP)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (energia p/ base
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           na Groenlândia)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desativado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1964)[17]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           PM-1 (1962) EUA – Força
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aérea/Exército
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ANPP)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (base radar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           remota, Wyoming)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desativado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1968)[16]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           PM-3A (1962) EUA – Marinha
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ANPP)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (base Antártica,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           McMurdo)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desativado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1972)[18]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SM-1A (1962) EUA – Exército
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ANPP)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (base remota,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alasca)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desativado (1972)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ML-1 (1962) EUA – Exército
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ANPP)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (móvel, Brayton
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           a gás)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Protótipo cancelado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1966)[2]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           NR-1 (1969) EUA (Marinha) Submarino nuclear de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pesquisa e engenharia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           submarina de grande
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           profundidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desativado (2008)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SNAP-10A
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1965)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA – AEC/NASA Espacial (satélite; ~650
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           W elétricos)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em órbita
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (desligado)[80]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Romashka
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1964)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           URSS – Inst.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Kurchatov
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Espacial (protótipo c/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           termoelétricos)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Concluído/teste
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1964–66)[31]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           BES-5 “Buk”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1967)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           URSS – Programa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           espacial militar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Espacial (satélites
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reconhecimento ~3
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           kWe)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desativado (último
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1988)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           TES-3 (1961) URSS – Exército
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Soviético
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (usina móvel
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           sobre lagartas)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Protótipo (1961–65),
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           cancelado[37]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           NERVA/Kiwi
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1955–1972)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           NASA/Commission
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Espacial (propulsão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           nuclear térmica)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Prototipado (testes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           concluídos)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           TOPAZ I e II
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1987)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           URSS/Rússia –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Roscosmos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Espacial (reator
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           termiônico ~5 kWe)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Operacional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1987–88), depois
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           cancelado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pamir-630D
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1976)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           URSS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (Bielorrússia) –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sosny Institute
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (móvel em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           caminhões, 0,6 MWe)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Protótipos (1976–85),
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           cancelado[39]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SLOWPOKE-2
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1970)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Canadá – AECL Pesquisa (reator de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           piscina 20 kW)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vários operacionais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (treinamento)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SLOWPOKE-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           DH (1985)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Canadá – AECL Civil (aquecimento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           distrital 10 MWt)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Protótipo operado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1987–89)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hyperion
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Module (2008)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hyperion/Gen4
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Energy
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Civil (25 MWe rápido,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           modular)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conceito (empresa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           fechou pivot)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Toshiba 4S
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (2007)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Japão/EUA –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Toshiba
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Civil (10 MWe rápido,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           autônomo)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Projeto conceitual
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (não construído)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           KLT-40S FNPP
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (2019)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rússia – OKBM
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Afrikantov
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Civil (barcaça flutuante
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           c/ 2×35 MWe)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em operação (Pevek,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rússia)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Kilopower
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           KRUSTY
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (2018)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA – NASA/DOE Espacial (protótipo 5
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           kWe, Stirling)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Teste bem-sucedido
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (terrestre)[63]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           MARVEL
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (previsto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ~2024)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA – DOE/INL Pesquisa (plataforma
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           teste microreator 100
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           kWt)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desenvolvimento[49]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Projeto Pele
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reactor (~2024
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           prot.)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA – DoD
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (BWXT/X-energy)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (móvel 1–5
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           MWe, forward bases)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Protótipo em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           construção[53]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Oklo Aurora
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1,5 MWe)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA – Oklo Inc.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (privada)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Civil (off-grid, rápido,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20-yr core)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Licenciamento em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           andamento (NRC)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Westinghouse
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           eVinci
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Westinghouse
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (privada)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Civil (off-grid/industrial
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5 MWe)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em P&amp;amp;amp;D (teste em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2020s)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           USNC MMR
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (2020s)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA/Canadá –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           USNC &amp;amp;amp; Ontario
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Power
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Civil (campus, 1,5 MWe
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           HTR)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Construção (Chalk
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           River)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           U-Battery
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (2020s)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reino
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Unido/Canadá –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Urenco et al.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Civil (industrial 4 MWe
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           HTR)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Projeto conceitual
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (I&amp;amp;amp;D)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Radiant
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           microreactor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (2020s)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EUA – Radiant
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nuclear (startup)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar/Civil (portátil 1
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           MWe)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Protótipo em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desenvolvimento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hedianbao
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Battery”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (previsto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ~2025)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           China – Academia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CNNC
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Militar (portátil p/ ilhas,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           &amp;amp;lt;1 MWe)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em desenvolvimento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (detalhes sigilosos)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (Notas: Status Desativado refere-se a protótipos já desligados/encerrados; Operacional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           indica uso ativo; Em desenvolvimento indica projeto atual sem operação ainda. Projetos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           puramente conceituais cancelados listados como &amp;amp;quot;Projeto conceitual&amp;amp;quot;.)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [81][82]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como visto, a trajetória dos microreatores percorreu um ciclo completo: de experimentos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           rudimentares pós-guerra, passando por demonstradores militares ousados durante a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Guerra Fria, até um período de hibernação, e agora renascendo em formas modernizadas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           e promissoras. Cada projeto listado contribuiu com lições – seja de engenharia, operação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ou regulamentação – que pavimentam o caminho para os sistemas atuais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os microreatores de hoje combinam a portabilidade e flexibilidade imaginadas desde os
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           anos 60 com tecnologias de combustível e segurança do século XXI. Se os obstáculos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           remanescentes forem superados, microreatores nucleares poderão se tornar parte
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           integrante do panorama energético global, alimentando desde bases científicas polares e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           missões espaciais interplanetárias até pequenas comunidades buscando energia limpa e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           confiável nas próximas décadas.[83][3]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [1] [30] [49] [50] [72] [83] DOE project supports microreactor deployment - World Nuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           News
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.world-nuclear-news.org/Articles/DOE-project-supports-microreactor-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           deployment
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [2] [3] [4] [5] [11] [16] [17] [18] [23] [24] [25] [35] [36] [37] [39] [41] [46] [51] [52] [53] [54]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [58] [64] [65] [66] [73] [76] [77] [78] [81] [82] Small Nuclear Power Reactors - World
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nuclear Association
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://world-nuclear.org/information-library/nuclear-fuel-cycle/nuclear-power-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reactors/small-nuclear-power-reactors
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [6] Outline History of Nuclear Energy
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://world-nuclear.org/information-library/current-and-future-generation/outline-history-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           of-nuclear-energy
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [7] Energy in Space, Part 1: Chemical Fuel and Nuclear Reactors
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://maxpolyakov.com/energy-in-space-part-1-chemical-fuel-and-nuclear-reactors/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [8] [9] [10] [19] [20] [74] [75] The Forgotten History of Small Nuclear Reactors - IEEE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Spectrum
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://spectrum.ieee.org/the-forgotten-history-of-small-nuclear-reactors
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [12] SM-1 Nuclear Reactor at Fort Belvoir - Virginia Places
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           http://www.virginiaplaces.org/energy/nuclearbelvoir.html
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [13] [14] [15] [79] TRIGA - Wikipedia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://en.wikipedia.org/wiki/TRIGA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [21] APTIM to Decommission &amp;amp;amp; Dismantle Reactor at Fort Greely
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.aptim.com/media/aptim-to-decommission-and-dismantle-reactor-at-fort-greely/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [22] On Fort Greely, Alaska, our SM-1A Former Nuclear Power Plant ...
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.facebook.com/USACEBaltimore/videos/on-fort-greely-alaska-our-sm-1a-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           former-nuclear-power-plant-decommissioning-team-/529065786327034/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [26] [27] SL-1 - Wikipedia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://en.wikipedia.org/wiki/SL-1
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [28] [29] [42] [43] [44] [47] [48] [70] [80] Nuclear Reactors and Radioisotopes for Space -
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           World Nuclear Association
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           http://world-nuclear.org/information-library/non-power-nuclear-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           applications/transport/nuclear-reactors-for-space
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [31] [32] [33] [34] [38] Romashka reactor - Wikipedia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://en.wikipedia.org/wiki/Romashka_reactor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [40] TES-3 (Транспортнайа ЭлектроСтанция 3), a 1960s Soviet mobile ...
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.reddit.com/r/TankPorn/comments/qianot/tes3_%D1%82%D1%80%D0%B0%
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           D0%BD%D1%81%D0%BF%D0%BE%D1%80%D1%82%D0%BD%D0%B0%D0%B9%D0
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           %B0_%D1%8D%D0%BB%D0%B5%D0%BA%D1%82%D1%80%D0%BE%D1%81%D1%
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           82%D0%B0%D0%BD%D1%86%D0%B8%D1%8F_3_a_1960s/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [45] [PDF] District Heating with Slowpoke Energy Systems
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           G.F. Lynch
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.oecd-nea.org/upload/docs/application/pdf/2020-07/neacrp-a-1988-0943.pdf
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [55] Aurora – Oklo Application | Nuclear Regulatory Commission
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           20
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.nrc.gov/reactors/new-reactors/large-lwr/col/aurora-oklo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [56] Oklo&amp;amp;#39;s microreactor project pipeline jumps 93% ahead of 2027 ...
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.utilitydive.com/news/oklo-advanced-nuclear-microreactor-project-pipeline-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           nrc/724343/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [57] Oklo advances licence application for Aurora Powerhouse
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.neimagazine.com/news/oklo-advances-licence-application-for-aurora-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           powerhouse/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [59] US Department of Defense selects eight potential microreactor ...
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.world-nuclear-news.org/articles/us-department-of-defense-selects-eight-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           potential-microreactor-suppliers
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [60] Radiant signs contract on microreactors for the military
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.ans.org/news/2025-08-14/article-7277/radiant-signs-contract-on-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           microreactors-for-the-military/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [61] [62] [63] [71] Kilopower - Wikipedia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://en.wikipedia.org/wiki/Kilopower
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [67] China developing world&amp;amp;#39;s smallest NPP
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.neimagazine.com/news/china-developing-worlds-smallest-npp-5029812/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [68] Brasil tem seu próprio programa de reator e combustível nuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202506/inb-lidera-projeto-inedito-de-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desenvolvimento-de-microrreator-nuclear-no-brasil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [69] Com apoio da CNEN, Brasil avança no desenvolvimento de ...
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           https://www.gov.br/cnen/pt-br/assunto/ultimas-noticias/com-apoio-da-cnen-brasil-avanca-
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           no-desenvolvimento-de-microrreatores-nucleares
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           *Leonam dos Santos Guimarães é Assessor da Presidência da Amazul e Diretor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Técnico da Associação Brasileira para o Desenvolvimento das Atividades
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nucl4eares - Abdan
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/FOTO+LEONAM+GUIMAR%C3%83ES.jpg" length="19683" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 13 Nov 2025 16:59:08 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/evolucao-dos-microreatores-nucleares-conceito-e-aplicacoes-de-microreatores-nucleares</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Apoiado pela ABEN, 2ª Edição do Workshop “SMR Brasileiro – Uma Proposta” fomenta discussão sobre pequenos reatores modulares</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/apoiado-pela-aben-2-edicao-do-workshop-smr-brasileiro-uma-proposta-fomenta-discussao-sobre-pequenos-reatores-modulares</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Apoiado pela ABEN, 2ª Edição do Workshop “SMR Brasileiro – Uma Proposta” fomenta discussão sobre pequenos reatores modulares
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           *Transcrito do site da ABEN
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-11-27+at+16.10.28.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Promovido pela Casa Viva em parceria com a Associação Brasileira de Energia Nuclear (ABEN) e a Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. (Amazul), o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           2º Encontro Sobre as Múltiplas Aplicações da Energia Nuclear e das Radiações / 2º Workshop “SMR Brasileiro – Uma Proposta”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            teve início na manhã desta segunda-feira, dia 25, na cidade do Rio de Janeiro. Esse evento, que ocorre até amanhã, 26, dá seguimento ao debate iniciado no 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           1º Workshop “O SMR brasileiro: uma proposta”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , realizado durante o XV Seminário Internacional de Energia Nuclear (SIEN 2024), no fim de agosto, e visa avançar na discussão rumo à consolidação do projeto do primeiro Pequeno Reator Modular (Small Modular Reactor – SMR) Brasileiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mesa de abertura foi composta pelo Presidente da ABEN, Carlos Freire Moreira; o Diretor-Presidente da Amazul, Vice-Almirante Newton de Almeida Costa Neto; o Secretário Naval de Segurança Nuclear e Qualidade da Marinha do Brasil, Almirante de Esquadra Petronio Augusto Siqueira de Aguiar; e o Chefe de Gabinete da Eletronuclear e 2⁰ Vice-Presidente da ABEN, André Luiz Osório, representando o Diretor-Presidente da Eletronuclear, Raul Lycurgo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também compareceram à abertura do 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           evento
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            o 1⁰ Vice-Presidente da ABEN, Antônio Müller, e a Diretora da ABEN Olga Mafra, bem como profissionais e técnicos de instituições como Eletronuclear, Marinha do Brasil, Amazul, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da UFRJ (Coppe/UFRJ), Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), Indústrias Nucleares do Brasil (INB), Diamante Energia, Senado Federal, Empresa de Pesquisa Energética (EPE/MME), Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR), Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan), Atech, Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen/Cnen), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Framatome, Consulado do Canadá no Rio de Janeiro, Petrobras, KEV Energia do Brasil e Universidade Federal de Goiás (UFG), entre outras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os presentes na mesa de abertura ressaltaram a importância de o Brasil criar efetivamente um projeto para desenvolver um SMR nacional, uma vez que o tema é debatido com frequência há cerca de dez anos no escopo da AIEA. Além disso, frisaram as inúmeras aplicações dos SMRs, que, além da geração de eletricidade, também beneficiarão as matrizes energéticas, podendo ajudar a descarbonizar setores eletrointensivos como os de indústria pesada (calor industrial) e transporte. Inclusive, o papel futuro dos Small Modular Reactors constará do novo Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE),
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           elaborado pela EPE.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na sequência, a Oficial Sênior de Segurança Nuclear da AIEA, Paula Calle Vives, ministrou uma palestra virtual sobre os esforços da comunidade internacional em cooperar no desenvolvimento e na regulamentação de SMRs. Esse painel (“Aspectos para a implantação Segura e Protegida de SMRs – Harmonização e Padronização”) também teve apresentação online da Especialista Sênior da AIEA Eve-Lyne Pelletier, com foco na trilha da indústria em prol da harmonização e padronização.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na palestra seguinte, sobre “Os SMRs Pelo Mundo – Visão Atual”, o Diretor Técnico da Amazul, Almirante Carlos Alberto Matias, abordou o panorama de SMRs no mundo e o crescimento das discussões internacionais sobre o tema nos últimos anos. Segundo ele, hoje existem 108 projetos registrados para pequenos reatores e microrreatores modulares, em países como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Rússia, República Tcheca, Romênia, Polônia, China, Filipinas, Ucrânia, Suécia, Arábia Saudita, Ruanda, Mianmar, Japão, Indonésia, França, Bélgica, Argentina, Coreia do Sul, África do Sul, Dinamarca, Índia, Luxemburgo e Itália. Além disso, novas oportunidades poderão surgir em áreas como mineração, siderurgia e plantas químicas, Inteligência Artificial (IA) e data centers, propulsão para o transporte marítimo e soluções energéticas integradas, em seu entendimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste primeiro dia, o Workshop teve apresentações sobre “O Brasil e os Preparativos para a Era dos SMRs: Desafios e Perspectivas no Licenciamento Nuclear”, os “Desafios Regulatórios para o Licenciamento de SMR no Ambiente Marítimo”, o “Licenciamento Ambiental para os SMRs: Legislação, Impactos Ambientais e Aceitação Social”, os “SMRs na descarbonização da Indústria Pesada e dos Transportes”, as “Possibilidades de financiamento do SMRB”, o “Engajamento dos Atores e Aceitação Pública” e a “Cadeia de Fornecedores Privados”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No segundo dia (26/11), estão previstas palestras sobre a “Viabilidade do Emprego de SMRs no Brasil”, o “Uso da Tecnologia Nuclear na Confirmação ou Exclusão de Alzheimer e Fibromialgia”, a “Radiologia Industrial – Uso da Radiação (método de ensaio não destrutivo) para a garantia da qualidade”, a “Conservação de Alimentos” e o “Uso das Radiações na Indústria, Saúde e Meio Ambiente”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-11-27+at+16.10.28.jpeg" length="392498" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 27 Nov 2024 22:41:53 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Iniciativa da AIEA para agilizar a implantação de SMR avança para a fase de implementação</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/iniciativa-da-aiea-para-agilizar-a-implantacao-de-smr-avanca-para-a-fase-de-implementacao</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Iniciativa da AIEA para agilizar a implantação de SMR avança para a fase de implementação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A energia nuclear é a segunda maior fonte de eletricidade de baixo carbono hoje, depois da energia hidrelétrica, e responde por cerca de 25% da eletricidade limpa do mundo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/AIEA+-+grossi-nhsi-211024-1140x640.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                                                                 *FOTO: Rafael Mariano Grossi, Diretor Geral da AIEA, falaz na abertura da 3ª reunião plenária da Iniciativa de Padronização e Harmonização Nuclear (NHSI)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os esforços globais para convergir diferentes tipos de tecnologias de pequenos reatores modulares, bem como suas abordagens regulatórias, continuam a fazer forte progresso, de acordo com a última reunião da Iniciativa de Harmonização e Padronização Nuclear da AIEA. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A iniciativa, conhecida como NHSI, foi criada porque a implantação global de reatores avançados e, particularmente, SMRs, requer que um projeto padronizado seja licenciado em vários países para ser rápido e eficiente, e para que os desenvolvedores alcancem economias de escala. Abordagens regulatórias harmonizadas também são vitais para permitir a implantação rápida e segura de SMRs. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A terceira reunião plenária do NHSI foi realizada em Viena esta semana (21 a 25/10/2024), antes da abertura da 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.iaea.org/events/smr2024" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Conferência Internacional da Agência sobre Pequenos Reatores Modulares e suas Aplicações
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            , e abordou o progresso até agora, bem como discussões sobre a direção sugerida para a próxima fase. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diretor-geral da AIEA, Rafael Mariano Grossi, abriu a reunião anual, dizendo: “Dificilmente passa um dia sem notícias muito empolgantes de alguma empresa fechando um acordo ou alguém dizendo que fará algo importante e empolgante em SMRs. O NHSI é sobre o que vai além das manchetes, o que vai além das expectativas.” 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Diretor-Geral acrescentou que os SMRs são “o que o mercado precisa e o que o planeta precisa”. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Convergência Regulatória
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            “A implantação global de SMRs precisará de um grau de convergência regulatória”, acrescentou Grossi. “Não estamos visando a uníssono, pois é impossível, mas sem alguns graus de colaboração concreta onde podemos alavancar o que os outros estão fazendo, o modelo de negócios de modularidade e flexibilidade simplesmente não vai funcionar.” 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Trilha da indústria
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aline des Cloizeaux, Diretora da Divisão de Energia Nuclear da AIEA, explicou que a visão do projeto é “tornar a energia nuclear mais simples, mantendo-a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           segura e protegida”. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ela acrescentou: “Estamos abrindo caminho para projetos SMR que são mais rápidos, mais simples e mais econômicos de implementar.” 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O segmento industrial do NHSI teve mais de 200 colaboradores de mais de 30 países e trabalhou em quatro áreas principais de harmonização, incluindo requisitos do usuário final e colaboração em códigos de computador para monitorar a segurança e o desempenho de reatores nucleares
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           avançados ( 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.iaea.org/newscenter/news/new-iaea-nexshare-network-promotes-cooperation-on-code-validation-for-smr-design-and-licensing" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           NEXSHARE
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            ). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os objetivos de curto prazo são mapear caminhos e reduzir crono
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           gramas e custos para fornecedores e clientes; facilitar abordagens comuns para aprovações regulatórias; e reunir lições aprendidas com modelos de implantação de SMR – com o objetivo de longo prazo de preparar a indústria, usuários finais e países para implantação de SMR em larga escala. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Trilha Regulatória
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Anna Hajduk Bradford, Diretora da Divisão de Segurança de Instalações Nucleares da AIEA, explicou os objetivos da segunda faixa da iniciativa. “A aspiração de longo prazo da faixa regulatória do NHSI é o desenvolvimento de uma estrutura global para revisões regulatórias de reatores avançados. Esta é uma meta ambiciosa.” 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As medidas para atingir esse objetivo incluem a construção de um alto nível de confiança entre os órgãos reguladores e uma compreensão dos pontos em comum e das diferenças entre as estruturas regulatórias em diferentes países. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O NHSI tem trabalhado em estreita colaboração com reguladores nacionais, "sempre garantindo que os estados-membros mantenham sua própria soberania e tomada de decisões", acrescentou Bradford. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            “Além disso, prevemos a criação de um grupo de trabalho dedicado à segurança nuclear de SMRs, que servirá como outro recurso importante para os
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estados-Membros.” 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Debate Internacional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dezenas de países também deram suas opiniões sobre o progresso do NHSI até agora e planos para o futuro. Houve amplo acordo sobre o valor do trabalho feito na primeira fase e a direção planejada para a segunda fase, com muitos tópicos levantados para consideração contínua. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Christer Viktorsson, Diretor Geral, Federal Authority For Nuclear Regulation (FANR), Emirados Árabes Unidos, disse: “Está claro que esta iniciativa está tendo um efeito, ela já está criando um momento para trabalhar em direção à harmonização e padronização. Está claro que a Fase II deve se concentrar na implementação de projetos da Fase I.” 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Paul Fyfe, do Office For Nuclear Regulation (ONR) do Reino Unido, concordou: “A cooperação e colaboração entre a indústria e os reguladores é fundamental. O UK ONR apoia fortemente a Fase II. Há uma necessidade real de que esse trabalho seja feito.” 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Marcus Nichol, Diretor Executivo para Nova Energia Nuclear do Instituto de Energia Nuclear dos Estados Unidos, concordou: “Compartilhamos suas visões que você articulou tanto para o caminho da indústria quanto para facilitar as estruturas regulatórias e reduzir mudanças desnecessárias de design, então agradecemos isso. Todas as propostas para a Fase II estão no caminho certo, todas essas áreas serão valiosas.” 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Representantes de reguladores e da indústria falaram sobre uma série de outras questões relacionadas a salvaguardas; questões de segurança; compartilhamento de informações com países recém-chegados; confidencialidade; evitar duplicação de trabalho; colaboração entre reguladores, projetistas e operadores; escolher as melhores prioridades; e garantir que especialistas técnicos sejam consultados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O NHSI está agora passando para a próxima fase, que será implementar muitas das recomendações elaboradas pelos grupos de trabalho. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Fase II também se concentrará em fornecer ferramentas para ajudar a entender melhor as semelhanças e diferenças regulatórias, examinará os requisitos de usuários específicos da tecnologia e explorará o que é necessário para facilitar a aprovação do que é conhecido como itens de longo prazo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O valor dos SMRs
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A energia nuclear é a segunda maior fonte de eletricidade de baixo carbono hoje, depois da energia hidrelétrica, e responde por cerca de 25% da eletricidade limpa do mundo. Embora os reatores em operação atualmente continuem na vanguarda da descarbonização da eletricidade em muitos países, a inovação nuclear está trazendo novas tecnologias e designs, como SMRs, que podem oferecer uma opção viável para atingir energia limpa e abundante acessível a mais países. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os SMRs têm uma capacidade de energia de tipicamente até 300 MW(e) — cerca de um terço da capacidade de geração de um reator de energia nuclear tradicional. Seus componentes podem ser fabricados em massa em fábricas e então transportados e instalados em locais, o que pode torná-los mais acessíveis e rápidos de construir. Os SMRs também podem ser localizados em locais remotos e em áreas sem linhas de transmissão e capacidade de rede suficientes. Finalmente, os SMRs estão sendo considerados para aplicações elétricas e não elétricas e são adequados para operação flexível, fornecendo estabilidade para redes elétricas em sistemas de energia integrados que combinam energia nuclear, renováveis ​​variáveis ​​e armazenamento de energia para fornecer fornecimento de energia resiliente e limpa para diferentes usuários na forma de calor, eletricidade e hidrogênio. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte&amp;gt; Newsletter da AIEA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 28 Oct 2024 20:44:19 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/iniciativa-da-aiea-para-agilizar-a-implantacao-de-smr-avanca-para-a-fase-de-implementacao</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Novo relatório da AIEA sobre mudanças climáticas e energia nuclear pede aumento significativo no financiamento</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/novo-relatorio-da-aiea-sobre-mudancas-climaticas-e-energia-nuclear-pede-aumento-significativo-no-financiamento</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Novo relatório da AIEA sobre mudanças climáticas e energia nuclear pede aumento significativo no financiamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mecanismos de financiamento que apoiem a escala, a força de trabalho e o desenvolvimento da cadeia de suprimentos serão necessários para atingir as metas climáticas 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           *Fonte: Newsletter AIEA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/aiea+-+foto+-+ilustra%C3%A7%C3%A3o.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.iaea.org/publications/15754/climate-change-and-nuclear-power-2024-financing-nuclear-energy-in-low-carbon-transitions" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           A edição de 2024 do relatório
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Climate Change and Nuclear Power da AIEA acaba de ser publicada, defendendo a necessidade de um aumento significativo nos investimentos para atingir as metas de expansão da energia nuclear. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A energia nuclear está despertando interesse crescente ao em todo o mundo, à medida que os países buscam fortalecer a segurança energética e descarbonizar suas economias. Uma rápida expansão de tecnologias de energia limpa é necessária para atingir emissões líquidas zero até 2050 e espera-se que a energia nuclear desempenhe um papel fundamental, com a AIEA 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.iaea.org/newscenter/pressreleases/iaea-outlook-for-nuclear-power-increases-for-fourth-straight-year-adding-to-global-momentum-for-nuclear-expansion" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           projetando
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             um aumento de capacidade de 2,5 vezes o nível atual até meados do século em seu cenário de alto caso.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com o relatório, o investimento global em energia nuclear deve aumentar para 125 bilhões de dólares anualmente, acima dos cerca de 50 bilhões de dólares investidos a cada ano de 2017 a 2023, para atender à alta projeção da AIEA para capacidade nuclear em 2050. A meta mais ambiciosa de triplicar a capacidade, que mais de 20 países se comprometeram a trabalhar na COP28, no ano passado, exigiria mais de 150 bilhões de dólares em investimentos anuais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Ao longo de sua vida útil de quase um século, uma usina nuclear é acessível e competitiva em termos de custo. Financiar os custos iniciais pode ser um desafio, no entanto, especialmente em economias orientadas pelo mercado e em países em desenvolvimento”, disse o diretor-geral da AIEA, Rafael Mariano Grossi. “O setor privado precisará cada vez mais contribuir para o financiamento, mas outras instituições também. A AIEA está envolvendo bancos multilaterais de desenvolvimento para destacar seu papel potencial em garantir que os países em desenvolvimento tenham mais e melhores opções de financiamento quando se trata de investir em energia nuclear.” 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O novo relatório também examina maneiras de desbloquear o financiamento do setor privado, um tópico que está ganhando cada vez mais atenção no mundo todo. No mês passado, 14 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://world-nuclear.org/news-and-media/press-statements/14-major-global-banks-and-financial-institutions-express-support-to-triple-nuclear-energy-by-2050-23-september-2024" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           grandes instituições financeiras
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            , incluindo alguns dos maiores bancos do mundo, se reuniram durante um evento da Semana do Clima de Nova York para sinalizar uma disposição para ajudar a financiar novos projetos nucleares. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O relatório foi apresentado em um evento paralelo organizado conjuntamente pela Agência e pela iniciativa Nuclear Innovation: Clean Energy Future (NICE) do CEM nas margens do 15º CEM no Brasil. O CEM é um fórum global de alto nível que promove políticas e programas para avançar a tecnologia de energia limpa e compartilhar lições aprendidas e melhores práticas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            “O CEM está reunindo as principais partes interessadas para discutir medidas concretas para tornar a energia limpa — incluindo a energia nuclear — acessível, atraente e acessível para todos e acelerar as transições de energia limpa em todo o mundo”, disse Jean-Francois Garnier, chefe do Secretariado do CEM. “Financiar a expansão necessária da energia nuclear para ajudar a integrar outras fontes de eletricidade limpa é a chave para esse sucesso e estou feliz em ver a AIEA e o CEM/NICE Future se unindo para lançar este relatório que destaca algumas abordagens inovadoras para atrair investimentos dos setores
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           público e privado.” 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O evento paralelo contou com palestrantes do Brasil, da AIEA, da Agência Internacional de Energia (AIE) e dos Estados Unidos da América compartilhando suas ideias sobre a melhor forma de garantir capital para projetos de energia nuclear e antecipando a COP29 em Baku, Azerbaijão, onde o financiamento da transição para energia limpa deverá ser um dos principais tópicos de discussão. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "As ferramentas e publicações de modelagem e planejamento de sistemas energéticos da AIEA são fundamentais para os processos de tomada de decisão para usinas nucleares", disse Giovani Machado, Assessor do Presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) do Brasil. "As publicações da AIEA sobre análises de custo total para fornecimento de eletricidade e financiamento de usinas nucleares foram muito úteis para um estudo da EPE sobre o reator nuclear de Angra-3 para o Conselho Nacional de Política Energética do Brasil." 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A inclusão da energia nuclear em estruturas de financiamento sustentáveis, incluindo a taxonomia da União Europeia (UE) para atividades sustentáveis, está tendo um impacto tangível. Na UE, os primeiros títulos verdes foram emitidos para energia nuclear na Finlândia e na França em 2023. A Electricité de France (EDF) foi uma das primeiras beneficiárias, com a concessão de € 4 bilhões em títulos verdes e cerca de € 7 bilhões em empréstimos verdes entre 2022 e 2024. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para atingir as metas de mudança climática, a capacidade nuclear global precisa aumentar rapidamente, aumentando por um fator de 1,8 até 2035, disse Sylvia Beyer, Analista Sênior de Política Energética da IEA.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O relatório defende a reforma de políticas e parcerias internacionais para ajudar a preencher a lacuna de financiamento e acelerar a expansão da energia nuclear em mercados emergentes e economias em desenvolvimento, incluindo pequenos reatores modulares. Estruturas regulatórias robustas, novos modelos de entrega, desenvolvimento de mão de obra qualificada e engajamento de partes interessadas podem abrir novos caminhos para investimentos em energia sustentável em direção a objetivos de desenvolvimento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Acelerar o processo de transição é um desafio multifacetado que precisa ser enfrentado dentro do quadro mais amplo dos planos de transição energética”, disse Celso Cunha, presidente da Associação Brasileira para o Desenvolvimento das Atividades Nucleares. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/aiea+-+foto+-+ilustra%C3%A7%C3%A3o.png" length="137156" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 28 Oct 2024 20:36:08 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/novo-relatorio-da-aiea-sobre-mudancas-climaticas-e-energia-nuclear-pede-aumento-significativo-no-financiamento</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>REATORES DE PEQUENO PORTE DEVERÃO SER ALIADOS PODEROSOS NA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/reatores-de-pequeno-porte-deverao-ser-aliados-poderosos-na-transicao-energetica</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           REATORES DE PEQUENO PORTE DEVERÃO SER ALIADOS PODEROSOS NA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SMRs poderão apoiar a descarbonização da indústria siderúrgica, de cimento, alumínio e nos transportes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/ship-286761_1280.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Os reatores modulares pequenos (SMRs) podem desempenhar um papel crucial na descarbonização de setores de difícil redução de emissões, como as indústrias siderúrgicas, de cimento, alumínio e no transporte marítimo e aéreo, de várias maneiras: fornecimento decalor de alta temperatura; produção de hidrogênio limpo; eletrificação e cogeração;descarbonização do transporte marítimo; fornecimento de energia para processos de captura
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           e armazenamento de carbono (CCUS); transporte aéreo e combustíveis sintéticos.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quem garante é o engenheiro nuclear Leonam dos Santos Guimarães, Assessor daDiretoria da Amazul – Amazonia Azul e diretor técnico da Associação Brasileira para oDesenvolvimento das Atividades Nucleares (Abdan). O especialista vai participar do 2ºWorkshop SMR Brasileiro, nos dias 25 e 26 de novembro, na sede da Seaerj, no Rio. Segundo Leonam Guimarães, os SMRs têm o potencial de desempenhar um papel transformador na descarbonização de setores de difícil redução ao oferecer fontes de calor de alta temperatura, eletricidade limpa e produção de hidrogênio. Sua flexibilidade, modularidade e capacidade de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           operar em locais mais diversos tornam-nos particularmente adequados para apoiar a transição energética nesses setores intensivos em carbono.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O SMR BRASILEIRO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O 2º Workshop SMR Brasileiro acontecerá de forma integrada ao Seminário Múltiplas Aplicações da Energia Nuclear e das Radiações, que vai debater os benefícios socioeconômicos e ambientais da tecnologia nuclear e terá como tema central “O projeto do pequeno Reator Modular Brasileiro (SMBR), Aplicações, Licenciamento, Financiamento e Aceitação Pública”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A proposta é dar seguimento ao debate iniciado no 1º Worrkshop realizado durante o XV SIEN, em agosto, e avançar mais nessa discussão rumo à consolidação do projeto do primeiro SMR Brasileiro. A tecnologia de SMRs e suas possibilidades têm sido amplamente discutida, no Brasil e no exterior, e mais de 80 projetos de SMR estão em avaliação no exterior.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diante da necessidade de conter o aumento da temperatura no planeta, os Pequenos Reatores Modulares (SMRs) ganham papel estratégico nessa corrida contra o tempo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A tecnologia traz uma mudança de paradigma com grande oportunidade de reduzir o tempo de construção e os custos iniciais de implantação associados às grandes centrais nucleares. Em consequência, levará a uma maior participação da energia nuclear na matriz energética global, com efeitos positivos para atual necessidade de redução de emissões de carbono, com segurança energética pela diversificação das fontes e garantia do abastecimento para atendimento das pessoas e da economia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte de calor para a indústria
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas indústrias, especialmente a siderúrgica e a de cimento, requerem calor em altas temperaturas para seus processos produtivos. Os SMRs, particularmente aqueles projetados para fornecer calor além de geração de eletricidade, como os reatores de alta temperatura (HTRs), podem suprir essa necessidade. O uso de calor nuclear substitui combustíveis fósseis em processos industriais, como a produção de aço e cimento, reduzindo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           significativamente as emissões de carbono.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A captura e armazenamento de carbono (CCUS) é uma tecnologia que pode ser aplicada em indústrias como a de cimento e siderurgia, mas demanda grande quantidade de energia. SMRs poderiam fornecer a energia necessária para esses processos de forma sustentável, contribuindo para a redução líquida de carbono desses setores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os SMRs também podem ser utilizados para gerar hidrogênio através da eletrólise da água ou processos termoquímicos, sem a emissão de carbono, ao contrário da produção de hidrogênio a partir de gás natural (a forma predominante atualmente). Esse hidrogênio pode ser usado como insumo em processos industriais, como na produção de aço com base em hidrogênio (DRI - Direct Reduced Iron), e também como combustível para transporte marítimo e aéreo, promovendo a descarbonização desses setores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro ponto positivo é o fato de que os SMRs podem fornecer eletricidade limpa e calor simultaneamente (cogeração), atendendo a indústrias que demandam ambas as formas de energia. Isso não só proporciona uma fonte de energia livre de carbono, como também pode aumentar a eficiência energética dos processos industriais. A eletrificação de processos industriais intensivos em energia e a substituição de fontes fósseis por energia nuclear pode reduzir consideravelmente as emissões de CO₂.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Descarbonização dos transportes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No transporte marítimo, que depende fortemente de combustíveis fósseis, os SMRs poderiam ser usados para fornecer energia nuclear a embarcações, similar ao que já ocorre em submarinos e navios quebra-gelo. Essa abordagem poderia ser expandida para navios comerciais, reduzindo drasticamente as emissões associadas ao transporte marítimo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Transporte aéreo e combustíveis sintéticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora o transporte aéreo seja um dos setores mais difíceis de descarbonizar diretamente com energia nuclear, SMRs poderiam apoiar a produção de combustíveis sintéticos, como combustíveis líquidos a partir de CO₂ capturado e hidrogênio produzido com energia nuclear. Isso ofereceria uma alternativa de baixo carbono para a aviação, que atualmente depende de combustíveis fósseis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Petrobrás, inclusive, já está estudando a possibilidade de usar reatores nucleares modulares de pequeno porte (SMRs) como fonte de energia de baixo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           carbono para as atividades de produção de petróleo e gás. A informação foi divulgada no Site da Agência EPBR e é parte do esforço da companhia para reduzir as emissões nas operações e ganhar competitividade com a extração de um petróleo com menos emissões associadas. No momento, o trabalho está na fase de levantamento de potenciais rotas tecnológicas e os desafios associados, assim como as potenciais aplicações nas operações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SERVIÇO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           INFORMAÇÕES GERAIS:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (21) 3301-3208 / 99699-1954
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           workshopsmrb24@gmail.com / casavivaoperacional@gmail.com
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2º Encontro Sobre as Múltiplas Aplicações da Energia Nuclear e das Radiações
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2º WORKSHOP “SMR BRASILEIRO. UMA PROPOSTA”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           LOCAL: Sociedade dos Engenheiros e Arqiotetos do Estado do Rio de Janeiro – SEAERJ
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Endereço: Rua do Russel, Nº 1, Glória, Rio de Janeiro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/ship-286761_1280.jpg" length="240145" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 28 Oct 2024 20:28:33 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Eletronuclear recebe estudo do BNDES sobre Angra 3 Transcrito do Site da Eletronuclear</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/eletronuclear-recebe-estudo-do-bndes-sobre-angra-3-transcrito-do-site-da-eletronuclear</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Valor para desistir do empreendimento é similar ao de finalizar; tarifa de comercialização proposta é R$653,31/MW
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           h
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Transcrito do Site da Eletronuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estima-se que o custo para abandonar as obras de Angra 3 pode passar de R$21 bilhões. O dado é fruto do estudo independente, imparcial e aprofundado produzido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sobre a terceira usina nuclear brasileira. O montante seria praticamente o mesmo de se concluir o empreendimento, entretanto sem gerar energia elétrica. A expectativa é que a usina entre em operação comercial em 2031. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O material foi entregue à Eletronuclear terça-feira (03/09), e traz a viabilidade técnica, econômica e jurídica do projeto. O estudo será enviado pela empresa ao Ministério de Minas e Energia (MME) e aos acionistas (ENBPar e Eletrobras) no mesmo dia e, em seguida, o MME deverá encaminhar para o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que decidirá pela conclusão ou não da usina. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A tarifa proposta no estudo está estimada em R$653,31 por megawatt-hora (MWh). Esse valor é similar à tarifa de referência definida pelo CNPE em 2018 (R$480,00, em valores da época, que atualmente correspondem a R$639,00). Já o custo para finalizar a construção de Angra 3 foi avaliado em torno de R$23 bilhões. O montante já investido na obra é de quase R$12 bilhões. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O valor da tarifa é inferior ao custo de diversas outras térmicas, medidas pelos chamados Custos Variáveis Unitários (CVU). Com efeito, a média dos CVUs das usinas térmicas do subsistema Sudeste corresponde a R$665,00/MWh, conforme dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) de agosto de 2024.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Esta é uma etapa crucial para a continuidade da obra e determinação da tarifa de comercialização da energia que será gerada pela usina. Estamos confiantes de que as obras deslanchem em breve e que o setor nuclear volte a ser pujante no Brasil”, afirma o presidente da Eletronuclear, Raul Lycurgo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O estudo identificou também que cerca de R$800 milhões em equipamentos de Angra 3 foram utilizados por Angra 2. Da mesma forma, entre R$500 milhões a R$600 milhões em combustível nuclear foram utilizados pela segunda usina brasileira, e tinham sido inicialmente comprados para a terceira. Por isso, aproximadamente R$1,4 bilhão será reembolsado pelo próprio caixa de Angra 2. Tal fato impacta positivamente a competitividade tarifária de Angra 3. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O documento aponta ainda que qualquer resultado financeiro positivo identificado futuramente, e incentivos tributários do setor, como o Renuclear - que tramita na Câmara dos Deputados -, poderão ser usados para beneficiar os custos da usina a ser construída. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Em resumo, temos uma proposta de tarifa competitiva para uma térmica que fornecerá uma energia firme, confiável e limpa ao sistema. Mas, aos que ainda questionam este aspecto, é importante destacar que os custos para desistir de Angra 3 também não são baixos. A diferença é quem vai pagar essa conta”, finaliza Lycurgo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entenda melhor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como falado anteriormente, desistir do projeto implicaria em um custo de cerca de R$21 bilhões, divididos da seguinte forma, com valores aproximados:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - R$9,2 bilhões para quitar financiamentos já existentes com a Caixa e o BNDES, incluindo multas e penalidades decorrentes da não conclusão da obra;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - R$2,5 bilhões para a rescisão de contratos firmados e suas respectivas penalidades;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - R$1,1 bilhão para a devolução de incentivos fiscais recebidos na importação e aquisição de equipamentos;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - R$940 milhões em desmobilização da obra já realizada;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - R$7,3 bilhões de custo de oportunidade de capital investido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses valores teriam que ser quitados em curto prazo, resultando adicionalmente na perda definitiva de quase R$12 bilhões já investidos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a sua finalização, a obra será financiada pela própria Eletronuclear junto a um consórcio de bancos. Por outro lado, abandonar o projeto exigirá que a União assuma os custos, transferindo, em última instância, para a conta de luz sem que os consumidores recebam energia em troca.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre Angra 3
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A terceira usina nuclear brasileira terá potência de 1.405 megawatts, sendo capaz de produzir cerca de 12 milhões de MWh anuais. Com a conclusão de Angra 3, a Central Nuclear de Angra passará a gerar o equivalente a 70% do consumo do estado do Rio de Janeiro. O empreendimento apresenta, no momento, um progresso físico global de 66%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A usina vai operar com alto grau de confiabilidade e contribuir para a segurança de abastecimento para o sistema elétrico brasileiro, reduzindo o risco de apagões. A geração da unidade será suficiente para atender 4,5 milhões de habitantes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para visualizar a relevância da produção de energia de Angra 3, ela seria capaz de carregar, simultaneamente, 30 mil carros elétricos, numa fila de 13 km equivalente à ponte Rio-Niterói. Em um dia, esse número chegaria a 720 mil carros elétricos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Angra 3 também terá importante papel na diversificação da matriz elétrica e reduzir os custos totais do Sistema Interligado Nacional (SIN), na medida em que substituirá a energia gerada por usinas térmicas que apresentam alto custo de geração e são frequentemente despachadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Destaca-se ainda o papel de gerar energia limpa, pois usinas nucleares não emitem gases responsáveis pelo efeito estufa. Por exemplo, uma usina a carvão emite 820 g/kWh de CO2, podendo chegar ao dobro dependendo da planta. Em contrapartida, uma usina nuclear emite apenas 12g/kWh. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fazendo uma comparação, Angra 1 e 2 juntas, gerando 14,5 bilhões de kWh em um ano, emitem 174 mil toneladas de CO2 no período. Uma usina a carvão com a mesma produção emite 11,9 milhões de toneladas do gás poluente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ou seja, uma usina a carvão geraria, neste contexto, 11.729.000 toneladas de CO2 a mais. Seria necessário plantar 586 milhões de árvores para compensar o dano, cerca de um milhão de hectares. Essa diferença, acumulada durante 25 anos, seria equivalente a toda área do estado de São Paulo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro ponto relevante é sua proximidade aos principais centros de consumo do país, o que contribuirá para minimizar as perdas por transmissão de energia. Menos um peso na conta do contribuinte. A construção da unidade também é fundamental para dar escala a toda a cadeia produtiva do setor nuclear brasileiro, da produção de combustível à geração de energia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
            Além de ficar perto dos consumidores, as usinas nucleares têm a vantagem de ocupar pouco espaço. Para se ter uma ideia, o espaço dedicado à Angra 3 é de 0,08 km². Dentro do estádio do Maracanã, cabem duas usinas do tamanho de Angra 3, e ainda sobra espaço. Uma usina fotovoltáica (energia solar) ocupa uma área de 40 km², uma hidrelétrica 125 km², e por fim, a eólica 400 km² . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O empreendimento representará ainda a criação de cerca de 7 mil empregos diretos, no pico da obra, além de um número muito maior de empregos indiretos. A grande maioria será contratada na Costa Verde fluminense, o que será um importante fator para movimentar a economia da região.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 16 Sep 2024 15:01:19 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/eletronuclear-recebe-estudo-do-bndes-sobre-angra-3-transcrito-do-site-da-eletronuclear</guid>
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    </item>
    <item>
      <title>ORIENTAÇÃO SOBRE MARCOS DA AIEA É REVISADA E ATUALIZADA PARA INCLUIR CONSIDERAÇÕES SOBRE SMRs</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/orientacao-sobre-marcos-da-aiea-e-revisada-e-atualizada-para-incluir-consideracoes-sobre-smrs</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ORIENTAÇÃO SOBRE MARCOS DA AIEA É REVISADA E ATUALIZADA PARA INCLUIR CONSIDERAÇÕES SOBRE SMRs
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Matt Fisher, Departamento de Energia Nuclear da AIEA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte: News Letter da AIEA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/international-atomic-energy-agency-38824_1280.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma nova versão da publicação da AIEA “Marcos no Desenvolvimento de uma Infraestrutura Nacional para Energia Nuclear” foi publicada e revisada para abordar questões relacionadas aos pequenos reatores modulares. O documento atualizado, a orientação fundamental da AIEA sobre como se preparar para introduzir um programa de energia nuclear ou expandir um programa de energia nuclear existente, inclui um anexo que descreve aspectos específicos da implantação de pequenos reatores modulares (SMRs) e destaca a experiência recente de vários países que completaram ou fizeram grandes progressos em todas as três fases com outros tipos de reatores, conforme definido pela Abordagem de Marcos da AIEA.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A publicação desta segunda revisão é oportuna, uma vez que a energia nuclear ganha impulso e é cada vez mais reconhecida como um elemento necessário da transição para zero emissões líquidas. É necessário um grande aumento nas implantações de energia nuclear para que o mundo atinja as metas líquidas de carbono zero até 2050, o que significa que deve expandir-se nos mercados existentes e expandir-se para novos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta nova edição da publicação sobre marcos, originalmente produzida em 2007 e revisada em 2015, é fornecida no contexto de outras orientações e materiais da AIEA relevantes para o desenvolvimento da energia nuclear em áreas que incluem segurança, proteção e salvaguardas nucleares. Esta publicação também incorpora lições aprendidas em missões recentes de Revisão Integrada da Infraestrutura Nuclear (INIR) a países que introduzem ou expandem programas de energia nuclear.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora ainda se espere que a maior parte da nova capacidade venha na forma de grandes reatores refrigerados a água nos próximos anos, há uma oportunidade crescente para os SMR desempenharem um papel importante na redução de emissões e no apoio à prosperidade sustentável. Projetados para produzir normalmente não mais de 300 MW(e), os SMRs podem ser ideais para implantação em áreas remotas, bem como em regiões com redes elétricas menores. Os SMRs apresentarão designs modulares, permitindo que sistemas e componentes sejam montados em fábrica e Isso poderia ajudar a reduzir o tempo necessário para a construção. E com novos utilizadores finais, como centros de dados, que podem utilizar a energia nuclear para satisfazer as suas crescentes necessidades de electricidade e uma série de aplicações industriais que requerem descarbonização, não faltam aplicações potenciais. Os SMRs podem ser implantados mais rapidamente e desempenhar um papel maior, dependendo da rapidez com que são licenciados e atingem a prontidão comercial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “À medida que o panorama da energia nuclear continua a evoluir, o mesmo acontece com a assistência que prestamos. Esta última atualização das orientações dos marcos da AIEA surge num momento crucial, quando um número crescente de países está considerando a energia nuclear em sua matriz energética para atingir os seus compromissos de zero emissões líquidas”, afirmou Aline des Cloizeaux, Diretora da Divisão de Energia Nuclear da AIEA. “É claro que os SMR serão um componente vital da transição para a energia limpa e devemos garantir que os países interessados ​​nesta tecnologia tenham uma compreensão sólida do que é necessário para implementar com sucesso projectos de SMR.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os SMRs são, em muitos aspectos, muito semelhantes aos seus equivalentes maiores. Eles compreendem muitos dos mesmos sistemas e operam de acordo com os mesmos princípios que têm impulsionado os reatores de energia nuclear durante décadas. As necessidades dos SMR são também, na sua maioria, as mesmas que as dos reactores tradicionais, tais como quadros jurídicos e regulamentares sólidos, envolvimento proactivo das partes interessadas e considerações de protecção ambiental. Mas devido às suas características únicas, incluindo menor potência e designs simplificados, alguns dos requisitos específicos da infraestrutura podem variar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns SMR, especialmente aqueles que utilizam outros fluidos refrigerantes além da água, podem gerar novas formas de resíduos radioactivos, pelo que os países que planeiam implantar SMR devem planejar a gestão destes novos tipos de resíduos. Se forem utilizados novos tipos de combustível, será importante estabelecer uma cadeia de abastecimento para garantir a disponibilidade consistente de combustível. E poderá ser necessário desenvolver novas abordagens de salvaguardas para abordar determinadas características inovadoras de concepção dos SMR, garantindo que medidas robustas de contabilidade e controle de materiais nucleares não sejam prejudicadas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem atualmente cerca de 30 novos países que consideram a energia nuclear ou avançam com planos para construir a sua primeira central nuclear. Bangladesh, Egipto e Turquia estão construindo as suas primeiras centrais nucleares e espera-se que vários outros países construam as suas primeiras centrais durante a próxima década.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Argentina, China e Rússia têm SMRs em construção, tendo os dois últimos países implementado os seus primeiros SMRs em 2019 e 2021, respetivamente. Vários países recém-chegados, incluindo a Estónia, a Jordânia e a Polónia, identificaram os SMR como parte dos seus futuros sistemas de energia limpa. Uma missão do INIR centrada nos SMR foi realizada na Estónia, em outubro passado, e a Jordânia está examinabdo como os SMR poderiam ser utilizados para responder às suas necessidades de dessalinização da água do mar, depois de se reunir com peritos da AIEA em agosto passado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A AIEA sediará a primeira Conferência Internacional sobre Pequenos Reatores Modulares e suas Aplicações, de 21 a 25 de outubro, em Viena. A conferência proporcionará um fórum internacional para fazer um balanço dos progressos e discutir oportunidades, desafios e condições propícias para o desenvolvimento e implantação acelerados de SMR. Todas as pessoas que desejem participar no evento deverão ser designadas por um Estado Membro da AIEA ou deverão ser membros de uma organização que tenha sido convidada a participar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a abordagem de marcos da AIEA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Abordagem dos Marcos da AIEA permite um processo de desenvolvimento sólido para um programa de energia nuclear. É um método abrangente e faseado para ajudar os países que estão a considerar ou planejar a sua primeira central nuclear ou que procuram expandir um programa de energia nuclear existente. A Abordagem de Marcos divide as atividades necessárias para estabelecer a infra-estrutura para um programa de energia nuclear em três fases progressivas de desenvolvimento, com a duração de cada uma dependente do grau de compromisso e de recursos aplicados no país. A conclusão de cada fase é marcada por um “marco” específico no qual o progresso pode ser avaliado e uma decisão pode ser tomada sobre a prontidão para passar para a próxima fase.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/international-atomic-energy-agency-38824_1280.png" length="105028" type="image/png" />
      <pubDate>Wed, 14 Aug 2024 14:24:13 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/orientacao-sobre-marcos-da-aiea-e-revisada-e-atualizada-para-incluir-consideracoes-sobre-smrs</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>TARIFA DE ANGRA 3 DEVE FICAR POUCO ACIMA DE R$ 500,00/MW</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/tarifa-de-angra-3-deve-ficar-pouco-acima-de-r-500-00-mw</link>
      <description>Retomada de Angra 3 vai ser discutida durante o XV SIEN, que prevê também um workshop sobre o primeiro SMR brasileiro</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           TARIFA DE ANGRA 3 DEVE FICAR POUCO ACIMA DE R$ 500,00/MW
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Retomada de Angra 3 vai ser discutida durante o XV SIEN, que prevê também um workshop sobre o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           primeiro SMR brasileiro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/CENTRAL+NUCLEAR+CNAA+%286%29.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O BNDES já concluiu os estudos de modelagem e viabilidade técnica e econômica para a retomada e conclusão das obras da usina nuclear Angra 3, e o preço da sua energia ficará “um pouco acima” de R$ 500 por MWh. A noticia foi dada pelo deputado federal Julio Lopes, presidente da Frente Parlamentar Nuclear e membro da Comissão de Minas e Energia da Câmara, à Agência Brasil Energia, em reportagem no último dia 09 de julho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Às vésperas da decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que deve se reunir em setembro próximo para “bater o martelo” sobre o futuro de Angra 3, à luz dos estudos do BNDES, a retomada das obras da terceira usina brasileira vai ser tema de debate durante o XV Seminário Internacional de Energia Nuclear (SIEN 2024), que acontece de 27 a 29 de agosto próximo, na sede da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro (Seaerj).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A edição 2024 do SIEN/ENCOM, que marca os 15 anos de realização do evento, vai promover também um grande debate sobre o projeto de desenvolvimento do primeiro reator nacional de pequeno porte – o SMR brasileiro. Em todo o mundo, já existem cerca de 80 projetos de SMRs em desenvolvimento, e o Brasil quer projetar o seu tendo como referência o Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (LABGENE), que será utilizado pela Marinha do País para validar todas as condições de operação possíveis do submarino de propulsão nuclear brasileiro .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Angra 3 deve decolar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com o deputado Júlio Lopes, o estudo do BNDES será encaminhado este mês à Eletronuclear, a tempo de que o preço da energia seja referendado pela EPE e de que o estudo possa ser aprovado na reunião do CNPE, prevista para acontecer em setembro de 2024. O parlamentar considerou muito adequada a precificação, em torno de quinhentos reais, o que é bastante abaixo do custo das termelétricas a hidrocarboneto que está em torno de setecentos e cinquenta reais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lopes está convicto de que tanto a EPE aprovará os cálculos do BNDES quanto o CNPE dará sua aprovação final para que possa ser preparado o edital de escolha do consórcio (epecista) que irá tocar a obra, estimada em cerca de R$ 20 bilhões. “Se Deus quiser, por volta de março do próximo ano estaremos dando reinício à obra”, afirmou à agência Brasil Energia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com as informações, a EPE precisará de 60 dias corridos para dar seu veredicto a respeito do estudo do BNDES a respeito da definição tarifária. Segundo o parlamentar fluminense, o atual governo não estava politicamente alinhado com a ideia da retomada da obra, mas esse alinhamento foi sendo construído” a partir da interação do Congresso Nacional com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Hoje”, disse Júlio Lopes à Agência Brasil Energia, “o ministro, que tem uma proximidade muito grande com o presidente Lula, entende perfeitamente o problema e está convicto de que não há outra opção a não ser executar e acabar a obra de Angra 3”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/CENTRAL+NUCLEAR+CNAA+%286%29.jpg" length="409598" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 15 Jul 2024 22:02:57 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/tarifa-de-angra-3-deve-ficar-pouco-acima-de-r-500-00-mw</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>BRASIL INICIA A DISCUSSÃO SOBRE O PROJETO DE SEU  PRIMEIRO REATOR NUCLEAR DE PEQUENO PORTE - SMRB</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/brasil-inicia-a-discussao-sobre-o-projeto-de-seu-primeiro-reator-nuclear-de-pequeno-porte-smrb</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/cabe%C3%83-a+ingles.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            BRASIL INICIA A DISCUSSÃO SOBRE O PROJETO DE SEU PRIMEIRO
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           REATOR NUCLEAR DE PEQUENO PORTE - SMRB
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Seguindo a tendencia mundial, tecnologia de SMRs poderá ser a  solução para uma matriz limpa e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           livre de termelétricas a carvão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-07-02+at+11.35.34.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No momento em que o governo discute com a sociedade as diretrizes do “Plano Clima”, com a possibilidade de substituir as termelétricas a carvão por Pequenos Reatores Modulares – os chamados SMRs, o setor nuclear brasileiro começa a discutir seu próprio projeto de reator modular de pequeno porte nacional – o SMR Brasileiro, tendo como referência o projeto do Laboratório de Geração Núcleo-Elétrica (LABGENE), da Marinha do Brasil, onde está sendo desenvolvido o protótipo do submarino de propulsão nuclear brasileiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O tema vai ganhar um dia inteiro de debates através de um workshop que acontecerá durante o XV Seminário Internacional de Energia Nuclear (SIEN 2024), marcado para o período de 27 a 29 de agosto próximo, na sede da SEAERJ (Rua do Rússel, nº 1, Glória, Rio de Janeiro). O workshop é uma parceria da Casa Viva, realizadora do SIEN 2024, com a Associação Brasileira de Energia Nuclear (Aben), que propôs o tema e convidou a Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. (Amazul) e a Marinha do Brasil, representada pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), para ajudar a criar e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           organizar o conteúdo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A edição 2024 do SIEN/ENCOM, que marca os 15 anos de realização do evento, vai colocar este desafio na mesa de debates. Além de outros como a conclusão de Angra 3, novas usinas, mineração de urânio e produção de combustível, entre outros. O evento terá formato híbrido (presencial e virtual), com transmissão ao vivo e tradução simultânea. Prevê também a realização do ENCOM – Encontro de Comunicação,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="null" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           ferramenta estratégica para sensibilizar a sociedade sobre os benefícios socioambientais e econômicos da tecnologia nuclear, além do workshop especial sobre o projeto do SMR Brasileiro.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O PROJETO DO SMR BRASILEIRO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora ainda tratado timidamente como “possibilidade”, o projeto de um SMR Brasileiro está muito próximo de virar realidade. A Amazul, por exemplo, já iniciou, recentemente, um processo interno de capacitação de pessoal e estudos voltados para os SMR. O objetivo da empresa é se estruturar para, no futuro, estar apta a desenvolver um projeto de SMR nacional (SMRB) que aproveite, na forma de spin off, todo o conhecimento tecnológico desenvolvido no Brasil e da cadeia produtiva do setor nuclear já existente em função do Programa Nuclear Brasileiro (PNB), do Programa Nuclear da Marinha (PNM) e do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (ProSub).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A realização deste evento durante o SIEN 2024 será muito oportuna em função do grande interesse mundial pelos reatores modulares de pequeno porte. Essa tecnologia traz uma mudança de paradigma e grande oportunidade de reduzir o tempo de construção e os custos iniciais de implantação associados às grandes centrais nucleares. Isso certamente levará a uma maior participação da energia nuclear na matriz energética global, com efeitos positivos para atual necessidade de redução de emissões de carbono, mantendo a necessária segurança energética pela diversificação das fontes (menor vulnerabilidade do sistema) e com a necessária garantia do abastecimento para atendimento das pessoas e da economia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além da geração de energia para o Sistema Integrado Nacional (SIN) ou para localidades isoladas, muitas outras aplicações estão sendo estudadas e desenvolvidas com base nos SMRs. Dentre as principais, e que possuem potencial de serem aproveitadas no Brasil, com a tecnologia aqui dominada (PWR), estão a geração de energia e calor para aplicações industriais, a produção de água potável por meio de dessalinização, a produção de hidrogênio sem geração de carbono ou gases do efeito estufa e a produção de combustíveis sintéticos que substituirão os combustíveis fósseis no futuro, dentre outras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Muito tem sido discutido, no Brasil e no exterior, com relação às possibilidades e sobre as novas tecnologias em estudo nos mais de 80 projetos de SMR em avaliação no exterior. O momento é oportuno para reunirmos todas as instituições e autoridades envolvidas nessas discussões sobre o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            futuro SMBR.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, este workshop terá um olhar voltado para o setor nuclear nacional, considerando os desenvolvimentos científicos e tecnológicos nacionais já alcançados, a capacidade de investimento e de parcerias, o aproveitamento e aprimoramento da cadeia produtiva existente, a necessidade de estruturação da formação de pessoal no médio e longo prazo, os desafios para o licenciamento ambiental e nuclear dessa nova forma de expansão do setor e a sempre presente necessidade de desmistificar a energia nuclear junto à opinião pública e aos decisores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SERVIÇO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           INFORMAÇÕES GERAIS:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           XV Seminário Internacional de Energia Nuclear – Rio de Janeiro / Brasil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Formato: híbrido com tradução simultânea
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           LOCAL: Sociedade dos Engenheiros e Arqiotetos do Estado do Rio de Janeiro – SEAERJ
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Endereço: Rua do Russel, Nº 1, Glória, Riop de Janeiro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           7º ENCOM: Encontro de Comunicação do Setor Nuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dia 29/08/2024
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Público on-line estimado: 2.000 pessoas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Workshop “SMR brasileiro. Uma proposta”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Temas em pauta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ø Tipo de reator e potência (térmica e elétrica) – LABGENE como referência (We estará associada às características das localidades onde serão instaladas e suas aplicações)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ø Tipo de combustível (LEU ou HALEU) (produção e suprimento)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ø Capacitação de pessoal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ø Localização (definição, licenciamento, construção) e Adaptabilidade para planta flutuante (FNPP)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ø Cadeia de suprimento e Produção nacional de componentes padronizados (design, engineering, procurement and contracting). Parcerias também
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           para operação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ø Principais aplicações (Off grid, calor industrial, dessalinização, produção de hidrogênio e synfuels)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ø Marcos regulatórios adaptados à tecnologia e ao Licenciamento (interação prévia com o regulador, projeto licenciado, licença para construção, comissionamento e licença de operação)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ø Financiamento = Fator Crítico (público, privado, misto, fomento) / (debt, equity, bonds..)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ø Aceitação Pública e Engajamento dos atores (Governos – 3 esferas, ONG, sindicatos, sociedade, academia e consumidores)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/conjunto+PATROCINO+SIEN+20244444444444.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-07-02+at+11.35.34.jpeg" length="165159" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 02 Jul 2024 18:41:23 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/brasil-inicia-a-discussao-sobre-o-projeto-de-seu-primeiro-reator-nuclear-de-pequeno-porte-smrb</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-07-02+at+11.35.34.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-07-02+at+11.35.34.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>NUCLEAR NO FUTURO DO SETOR ELÉTRICO</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/nuclear-no-futuro-do-setor-eletrico</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           NUCLEAR NO FUTURO DO SETOR ELÉTRICO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Armando Ribeiro de Araujo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/foto+usina+%281%29.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Setor Elétrico Brasileiro, da mesma forma que no restante do mundo, está passando por fortes mudanças principalmente nos dois extremos da cadeia de suprimento: na geração e nas unidades de consumo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas mudanças têm sido motivadas pelo esforço de descarbonização, e principalmente pela redução drástica ocorrida na última década, principalmente, dos custos de painéis fotovoltaicos e unidades de geração eólica. Com essas mudanças tem havido forte investimento em geração fotovoltaica e eólica por parte dos supridores de energia, tornando-se esses tipos de fontes dominantes nas novas instalações. No lado das unidades de consumo, está cada vez mais, popularizando-se a auto- geração por painéis solares, criando-se uma rede de geração distribuída.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse movimento deve continuar no futuro próximo. A Agência Internacional de Energia (AIE) estima que a produção global de eletricidade quase duplicará durante as próximas três décadas, aumentando de cerca de 26 800 Terawatts-hora (TWh) em 2020 para mais de 50 000 TWh em 2050, sendo todo esse aumento feito por fontes com baixas emissões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estima a AIE que até 2050, a energia solar fotovoltaica e a eólica juntas representarão quase metade do fornecimento de eletricidade. A energia hidrelétrica também continua a se expandir, emergindo como a terceira maior fonte de energia. A energia nuclear mantém apenas sua quota de mercado global de cerca de 10%, liderada por aumentos na China. Uso de gás natural e carvão na geração de eletricidade apresentam queda substancial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A AIE espera também que o hidrogênio e a amônia comecem a surgir como combustíveis para a produção de eletricidade ao redor de 2030, utilizado em grande parte em combinação com gás natural em turbinas a gás e com carvão em turbinas a carvão. Isto prolongaria a vida útil dos ativos existentes, contribuindo para o sistema elétrico reduzir emissões e custos de transformação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse horizonte e essas estimativas podem induzir a considerar que essas fontes, especialmente fotovoltaica e eólica, continuarão sendo a solução exclusiva para a expansão da geração de eletricidade por representarem o menor custo de investimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Surge, no entanto, duas condições técnicas que dificultam sobremaneira essa solução de menor custo: (a) a falta de capacidade de controle de despacho dessas fontes (que dependem a cada instante da fonte solar ou eólica, ambas controladas pela natureza); e (b) a variabilidade da capacidade de geração dessas fontes tanto no ciclo diário, como mensal e anual.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas dificuldades exigem que outros tipos de fontes despacháveis estejam conectadas ao sistema junto com essas fontes intermitentes. Será também necessário que o sistema disponha de reserva de energia para complementar a capacidade dessas fontes nos períodos (diário, mensal e anual). No horizonte considerado pela AIE estima-se que fontes hidrelétricas (já existentes e futuras) e baterias possam suprir essas necessidades.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quanto a hidrelétricas, inclusive usinas reversíveis, não resta dúvida técnica da capacidade de atender ao necessário. Resta, principalmente no caso brasileiro, o enfrentamento da dificuldade de permissão ambiental. E, no mundo como um todo, saber-se se ainda temos locais apropriados para centrais hidrelétricas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quanto a baterias, embora o custo das mesmas tenha mostrado bastante redução tem-se o problema da capacidade de armazenamento. Nas condições atuais, as baterias existentes no mercado permitem operação contínua por até quatro horas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Antes de discutir o uso de baterias para armazenar energia para prazos maiores, discutamos a origem de tal necessidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Usinas fotovoltaicas operam normalmente durante 12 horas, porém sua geração, além de variável, sofre variação também durante o ano. Curvas do portal do ONS mostram que a geração no período de carga pesada durante o período abril-agosto e praticamente 60% da geração no período janeiro-março.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Da mesma forma as usinas eólicas também mostram variação horária, diária e anual. O mesmo portal do ONS mostra que a geração no período de carga pesada durante o período janeiro-abril e praticamente 60% da geração no período junho-outubro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Portanto, uma estimativa rudimentar seria a necessidade de ter-se reserva de algo como 40% da capacidade instalada nas usines dessas fontes. Caso essa reserva seja feita com uso de baterias, a potência (em MW) instalada será de algumas vezes a necessidade devido ao tempo de descarga (ou seja, capacidade em MWh). Esse custo de armazenamento de energia deve ser considerado como parte integral da solução fotovoltaica/eólica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Da mesma forma deve se considerar que para poder armazenar essa energia ela tem que ser gerada e, portanto, o sistema deve ser projetado com excesso de capacidade instalada em relação a carga para poder ter capacidade de armazenar energia e simultaneamente suprir a carga.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Considera a AIE a possibilidade de gerarmos hidrogênio verde para ser usado como combustível em centrais térmicas a vapor. Realmente o hidrogênio poderia ser gerado, armazenado e servir como combustível, portanto a reserva de energia seria em hidrogênio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa solução, no entanto, também enfrenta grande dificuldade quanto a custo e lógica termodinâmica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A produção de hidrogênio verde por eletrólise atualmente apresenta eficiência de 60%. O hidrogênio possui alta capacidade energética por peso, porém muito baixa por volume. Portanto, para seu transporte ou terá que ser comprimido, ou para longas distâncias usar gasodutos específicos ou ser liquefeito. A liquefação exige energia estimada em 30% energia do próprio hidrogênio, portanto eficiência de 70%. Para servir de reserva de energia o hidrogênio teria que ser armazenado. O mais usual seria na forma líquida o que além do custo da instalação, resulta em perda por evaporação estimando-se eficiência de 90%. Finalmente o hidrogênio seria usado em célula de combustível ou como combustível em usina térmica convencional. Em ambos os casos a eficiência de geração não supera 30 a 40%. Portanto o ciclo completo desde a fabricação do hidrogênio usando eletricidade, seu transporte, armazenamento e conversão novamente em eletricidade teria uma eficiência global de 15%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Porém, fica a pergunta: e porque não se considera no planejamento da expansão a possibilidade de incluir usinas nucleares além dessas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           fontes intermitentes?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ora, porque nucleares são usinas de base, que operam sem fazer seguimento de carga!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns artigos recentes desafiam essa crença.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O primeiro é um artigo publicado na revista Applied Energy de autoria de Jesse Jenkins, pesquisador do MIT Energy Initiative. Durante o verão de 2015, ele trabalhou como pesquisador no Laboratório Nacional de Argonne em dois projetos de sistemas de energia: um sobre o papel do armazenamento de energia em uma rede elétrica de baixo carbono e outro sobre o papel das usinas nucleares. Ligar os dois projetos, diz ele, teve o objetivo de utilizar novas fontes de flexibilidade operacional para integrar mais recursos renováveis ​​na rede.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A conclusão dessa pesquisa foi que as centrais nucleares geralmente operam em plena capacidade, mas também são tecnicamente capazes de operar de forma mais flexível. Essa capacidade permite que elas respondam dinamicamente às mudanças sazonais na demanda ou às mudanças horárias. Os reatores também poderiam fornecer a regulação de reserva e os serviços de reserva necessários para equilibrar a oferta e a demanda. De acordo com Jenkins, todos os projetos de reatores atualmente licenciados ou em construção nos EUA, Canadá e Europa são capazes de operação flexível, assim como muitos reatores mais antigos atualmente em serviço.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O segundo artigo com a mesma conclusão foi publicado no HALL Open Science – Open and Share Knowledge de autoria de Patrick Morilhat, Stéphane Feutry, Christelle Le Maitre, Jean Melaine Favennec. Com o título Nuclear Power Plant flexibility at EDF.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A conclusão deste artigo indica que a operação flexível de reatores nucleares é possível e existe nos 58 reatores da EDF operando por mais de 30 anos. A EDF indica que não houve impacto perceptível ou incontrolável na segurança ou no meio ambiente, nem tampouco custos adicionais significativos de manutenção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, a operação flexível requer um projeto adequado da usina (margens de segurança, equipamentos auxiliares) e treinamento adequado dos operadores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nessas três décadas essas usinas mostraram ter capacidade de operar com flexibilidade inclusive com duas reduções significativas de potência por dia, reduzindo a geração de 100% para 20% da potência nominal em meia hora. Essas operações são seguras e capazes de equilibrar a geração com a demanda, mesmo com energias renováveis ​​na rede.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para o futuro, ainda existe a intenção de incluir recursos de flexibilidade nas especificações para futuros pequenos reatores modulares (SMRs, unidades que variam de 50 a 300 MW). As usinas SMR eliminam muitos dos sistemas complexos encontrados em usinas nucleares convencionais. Essas usinas são fabricadas em módulos padronizados por cada fabricante e sua construção civil é simplificada. Seu menor porte e padronização permite sua instalação em mais variadas localizações e o aumento de sua segurança permite instalação mais próxima dos centros de carga tornando-as menos dispendiosas para construção e operação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fica, portanto, a pergunta: Por que não se considera no planejamento da expansão a possibilidade de incluir usinas nucleares além dessas fontes intermitentes?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/foto+usina+%281%29.jpg" length="24397" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 27 Oct 2023 20:16:48 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ELETRONUCLEAR LANÇA PRIMEIRO SIMULADOR EM REALIDADE VIRTUAL DA AMÉRICA DO SUL</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/eletronuclear-lanca-primeiro-simulador-em-realidade-virtual-da-america-do-sul</link>
      <description>Projeto é resultado da tese de mestrado de um profissional da empresa</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ELETRONUCLEAR LANÇA PRIMEIRO SIMULADOR EM REALIDADE VIRTUAL DA AMÉRICA DO SUL*
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Projeto é resultado da tese de mestrado de um profissional da empresa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/Simulador+Eletronuclear+-+aNGRA+DOS+rEIS.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Eletronuclear desenvolveu o primeiro simulador em realidade virtual da América do Sul para operadores nucleares, um passo pioneiro na capacitação desses profissionais. A tecnologia de ponta está revolucionando o treinamento e aprimorando a segurança e a disponibilidade de energia fornecida pela central nuclear de Angra dos Reis. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os operadores se dividem entre aqueles que atuam na sala de controle das usinas nucleares e os que atuam diretamente no campo, os chamados operadores de área, que trabalham presencialmente em determinadas instalações físicas. Entre elas, estão os edifícios do reator, de sistemas elétricos, do turbogerador e da tomada d'água.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todos se empenham para manter o funcionamento dos diversos sistemas das usinas e passam por rigorosos treinamentos para lidar com situações operacionais e de emergência, de modo a prevenir acidentes que coloquem o meio ambiente e a população em risco e garantir a geração de energia das usinas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Os operadores sempre receberam um excelente treinamento. Entretanto, a parte prática é muito mais difícil de ser realizada por aqueles que atuam no campo. A nova tecnologia contribui para que conheçam as manobras mais delicadas na prática, antes de entrar na usina nuclear, complementando o treinamento já existente”, explica o instrutor do simulador de Angra 2, Gustavo Pinheiro, que desenvolveu o projeto com o apoio de vários empregados da empresa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, tanto Angra 1 quanto Angra 2, localizadas na Costa Verde fluminense, já contam com simuladores que são réplicas fiéis de suas salas de controle e servem para a preparação e requalificação dos operadores que atuam nesse ambiente. O simulador virtual é capaz de potencializar e dar continuidade aos treinamentos práticos desses profissionais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A função dessa nova ferramenta de Angra 2 é simular a operação de uma das atividades delicadas realizadas na sala das bombas de água de refrigeração principal, responsáveis por conduzir a fonte fria (água do mar) para os condensadores, que transformam o vapor d'água na saída das turbinas em água líquida. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “É possível reproduzir possíveis falhas previstas no manual de operação. Tudo é feito de tal forma que o especialista se sinta, de fato, operando o equipamento, experimentando os desafios da tarefa, como lidar com som ambiente, localização física de instrumentos e funcionalidades do painel. Isso complementa a preparação daqueles que já tinham acesso ao simulador físico, assim como contribui para o treinamento e requalificação dos operadores de área", conta Pinheiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O projeto foi desenvolvido pelo instrutor em 2021 a partir de uma tese de mestrado, apresentada no programa de pós-graduação em Ciência e Tecnologia Nucleares do Instituto de Engenharia Nuclear (IEN), ligado à Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No mesmo ano, a Eletronuclear promoveu a contratação de uma empresa, que venceu o processo de seleção e tirou o projeto do papel. Todos os profissionais da organização podem utilizar o simulador em realidade virtual por meio de um computador que funciona com telas de touch screen, capaz de rodar o sistema sem interrupções. Em 2023, houve o primeiro teste da tecnologia aplicada em capacetes
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           em 3D. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Eu já fui operador de área e sentia a necessidade de treinar na prática antes de fazer minhas tarefas para valer, situação que só era possível em casos especiais, como durante uma parada da usina para troca de combustível. Sem dúvidas, o simulador em realidade virtual se soma aos outros protocolos de segurança já estabelecidos pela Eletronuclear”, finaliza Gustavo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           *Transcrito do Site da Eletronuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/Simulador+Eletronuclear+-+aNGRA+DOS+rEIS.jpeg" length="106751" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 28 Sep 2023 18:30:56 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Rio de Janeiro se consolida como capital nuclear em 2023</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/rio-de-janeiro-se-consolida-como-capital-nuclear-em-2023</link>
      <description>​ Eletronuclear registra recorde de pessoas interessadas no tema*</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rio de Janeiro se consolida como
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           capital nuclear em 2023
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ​
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Eletronuclear registra recorde de pessoas interessadas no tema*
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/Observat%C3%B3rio+Nuclear+%281%29.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cinquenta mil pessoas conheceram o funcionamento e a segurança das usinas nucleares brasileiras por meio das atividades realizadas pelo Observatório
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nuclear (ON). Faltando quase quatro meses para o fim de 2023, o ON já atingiu o número alcançado em todo o ano passado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O centro de visitação gratuito da empresa fica localizado às margens da rodovia Rio-Santos, na altura de Angra dos Reis, e faz parte da Central Nuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Almirante Álvaro Alberto (CNAAA).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O espaço moderno e interativo proporciona informações sobre a geração de energia elétrica a partir de reatores nucleares, a história do setor no Brasil e os
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           cuidados que a Eletronuclear tem com a segurança.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Trata-se de um ambiente tecnológico com totens informativos e profissionais altamente capacitados para proporcionar uma experiência imersiva ao
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           visitante, possibilitando que ele conheça tudo sobre as usinas nucleares de Angra”, conta o chefe do Departamento de Relações Públicas e Comunicação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Regional da Eletronuclear, José Chahim.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além das visitas presenciais ao local, o recorde também contempla aqueles que participaram de outras iniciativas do Observatório Nuclear, como
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           atividades itinerantes. Somente em janeiro deste ano, mais de nove mil pessoas foram alcançadas pelas ações da equipe. Julho foi o segundo mês mais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           positivo do ano, passando de oito mil interessados no assunto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “A expectativa para 2023 é ampliar ainda mais as atrações no ON. Planejamos construir uma varanda panorâmica, lojas de souvenirs e um ambiente para
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           comercialização de artesanato pelas comunidades tradicionais. A meta é alcançar 75 mil pessoas com nosso trabalho ainda neste ano”, completa o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           superintendente de Comunicação Institucional da Eletronuclear, Marco Antonio Torres. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Observatório Nuclear representa uma oportunidade para mitigar a desinformação sobre a operação e a segurança das usinas nucleares. O espaço
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           é uma ferramenta da política de transparência e esclarecimento com a sociedade da Eletronuclear. Entre os principais visitantes do espaço estão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           escolas regionais, universidades e entidades profissionais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além de exercer o papel fundamental de informar, o Observatório é uma atração turística regional. Ele funciona de segunda a sexta-feira, e também aos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           sábados, domingos e feriados. O local é pet friendly e conta com acessibilidade para cadeirantes, além de wi-fi disponível para os visitantes. Outras
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           informações podem ser obtidas pelo telefone (24) 3362-9063/9770 ou pelo e- mail centinf@eletronuclear.gov.br.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Transcrito do Site da Eletronuclear*
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/Observat%C3%B3rio+Nuclear+%281%29.jpeg" length="149153" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 21 Sep 2023 19:23:20 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/rio-de-janeiro-se-consolida-como-capital-nuclear-em-2023</guid>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>AMAZUL E INB ASSINAM CONTRATO PARA PROJETO DA 2ª FASE DA USINA DE ENRIQUECIMENTO DE URÂNIO</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/amazul-e-inb-assinam-contrato-para-projeto-da-2-fase-da-usina-de-enriquecimento-de-uranio</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Projeto deixa o Brasil mais próximo da autosuficiência post
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           The body content of your post goes here. To edit this text, click on it and delete this default text and start typing your own or paste your own from a different source.	A Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. – AMAZUL acaba de assinar contrato com a Indústrias Nucleares do Brasil (INB) para prestação de serviços de engenharia destinados ao desenvolvimento do projeto básico referente à segunda fase da implantação da Usina de Enriquecimento Isotópico de Urânio da Fábrica de Combustível Nuclear (FCN). A Fundação Parque de Alta Tecnologia da Região de Iperó e Adjacências (PATRIA) participa como fundação de apoio, realizando a gestão administrativa e financeira do contrato.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Usina de Enriquecimento Isotópico de Urânio está sendo implantada de forma modular, em duas fases. A primeira, que foi concluída no final de 2022, conta com 10 cascatas de ultracentrífugas em operação, destinadas ao enriquecimento de urânio, que é transformado em combustível nuclear pela INB e enviado às usinas de Angra. O empreendimento permite à INB atender a 70% da demanda das recargas anuais de Angra 1, reduzindo seu grau de dependência na contratação do serviço no exterior para a produção de combustível das usinas nucleares nacionais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Com a segunda fase de implantação, denominada Usina Comercial de Enriquecimento de Urânio (UCEU), a INB deverá operar com mais 30 cascatas de ultracentrífugas, o que garantirá ao Brasil a autossuficiência no enriquecimento de urânio. A previsão é de que, até o ano de 2033, a empresa tenha capacidade de atender, com produção totalmente nacional, à demanda de combustível de Angra 1 e de Angra 2 e, até 2037, às necessidades de Angra 3.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para o presidente da INB, Carlos Freire Moreira, esse empreendimento “deve ser motivo de orgulho para todos os brasileiros, visto que o enriquecimento isotópico de urânio é uma tecnologia de ponta e 100% nacional, desenvolvida pela Marinha do Brasil em parceria com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A parceria com a INB começou em 2015, quando a AMAZUL assinou contrato para a elaboração de projeto conceitual e básico da Unidade de Testes e Preparação de Equipamentos Críticos e Treinamento da Fábrica de Combustível Nuclear.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O diretor-presidente da AMAZUL, Newton Costa, também destacou a importância do projeto, “que contribui para diversificar a matriz e garantir a segurança energética do País com energia limpa, com impactos positivos no enfrentamento das mudanças climáticas”.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre as empresas envolvidas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A AMAZUL foi constituída em 2013 com o objetivo de absorver, promover, desenvolver, transferir e manter atividades do Programa Nuclear da Marinha (PNM), do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) e do Programa Nuclear Brasileiro (PNB). A empresa participa de vários empreendimentos, entre eles o desenvolvimento do submarino convencionalmente armado com propulsão nuclear; o projeto do Reator Multipropósito Brasileiro, conduzido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN); o projeto de extensão da vida útil de Angra I, em parceria com a Eletronuclear; e o desenvolvimento de dispositivo de assistência ventricular (DAV) para pacientes com insuficiência cardíaca, junto com a Fundação Zerbini – INCOR. Hoje, a AMAZUL é a maior contratante de engenheiros na área nuclear.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A INB atua na cadeia produtiva do minério de urânio, o "ciclo do combustível nuclear", que inclui a mineração, o beneficiamento, o enriquecimento, a fabricação de pó, pastilhas e do combustível que abastece as usinas nucleares brasileiras. Empresa pública vinculada à Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar), a INB exerce, em nome da União, o monopólio da produção e comercialização de materiais nucleares. Também atua na execução de serviços de engenharia do combustível e na produção de componentes dos elementos combustíveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      A Fundação PATRIA foi instituída por meio de um convênio entre a Marinha do Brasil, o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação e a Prefeitura de Iperó/SP, tendo por objetivo criar condições para a instalação de indústrias de alta tecnologia na região de Iperó/SP, prioritariamente de empreendimentos da área nuclear.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/Assinatura+de+contrato+AMAZUL+e+INB+%28UCEU%29_27_7_23-a9e41b4e.jpg" length="30173" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 28 Jul 2023 17:12:43 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/amazul-e-inb-assinam-contrato-para-projeto-da-2-fase-da-usina-de-enriquecimento-de-uranio</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/Assinatura+de+contrato+AMAZUL+e+INB+%28UCEU%29_27_7_23-a9e41b4e.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>CADA MÊS ADICIONAL FAZ ANGRA 3 FICAR R$ 100 MILHÕES MAIS CARA</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/cada-mes-adicional-faz-angra-3-ficar-r-100-milhoes-mais-cara</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CADA MÊS ADICIONAL FAZ ANGRA 3 FICAR R$ 100 MILHÕES MAIS CARA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Valor da tarifa se deve ao custo da ineficiência ou da indecisão e não da geração nucleoelétrica. Suspender a obra, como sugere novo conselheiro da ENBPar só aumentaria o prejuízo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/OBRA+DE+ANGRA+3+-+VISTA+LOCAL+%281%29.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Cada mês adicional ao cronograma para o início da operação comercial da usina de Angra 3 agrega cerca de R$100 milhões ao custo total do empreendimento, a maior parte devido a despesas financeiras. Esse preço inclui, portanto, aquilo que se poderia chamar de custo de indecisão ou custo da ineficiência, que não se relacionam com a geração nucleoelétrica propriamente dita”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa é a conclusão de uma análise mais detalhada sobre a questão de Angra 3 feita para a Associação Brasileira de Energia Nuclear (Aben) por um de seus especialistas e associado, o engenheiro nuclear Leonam dos Santos Guimarães. A análise demonstra que o preço de venda da energia de Angra 3, considerado alto em termos absolutos e utilizado como argumento pelo consultor Nelson Hubner para defender o abandono da obra pelo governo, se deve ao fato de agregar custos associados às paralizações e atrasos decorrentes de processos longos de tomada de decisão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Novo conselheiro da ENBPar, nova estatal que substituiu a Eletrobras no controle da Eletronuclear, INB e Itaipu, Nelson Hubner reuniu a imprensa no último dia 26/06, para afirmar que uma de suas metas pessoais no governo será convencer o presidente Lula a abandonar o projeto de conclusão de Angra 3.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A declaração provocou forte reação do setor, pois caso essa seja a decisão do governo, o Brasil vai ter de arcar com um prejuízo de bilhões, já qeu as obras da terceira usina nuclear brasileira estão em pleno desenvolvimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Além disso, o custo para a conclusão de Angra 3 até 2029 gira em torno de R$ 20 bilhões e para desmobilização do que já foi construído (mais de 70%) será de cerca de R$ 13 bilhões, sem falar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            no prejuízo social de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5 mil empregos diretos e 20 mil indiretos. Isso significa que abandonar as obras de Angra 3 vai exigir um gasto de R$ 13 bilhões para que, no final das contas, o país deixe de gerar 1,4 GW de energia nuclear limpa e segura. O custo para descomissionar o que já foi construído é quase igual ao custo para concluir a usina.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Setor reage
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A proposta do ex-ministro e diretor da Aneel é totalmente incoerente do ponto de vista econômico, financeiro, social, ambiental, técnico e político, avaliam especialistas do setor. C
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           aso os chamados “custos da ineficiência” fossem expurgados do cálculo final, o valor da tarifa seria significativamente reduzido, afirmam, lembrando ainda que, durante a recente crise hídrica, foi necessário pagar valores de MWh que chegaram a ultrapassar R$ 2.000. “Pode-se assim depreender que o preço de venda da energia de Angra 3 não é tão elevado em termos relativos”, explicam.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Do ponto de vista elétrico, a Unidade Termonuclear (UTN) Angra 3 traz os seguintes principais benefícios relacionados ao desempenho elétrico da Rede Básica de suprimento à área Rio de Janeiro/Espírito Santo, segundo a análise da Aben:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           a) Permite manter a qualidade do suprimento em situações de parada das UTNs Angra 1 e Angra 2, para recarga ou manutenção;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           b) Aumenta os limites de transmissão para a área Rio de Janeiro/Espírito Santo, reduzindo tanto a necessidade do uso de Sistemas Especiais de Proteção (SEPs) de corte de carga, principalmente em situações de contingências duplas, quanto a de geração térmica em situações de parada das UTNs Angra 1 e Angra 2, para recarga ou manutenção ou situações de indisponibilidade de Linhas de 500 kV;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           c) Melhora o perfil de tensão nas malhas de 500 kV, 440 kV e 345 kV da região Sudeste, decorrente da redistribuição de fluxo através de atendimento local ao centro de carga (Rio de Janeiro e Espírito Santo).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na contramão do mundo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                           A proposta do ex-ministro Nelson Hubner, mais do que um retrocesso, é uma demonstração completa de ignorância sobre o que acontece no resto do -planeta. A Suécia é o exemplo mais recentre disso.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao contrário do que propõe Hubner, o governo sueco acaba de abandonar suas metas de fornecimento de “energia 100% renovável” em meio a uma mudança de volta para a energia nuclear. Ao anunciar a nova política no Parlamento sueco, a Ministra das Finanças Elisabeth Svantesson disse: “Isso cria as condições para a energia nuclear. Precisamos de mais produção de eletricidade, precisamos de eletricidade limpa e precisamos de um sistema de energia estável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se levada à frente, a sugestão do consultor do governo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            coloca o Brasil na
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            contramão do resto do mundo, que já vê a energia nuclear como uma energia limpa, de alta potência e de muita estabilidade,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ignorando a questão ambiental gerada pelas mudanças climáticas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . São características que fazem todo o sentido para o sistema elétrico brasileiro. O país precisa de perenidade, constância e fornecimento ininterrupto – e quem pode prover todas essas qualidades é a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           energia nuclear.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Daí a importância de o setor nuclear ser tratado como Política de Estado e não de governo. Segundo diversos especialistas, a área nuclear não pode viver de “soluços”, mudando suas diretrizes e prioridades ou sofrendo interrupções conforme o gosto de governos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Segundo dados da Associação Nuclear Mundial (WNA, na sigla em inglês), existem 447 reatores nucleares em operação no mundo, em 30 países, responsáveis pela geração de 10% de toda a energia consumida no planeta. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) lista 56 reatores em construção no mundo atualmente, a maior parte na Ásia. Os países com mais reatores são EUA (92), França (56) e China (55).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mais Informações
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           www.sienbrasil.com.br
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (21) 3301-3208 / 99699-1954
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/conjunto+apoio-268865b7.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/OBRA+DE+ANGRA+3+-+VISTA+LOCAL+%281%29.jpeg" length="168175" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 29 Jun 2023 16:35:36 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/cada-mes-adicional-faz-angra-3-ficar-r-100-milhoes-mais-cara</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/OBRA+DE+ANGRA+3+-+VISTA+LOCAL+%281%29.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/OBRA+DE+ANGRA+3+-+VISTA+LOCAL+%281%29.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Eletronuclear busca reverter embargo às obras de Angra 3</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/eletronuclear-busca-reverter-embargo-as-obras-de-angra-3</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Eletronuclear busca reverter embargo às obras de Angra 3
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/angra+3+-+2+%282%29+%282%29.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Devido à repercussão nas redes sociais e na imprensa do embargo às obras de Angra 3, a Eletronuclear esclarece que está empenhada em revertê-lo, buscando um diálogo construtivo com o município de Angra dos Reis para esclarecer as questões apresentadas e encontrar uma solução que permita a retomada das atividades no canteiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É fundamental ressaltar que a paralisação da construção de Angra 3 traz consequências que vão além do âmbito do término da usina, afetando a economia e o bem-estar da população local. Assim, a Eletronuclear deseja retomar a construção da unidade o quanto antes, garantindo os benefícios que sua conclusão trará para a região. Para isso, não descarta medidas judiciais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre as condicionantes socioambientais ligadas à construção da usina, a Eletronuclear reforça que, na próxima semana, terá mais uma oportunidade de apresentar à sociedade, à imprensa e aos gestores municipais todas as entregas realizadas pela empresa, além esclarecer as dúvidas da população local sobre o tema. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A companhia fará uma apresentação sobre a questão no Seminário de Devolução das Ações Socioambientais da Central Nuclear de Angra, em parceria com o Ibama, na próxima quinta-feira (25), no Cineteatro de Praia Brava, em Angra dos Reis. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante o evento, a Eletronuclear apresentará – assim como em audiências públicas realizadas nas câmaras Municipal de Angra dos Reis e dos Deputados, em Brasília – o contexto envolvendo os convênios com as três prefeituras da Costa Verde. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale destacar que todos os convênios firmados pela companhia com os municípios locais podem ser acompanhados pelo link
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.eletronuclear.gov.br/Acesso-a-Informacao/Paginas/Convenios.aspx." target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.eletronuclear.gov.br/Acesso-a-Informacao/Paginas/Convenios.aspx.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/angra+3+-+2+%282%29+%282%29.jpg" length="437597" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 26 May 2023 16:52:36 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/eletronuclear-busca-reverter-embargo-as-obras-de-angra-3</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/angra+3+-+2+%282%29+%282%29.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/angra+3+-+2+%282%29+%282%29.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Sensacionalismo X responsabilidade</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/sensacionalismo-x-responsabilidade</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Parágrafo Novo
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sensacionalismo X responsabilidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Jairo Bastos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Engenheiro da NUCLEP. Doutorando em Engenharia Nuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Esta semana voltou aos veículos de imprensa o suposto vazamento que teria ocorrido em 16/09/2022 na Central Nuclear de Angra I, operada pela Eletronuclear, porquê o IBAMA autuou a empresa em cerca de R$ 2 milhões, por considerar que a empresa "demorou" para comunicar, suposto vazamento de material radioativo.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            No dia 29 de setembro de 2022, uma denúncia anônima ao canal da ouvidoria do Inea, relatava despejo de milhares de litros de líquido contaminado para o mar, na tarde do dia 30 de setembro de 2022, técnicos do IBAMA e da CNEN, estiveram na unidade, para verificar a procedência das acusações e solicitar mais informações.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             Na ocasião a Eletronuclear esclareceu em nota, que durante uma inspeção de rotina em área controlada da unidade, foi detectado um ligeiro aumento dos níveis de radiação.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             De acordo com a Norma CNEN – NN – 3.01 de 13/03/2014. “Diretrizes Básicas de Proteção Radiológica”, o limite de Radiação Natural proveniente da radiação natural é 2,4mSv Natural +1mSv artificial e esses valores não consideram exposições por exames médicos, pois geralmente nesses casos, os benefícios dos exames superam os prejuízos à exposição.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            A Eletronuclear afirma ter encontrado valor 1.000 vezes menor que o Limite Anual de Radiação para público geral.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             Para se ter ideia, o valor verificado pela companhia, foi bem menor do que o recebido por um indivíduo submetido a uma radiografia de tórax, que fornece uma dose média de cerca de 0,02mSv. Portanto os valores detectados, segundo a Eletronuclear é menos de 2% do limite de dose para indivíduos do público geral estabelecido nas normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), sendo assim, o LMA - Laboratório de Monitoração Ambiental da companhia concluiu não ter havido impacto radiológico para o meio ambiente.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Segundo a Eletronuclear, essa alteração no nível de radiação foi detectado no interior de uma das salas de trabalho.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             Também segundo a Eletronuclear, as equipes de proteção radiológica e do Laboratório de Monitoração Ambiental da empresa saíram a campo e não identificaram qualquer contaminação radiológica na descarga para o mar nem no meio ambiente.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             Desta forma a Eletronuclear esclarece que o evento foi classificado como incidente, não havendo necessidade de notificação aos órgãos ambientais e à Prefeitura de Angra dos Reis, conforme preconiza a licença de operação da Central Nuclear, emitida pelo Ibama.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             De acordo com a Norma CNEN-NE-3.02 - “SERVIÇOS DE RADIOPROTEÇÃO.” Acidente é o desvio inesperado e substancial das condições normais de operação de uma instalação que possa resultar em danos à propriedade e ao meio ambiente ou em exposição de trabalhadores e de indivíduos do público acima dos limites primários de dose equivalente estabelecidos pela CNEN.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             A companhia frisa que vai recorrer junto ao Ibama, uma vez que entende ter cumprido o que determina a legislação.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           :
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
            1 - 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://lnkd.in/djXCEXFu" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://lnkd.in/djXCEXFu
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
            2 - CNEN/NN 3.01
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
            3 - CNEN/NE-3.02
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/ANGRA+1+E+2+-+bAIA+DE+iTAORNA.png" length="1081406" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 27 Mar 2023 19:52:39 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/sensacionalismo-x-responsabilidade</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/ANGRA+1+E+2+-+bAIA+DE+iTAORNA.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/ANGRA+1+E+2+-+bAIA+DE+iTAORNA.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>GOVERNO CRIA REDE DE COMUNICAÇÃO PARA FAMILIARIZAR SOCIEDADE CIVIL COM A TECNOLOGIA NUCLEAR</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/governo-cria-rede-de-comunicacao-para-familiarizar-sociedade-civil-com-a-tecnologia-nuclear</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    
          Título Novo
         &#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           GOVERNO CRIA REDE DE COMUNICAÇÃO PARA FAMILIARIZAR SOCIEDADE CIVIL COM A TECNOLOGIA NUCLEAR
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Especializada em eventos na área nuclear e em comunicação,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            CASA VIVA
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            vai integrar o grupo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Comitê de Desenvolvimento do Programa Nuclear Brasileiro (CDPNB), coordenado pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR), começou a colocar em prática um Plano de Comunicação Social criado para o Setor Nuclear Brasileiro, com o objetivo de desenvolver ações destinadas a familiarizar a sociedade com os diversos benefícios sociais, econômicos e ambientais da tecnologia nuclear e das radiações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Plano institui também a Rede de Comunicação Social do Setor Nuclear, visando à sinergia na divulgação das ações de comunicação e a interação com a sociedade brasileira. Dentre as atribuições da Rede, destaca-se a elaboração do Programa Geral de Atividades de Comunicação Social para o Setor Nuclear em 2023 (PGA-2023), o qual consiste em um cronograma contendo a previsão das ações e eventos para promoção e difusão da tecnologia nuclear a serem realizados ao longo do ano de 2023.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A referida Rede, coordenada pelo CDPNB-GSI/PR, vai reunir, além da Secretaria de Comunicação da Presidência (SECOM/PR), representantes de ministérios considerados estratégicos para as ações, institutos de pesquisa, empresas públicas da área nuclear, associações técnicas e profissionais, sociedades médicas e científicas e outras instituições especializadas do setor, como a Casa Viva Eventos, que atua há cerca de 30 anos nas áreas de meio ambiente e energia nuclear e foi convidada a integrar o grupo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A expectativa é que a iniciativa ajude a uniformizar e coordenar, de forma integrada, as atividades de comunicação social dos entes públicos, associações e sociedades civis organizadas, harmonizadas com a visão do Estado para o desenvolvimento do setor nuclear, a fim de somar esforços para levar informação sobre os benefícios para a sociedade nas suas diversas aplicações: saúde, agricultura, energia, ciência e tecnologia, defesa e meio ambiente. A primeira reunião do grupo está marcada para o dia 13 de fevereiro de 2023, em Brasília, e terá a seguinte pauta:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            a) elaboração do PGA-2023, que congregará os eventos técnicos, científicos e/ou de difusão de conhecimento da tecnologia nuclear (conferências, seminários, webinars, visitas técnicas etc.) para o ano de 2023, de interesse do setor nuclear, conduzidos pelos órgãos governamentais e não-governamentais;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            b) ações de comunicação social desenvolvidas e planejadas pelos entes da Rede;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            c) desenvolvimento de Plano de Ação por cada Ente da Rede; e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           d) propostas de ações efetivas para sensibilizar e engajar a alta administração, os gestores e servidores públicos para o tema Nuclear.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Usos da radiação em debate
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fazendo jus à sua visão e sensibilidade às demandas do setor, a Casa Viva se antecipou e criou um evento denominado “Múltiplas Aplicações da Energia Nuclear e das Radiações – Átomo agora”, marcado para o próximo dia 15 de maio, no0 Rio de Janeiro. Com apoio já aprovado da Eletronuclear, o objetivo é debater os benefícios socioeconômicos e ambientais da tecnologia nuclear.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O evento abre o calendário da Casa Viva Eventos de 2023, que também prevê na agenda, em setembro, a realização da XIV edição do Seminário Internacional de Energia Nuclear (SIEN 2023).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em formato presencial, com transmissão ao vivo e tradução simultânea, o Seminário Múltiplas Aplicações da Energia Nuclear e das Radiações – Átomo agora vai trazer para debate os variados usos da tecnologia da radiação, que hoje está presente em vários segmentos da sociedade e da economia, mas cujas diversas aplicações, benefícios e segurança não são suficientemente conhecidos por diversos segmentos do setor produtivo e socioeconômico e ambiental, que poderiam se beneficiar deles, mas não o fazem por desconhecimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A tecnologia nuclear e das radiações gera benefícios muito além da produção de energia, que são imprescindíveis à sociedade e à economia, especialmente nas áreas de medicina, através de diagnósticos, tratamento e controle do câncer, e outras igualmente importantes para a competitividade das indústrias. Está presente também na agricultura, dessalinização, tratamento de água, defesa, transporte, produção de hidrogênio etc.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Rede de Comunicação: - participantes
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Academia Brasileira de Ciências
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Amazônia Azul Tecnologias de Defesa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Associação Brasileira para Desenvolvimento de Atividades Nucleares
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Associação Brasileira de Energia Nuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Associação Brasileira de Física Médica
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Casa Viva Eventos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Comissão Nacional de Energia Nuclear
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Eletronuclear S.A.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Indústrias Nucleares do Brasil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Secretaria-Executiva do Ministério da Agricultura e Pecuária
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Secretaria-Executiva do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Secretaria-Executiva do Ministério da Educação
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Secretaria-Executiva do Ministério da Saúde
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Secretaria-Executiva do Ministério de Minas e Energia
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Secretaria-Executiva da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Secretaria-Geral do Ministério da Defesa
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Secretaria-Geral do Ministério das Relações Exteriores
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sociedade Brasileira de Biociências Nucleares
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sociedade Brasileira de Proteção Radiológica
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sociedade Brasileira de Radioterapia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/FOTO+PARA+A+CABE%C3%87A.jpg" length="36218" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 25 Jan 2023 19:44:28 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/governo-cria-rede-de-comunicacao-para-familiarizar-sociedade-civil-com-a-tecnologia-nuclear</guid>
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      </media:content>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Fusão a laser com ganho de energia – não foi bem assim! Amir Zacarias Mesquita*</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/fusao-a-laser-com-ganho-de-energia-nao-foi-bem-assim-amir-zacarias-mesquita</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Parágrafo Novo
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fusão a laser com ganho de energia – não foi bem assim!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ​Amir Zacarias Mesquita*
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (Transcrito do Site da Eletronuclear - https://www.eletronuclear.gov.br/Imprensa-e-Midias/Paginas/Fus%C3%A3o-a-laser-com-ganho-de-energia-%E2%80%93-n%C3%A3o-foi-bem-assim!-(artigo).aspx
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As condições para desencadear as reações em cadeia de fusão são altíssimas temperaturas e pressão. Essas condições são alcançadas, desde 1949, com a bomba de hidrogênio, ou bomba termonuclear (fusão descontrolada), que é iniciada com a detonação de um artefato de fissão. O controle da reação de fusão tem sido tentado há vários anos, mas, até o momento, não se conseguiu manter as reações em cadeia de modo que se tenha um ganho positivo de energia. Ou seja, se gasta mais energia para criar e manter o plasma confinado do que a energia que se pode aproveitar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE) anunciou em 13 de dezembro 2022 que os pesquisadores do Laboratório Nacional Lawrence Livermore (LLNL, em inglês), na Califórnia, conseguiram mais energia do que a energia dos feixes de laser utilizados para iniciar reações de fusão nuclear. Experimentos de fusão com laser têm sido tentados, mas sempre se gasta mais energia para iniciar o processo de fusão do que a energia produzida. Mas nenhum experimento de fusão nuclear havia conseguido produzir mais energia do que a energia do laser utilizada nos experimentos (fusão a laser). O que não foi plenamente divulgado é que, para produzir o feixe de laser, utilizou-se cerca de 150 vezes mais energia elétrica do que a produzida no processo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No experimento, foi utilizado um poderoso laser de 192 feixes que penetrou num pequeno cilindro, gerando um bombardeiro de raios X, que, por sua vez, comprimiu uma pastilha de combustível do tamanho de um grão de ervilha, constituída de deutério e trítio (D-T ou H-2 e H-3). Instantaneamente (menos de 100 trilionésimos de segundo), o laser, com energia de 2,05 megajoules (MJ), bombardeou a pastilha de D-T. Então, foram liberados nêutrons e partículas alfa (núcleo do Hélio ou He). Os nêutrons escapam, e as partículas alfa depositam sua energia no combustível denso, aquecendo-o ainda mais, produzindo 3,15 MJ de energia da reação de fusão, um fator de 1,54 de ganho em relação à entrada de energia. Isso ultrapassou o limite que os cientistas da fusão a laser chamam de ignição, a linha divisória onde a energia gerada pela fusão é igual à energia dos lasers recebidos que iniciam a reação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ainda que seja necessário um ganho de energia significativamente maior para a produção de energia, o experimento representou um grande avanço nas pesquisas de fusão. O laser é tão forte que pode aquecer a cápsula a 100 milhões de graus Celsius e comprimi-la mais de 100 bilhões de vezes. Sob essas forças, a pastilha implode, forçando os átomos de hidrogênio a se fundirem, liberando energia.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Embora o experimento tenha produzido um ganho líquido de energia em comparação à energia dos 2,05 MJ dos feixes de laser recebidos para energizar o laser, foram necessários 300 MJ da rede elétrica para gerar o breve impulso. O laser utilizado é o mais poderoso do mundo, sendo a montagem do tamanho de um estádio esportivo. Uma instalação comercial usando a abordagem de fusão a laser precisaria de lasers muito mais rápidos, capazes de disparar no ritmo de uma metralhadora, talvez dez vezes por segundo. O laboratório ainda consome muito mais energia do que a produzida pelas reações de fusão. Os pesquisadores calculam que uma usina de energia de fusão a laser viável, provavelmente, exigiria ganhos de energia muito maiores do que o 1,5 observado neste recente experimento. Seriam necessários ganhos de 30 a 100 para viabilizar o fornecimento de energia em uma usina.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O modo mais usual de confinar o plasma tem sido através de campo magnético fornecido por potentes eletroímãs, que produzem um campo magnético toroidal. O plasma é formado pelos isótopos de hidrogênio, deutério e trítio. O campo magnético limita o espaço onde ocorre a fusão, de modo a não tocar as paredes do vaso do reator. A primeira montagem por confinamento magnético entrou em funcionamento em 1956 no Instituto Kurchatov, em Moscou, sendo conhecida como Tokamak (TOroidal'naya KAmera s MAgnitnymi Katushkami ou câmara toroidal com bobinas magnéticas). Foi idealizada por físicos soviéticos, incluindo Andrei Dmitrievich Sakharov (1921-1989). Desta época até hoje, tem sido aperfeiçoada, mas mantem-se sempre o mesmo princípio. Existem dezenas de Tokamaks distribuídos em vários países, inclusive três no Brasil.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Atualmente, o Tokamak mais avançado em construção é o Iter, que significa “o caminho” em latim (anteriormente, era um acrônimo de International Thermonuclear Experimental Reactor), situado em Cadarache, no sul da França. Sua construção foi iniciada em 2013, e a previsão é que seja concluída em 2025. Os experimentos plenos de fusão deutério-trítio (D-T) terão início a partir de 2035.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A potência a ser consumida pelo sistema será de 50 megawatts (MW), e espera-se que seja liberada uma potência térmica de fusão de 500 MW, produzindo um ganho positivo de energia, sendo este o objetivo da instalação. A conversão da energia nuclear em eletricidade não é a meta do projeto. Destaca-se que a produção de eletricidade em todas as termoelétricas, inclusive quando for utilizada a fusão nuclear, obedece ao Ciclo de Carnot e tem uma eficiência de 30% a, no máximo, 50%. Deste modo, a energia elétrica produzida nos reatores a fusão nuclear, na melhor das hipóteses, será metade da energia térmica gerada no núcleo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os experimentos de fusão dos núcleos leves são importantes, e este será o futuro da energia nuclear sem rejeitos. Mas ainda vai demorar algumas décadas para ser alcançado. Até lá, a única energia limpa e sustentável disponível, e que a humanidade domina e controla desde 1942, é a fissão do urânio, que ainda irá predominar por várias décadas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           *​Amir Zacarias Mesquita é professor do Programa de Pós-Graduação do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 23 Jan 2023 20:13:10 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/fusao-a-laser-com-ganho-de-energia-nao-foi-bem-assim-amir-zacarias-mesquita</guid>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Fusão nuclear, uma realidade ainda distante Leonam dos Santos Guimarães*</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/fusao-nuclear-uma-realidade-ainda-distante-leonam-dos-santos-guimaraes</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Transcrito do Site da Eletronuclear - https://www.eletronuclear.gov.br/Imprensa-e-Midias/Paginas/Artigo-Fus%C3%A3o-nuclear-uma-realidade-ainda-distante.aspx 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fusão nuclear, uma realidade ainda distante
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ​Leonam dos Santos Guimarães*
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Transcrito do Site da Eletronuclear - https://www.eletronuclear.gov.br/Imprensa-e-Midias/Paginas/Artigo-Fus%C3%A3o-nuclear-uma-realidade-ainda-distante.aspx
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Sol alimenta a vida na Terra há bilhões de anos, nos enviando radiação sob forma de luz e calor produzida pela fusão nuclear. Dado essa incrível potência e longevidade, parece que dificilmente pode haver uma maneira melhor de gerar energia do que aproveitar os mesmos processos nucleares que ocorrem em nossa própria estrela e em todas as outras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para liberar parte da energia de ligação dos núcleos atômicos em energia útil, na fusão nuclear, átomos leves são unidos. Seu oposto, na fissão nuclear, átomos pesados são separados. As usinas nucleares comerciais de geração elétrica usam a fissão nuclear para gerar calor e eletricidade. Embora energia nuclear por meio da fissão seja cada vez mais segura e econômica, a fusão promete vantagens importantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A fissão nuclear produz resíduos radioativos que são efetivamente gerenciados de forma segura por longos períodos. Os resíduos produzidos pela fusão nuclear são em menor quantidade e atividade, requerendo gerenciamento mais simples e por períodos menores. A maioria dos experimentos de fusão usa hidrogênio, que pode ser extraído de forma barata da água do mar e do lítio, o que significa que o suprimento de combustível pode durar milhões de anos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os reatores de fusão nuclear foram concebidos ao final dos anos 50 e visam replicar as estrelas fundindo átomos de hidrogênio para criar hélio, liberando energia na forma de calor tal como os reatores de fissão vem efetivamente fazendo a pelo menos quase setenta anos. Sustentar a fusão em grande escala por longos períodos tem o potencial de constituir uma fonte de energia segura, limpa e quase inesgotável, essencial para mitigar as mudanças climáticas pela transição energética.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A fusão nuclear pode ser uma fonte de energia sustentável essencial para complementar as principais energias limpas, que são as renováveis e a de fissão nuclear. A busca pelo seu emprego industrial começou décadas atrás, mas será que uma velha piada de que a fusão nuclear está sempre a 30 anos de distância pode começar a parecer ultrapassada?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cientistas dos EUA alcançaram recentemente um marco importante em suas tentativas de aperfeiçoar o processo de fusão na instalação experimental NIF, baseado no conceito de "confinamento inercial". Usaram com sucesso um laser de 192 feixes para transformar uma pequena quantidade de hidrogênio em uma quantidade de energia maior do que a energia que acionou os lasers.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enquanto isso, o maior experimento de fusão do mundo, o reator ITER que é baseado no conceito de "confinamento magnético", está sendo construído na França por um projeto colaborativo entre 35 nações. Espera-se que sua produção se inicie em 2035.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de uma série de avanços promissores nos últimos anos, a fusão nuclear em larga escala ainda está certamente a mais de uma década de distância. Os resultados dos EUA constituem um verdadeiro avanço apontando que muito mais trabalho é necessário antes que a fusão nuclear possa ser usada para fornecer energia para residências, comércio, indústria e transporte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como disse certa vez Lev Artsimovich, "pai do Tokamak", primeira máquina onde se conseguiu a fusão nuclear por confinamento magnético, "a fusão estará lá quando a sociedade realmente precisar dela", da mesma forma que a fissão nuclear já está aqui respondendo hoje por 30% da energia elétrica de baixo carbono gerada no mundo, com mais de 400 usinas em operação e 50 em construção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ​*Leonam dos Santos Guimarães é assessor especial da Presidência da Eletronuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/LEONAM+-+ELETRO.jpg" length="13038" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 23 Jan 2023 19:56:12 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ENERGIA NUCLEAR É LIMPA, FIRME E   SEGURA, GARANTEM ESPECIALISTAS</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/energia-nuclear-e-limpa-firme-e-segura-garantem-especialistas</link>
      <description>“É preciso encontrar formas eficientes de explicar os vários benefícios da energia nuclear e diminuir sua fama de vilã. Comunicação é o caminho”</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ENERGIA NUCLEAR É LIMPA, FIRME E SEGURA, GARANTEM ESPECIALISTAS 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “É preciso encontrar formas eficientes de explicar os vários benefícios da energia nuclear e diminuir sua fama de vilã. Comunicação é o caminho”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/ENTREGA+DO+CASCO+DO+SUBMARINO.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Casco do submarino brasileiro com propulsão nuclear fabricado pela NUCLEP 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - A energia atômica é limpa, segura, pode e deve contribuir para a transição energética pela qual passa o planeta. Esta foi a avaliação do conjunto especialistas presentes na XIII edição do Seminário Internacional de Energia Nuclear, realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), no Centro da capital fluminense. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foram três dias de debates, palestras e mesas redondas, com renomados especialistas, sobre os temas mais relevantes do setor: meio ambiente, oportunidade de negócios, regulação, leis, cadeia de suprimentos, comunicação, criação de tecnologia, capacitação de mão de obra, apoio do mercado privado e do governo. O resumo: a energia nuclear brasileira quer, deve e tem condições para crescer, criar tecnologia, emprego e investimento de qualidade. Mas precisa de apoio do governo, da iniciativa privada e de menos entraves burocráticos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Comunicação, ferramenta estratégica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No último dia, foi realizado o 5º Encontro de Comunicação no Setor Nuclear, cujo objetivo foi encontrar caminhos para explicar os vários benefícios da energia nuclear e diminuir sua fama de vilã do meio ambiente. Segundo os especialistas que participaram do evento, a energia atômica é limpa, segura, pode e deve contribuir para a transição energética pela qual passa o planeta. “A energia nuclear é o aluno nota 10. É limpa, segura, mas não é bem aceita. A emissão de gases que ela causa é inferior ao da energia solar” disse Larissa Pinheiro, representante da ONG Mulheres do Setor Nuclear, e CEO da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           startup Radion. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Larissa trouxe notícias preocupantes a respeito do futuro do clima no planeta. Explicou que o grande problema é a velocidade do dano que está sendo causado à atmosfera. Durante a pandemia, quando a Terra praticamente parou, Larissa conta que a emissão de CO2 foi reduzida em apenas 5%. E 75% dessa emissão tem origem na produção de energia. A melhoria na eficiência da comunicação foi uma das estratégias defendidas por Larissa. “Mudança climática é sobre a qualidade de vida das pessoas. E a energia nuclear pode contribuir”, disse. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No debate “Sustentabilidade no centro da comunicação do setor nuclear”, mediado pela jornalista Tânia Malheiros, o jornalista e consultor editorial na Plataforma Megawhat, Rodrigo Polito, concordou com Larissa. A questão da comunicação é fundamental para o desenvolvimento da energia nuclear brasileira. Mas ela deve ser diferente e dinâmica. O modelo tradicional não vai funcionar. “Há um caminho positivo para a energia nuclear por causa dos problemas que enfrentamos com o clima. Se a batalha é a mudança climática, não há como não considerá-la”, argumentou Rodrigo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desconhecimento traz fama de má à energia nuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            A assessora de comunicação do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), Ana Paula Artaxo, avalia que o tema atrai a imprensa quando acontece algo negativo, como acidentes. Ela analisa que o período da pandemia, porém, reafirmou a importância da ciência para grande parcela da população. Ana concorda que a comunicação é um dos caminhos necessários, mas defende a inclusão da educação científica no currículo escolar. “Uma imagem sacra foi recuperada com tratamento de raios gama. A energia nuclear também ajuda a preservar a memória de um país. Ela está no dia a dia. É pela familiaridade que vamos conseguir comunicá-la ao cidadão”, opina. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vamos conseguir segurar o aquecimento global, no melhor cenário, na meta de 1,50C?, pergunta o diretor de Estratégia Nuclear Global da Clean Air Task Force, Carlos Leipner. Ele crê que, por mais que façamos na contenção de carbono, o futuro não é muito promissor. O mundo precisa de cada vez mais energia. E nossa dependência de combustíveis fósseis permanece em 80%, depois de 20 anos de investimentos em insumos alternativos. O desafio é enorme e requer agressividade, diz. Carlos pondera que a ferramenta da energia nuclear não é a única que temos na caixa, mas ela não pode ser ignorada. “Em uma década, a França mudou a sua matriz de energia. Cerca de 70% vêm de usinas nucleares. Então é possível, caso se queira investir”, disse. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fusão nuclear no Brasil?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quase ninguém sabe que no Brasil há um grupo trabalhando com fusão nuclear. O lamento é do moderador do Painel “A era da fusão nuclear”, o coordenador técnico da Amazul, Leonardo Dalaqua. Mas há. Gustavo Paganinni Canal, do Laboratório de Física de Plasmas do Instituto de Física (IF/USP) explica que o trabalho está previsto no Programa de Fusão Nuclear, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, que reúne 25 pesquisadores de diversas áreas. A ideia é desenvolver tudo no Brasil, sem trazer nada do exterior. Desenvolver tecnologia nacional. Já há projetos desenvolvidos, prontos para o mercado, mas a indústria nacional resiste. “O desenvolvimento de bobinas supercondutoras é crucial para a fusão nuclear, mas também é de grande interesse para outras áreas. O mundo hoje investe US$ 4,8 bilhões na pesquisa de fusão nuclear; 2% são públicos, o restante é privado” calcula. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
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      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Participaram do XIII SIEN, entre outros, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Paulo Alvim, representantes da ABDAN (Associação Brasileira para Desenvolvimento de Atividades Nucleares), o Vice Diretor Geral e Chefe do Departamento de Energia Nuclear da Agência Internacional de Energia Nuclear - AIEA, Mikhail Chudakov, os presidentes da CNEN, Paulo Roberto Pertusi, da Eletronuclear, Eduardo de Souza Grivot Grand Court, da NUCLEP, Carlos Seixas; e da INB, Carlos Freire, além do Diretor Técnico da Amazul, Carlos Alberto Matias; do diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração, Raul Jungmann, e o especialista da gerência de Petróleo, Gás e Naval da Firjan Savio Bueno Guimarães. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/ENTREGA+DO+CASCO+DO+SUBMARINO.jpg" length="203790" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 18 Nov 2022 17:30:10 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O SETOR DE ENERGIA NUCLEAR ESTÁ   PRONTO PARA CRESCER NO BRASIL</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/o-setor-de-energia-nuclear-esta-pronto-para-crescer-no-brasil</link>
      <description>Entraves burocráticos e falta de regulamentação mais clara, porém, afastam investidores</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O SETOR DE ENERGIA NUCLEAR ESTÁ
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    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           PRONTO PARA CRESCER NO BRASIL
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entraves burocráticos e falta de regulamentação mais clara, porém, afastam investidores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/CENTRAL+NUCLEAR+CNAA+%282%29-dafac05c.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O potencial de investimento e negócios do setor de energia nuclear foi o principal tema do segundo dia do XIII Seminário Internacional de Energia Nuclear, realizado no período de 08 a 10 de novembro, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), no Centro
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           da capital fluminense. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O moderador do Painel 1 (Novas plantas nucleares no Brasil: modelo de negócios e financiamento, sítios e potencial de investimentos), o presidente da Associação Brasileira de Energia Nuclear (Aben), Carlos Mariz, informou que o consumo médio de energia elétrica no Brasil é de 2.500 kw por pessoa/ano. Ele avalia que deveria ser de pelo menos 5 mil kw. “Temos que mudar os paradigmas para acelerar a construção de mais usinas nucleares. Foram mapeados 40 sítios para instalação de fontes nucleares, mas nada foi feito”, criticou. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O superintendente de Planejamento Estratégico e Comercialização das Indústrias Nucleares do Brasil (INB), João Carlos Tupinambá, foi um dos que analisou as perspectivas, oportunidades de parcerias e mercado internacional, com a flexibilização da mineração de urânio. Ele falou sobre o Projeto Santa Quitéria, implementado no Ceará, que tem a previsão de produzir anualmente 1.050.000 toneladas de fertilizantes fosfatados, 220.000 toneladas de fosfato bicálcico e 2.300 toneladas de concentrado de urânio. “Isso muda o patamar do Brasil. Certamente vamos precisar de parceiros. Nesse sentido, a medida provisória (MP – 1133, que autoriza a participação da iniciativa privada na exploração de minérios nucleares) é boa, mas tem uma série de gaps. Falta regulamentar”, avaliou. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A cadeia produtiva da energia nuclear foi o tema do Painel 3. A coordenadora de P&amp;amp;D+I da Eletronuclear, Karla Lepetitglang, analisou a dificuldade de se conseguir fornecedores no Brasil. Alguns dos entraves, listados por ela, são: o baixo grau de nacionalização do setor, poucos fornecedores, falta de capacitação de mão de obra, o custo operacional e a variação cambial (que pode estourar um orçamento de um dia para o outro). Tudo isso tem impactado a construção da usina de Angra 3. A solução, porém, parece estar muito mais perto do que se pensava. “Derrubamos muitos mitos. Hoje compramos 84% dos nossos itens no mercado brasileiro. Decidimos apostar e investir nas microempresas. Muitas vezes, pela escala pequena, muitas grandes indústrias não se interessam em serem nossas fornecedoras. Estamos trabalhando, junto com o Sebrae, para desmistificar essa ideia de que é muito difícil para uma pequena empresa fornecer para o setor de energia nuclear”, disse. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
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      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O XIII Seminário Internacional de Energia Nuclear, realizado pela Casa Viva, se encerra nessa quinta (10/11). Nesta edição, o evento tem como tema “Tecnologia Nuclear – Amiga do Clima, do Homem e do Planeta”. O encontro reúne especialistas para debater a energia nuclear e seu potencial para alavancar o desenvolvimento da indústria brasileira e diminuir a emissão dos gases que causam o efeito estufa. Entre os participantes estão a ABDAN (Associação Brasileira para Desenvolvimento de Atividades Nucleares); o Vice Diretor Geral e Chefe do Departamento de Energia Nuclear da Agência Internacional de Energia Nuclear - AIEA, Mikhail Chudakov; os presidentes da ENBPar, Ney Zanella; da CNEN, Paulo Roberto Pertusi; da Eletronuclear, Eduardo de Souza Grivot Grand Court; da NUCLEP, Carlos Seixas; e da INB, Carlos Freire; e o Diretor Técnico da Amazul, Carlos Alberto Matias. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 18 Nov 2022 17:22:31 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>GERAÇÃO NUCLEAR É QUESTÃO DE SOBERANIA ENERGÉTICA, AFIRMA MINISTRO PÁULO ALVIM</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/geracao-nuclear-e-questao-de-soberania-energetica-afirma-ministro-paulo-alvim</link>
      <description>XIII edição do SIEN debate o potencial da energia nuclear para diminuir emissões de CO2 poluição e incentivar o desenvolvimento da indústria</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            GERAÇÃO NUCLEAR É QUESTÃO DE SOBERANIA
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      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ENERGÉTICA, AFIRMA MINISTRO PÁULO ALVIM
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           XIII edição do SIEN debate o potencial da energia nuclear para diminuir emissões de CO2 poluição e incentivar o desenvolvimento da indústria
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/FOTO+MINISTROCI%C3%8ANCIA+E+TECNOLOGIAA+-+EBC.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Paulo Alvim, afirmou durante a abertura do XIII Seminário Internacional de Energia Nuclear (SIEN), realizada no último dia 08/11, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), que a parceria público-privada é a principal estratégia para incentivar o aumento da oferta de energia de origem nuclear no Brasil. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A XIII do SIEN, que teve como tema central a “Tecnologia Nuclear – Amiga do Clima, do Homem e do Planeta”, reuniu especialistas para debater a energia nuclear e seu potencial para alavancar o desenvolvimento da indústria brasileira e diminuir a emissão dos gases que causam o efeito estufa. O ministro ressaltou que “mais do que transição energética, estamos falando de soberania energética. E a energia nuclear tem papel fundamental nisso. É um projeto de Estado”, afirmou. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Realizado pela Casa Viva Eventos, o Seminário durou três dias e tratou de temas como o papel da energia nuclear na transição energética do país e do mundo, sua contribuição para diminuir a emissão de CO2, os rigorosos padrões de segurança para a sua produção e as oportunidades de negócio e geração de empregos que o setor pode trazer para o país. Na mesa “Custo da energia nuclear x mudanças climáticas – por uma matriz mais colaborativa”, o engenheiro nuclear da Eletronuclear, Leonam Guimarães, criticou a visão da energia nuclear como commodity. “Há um entendimento errado sobre o custo da energia nuclear. Há muitas variáveis para calcular o custo da energia. O custo não é a medida do valor do produto. O serviço prestado por uma usina eólica é diferente do oferecido por uma usina hidrelétrica. Não dá para comparar”, explicou, ponderando que um sistema de produção e distribuição de energia com baixa diversidade tem pouca confiabilidade. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O desafio enfrentado para reiniciar o projeto da usina de Angra 3 foi o assunto do debate “Angra 3 – o marco da retomada – modelo de contrato e novas oportunidades de negócio. O chefe da assessoria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Expansão da Geração da Eletronuclear, Marcelo Gomes, contou que, em 2018, foi criado um grupo na empresa para avaliar o prosseguimento das obras. Também decidiram contratar o BNDES para assessorar na criação de um modelo que estivesse dentro de um arcabouço financeiro, jurídico e regulatório específico. “O grande problema era a alocação de riscos. A parceria com o BNDES foi fundamental para pôr essa modelagem nos trilhos. Já tem gente no canteiro de obras virando cimento”, comemora. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Funcionário da Nuclep (empresa que fabrica equipamentos para as usinas nucleares de Angra) há 27 anos, o técnico industrial, formado em engenharia, Jairo Bastos, avalia que das 17 metas para o milênio, estabelecidas pela ONU, para melhorar a vida no planeta, 11 podem ser alcançadas com ajuda do desenvolvimento industrial sustentável. Mas para isso é preciso energia limpa. Ele informou, em sua palestra, que de cada R$ 1 investido na construção de uma usina nuclear retornam R$ 2 para o governo federal. E essas empresas podem ser equipadas com máquinas e equipamentos brasileiros. “A opção seria importar, criando empregos no exterior e gastando em dólar. A questão não é quanto custa o domínio de uma tecnologia. É quanto vale esse domínio, que é de poucos países”, disse. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com o relatório Balanço Energético Nacional, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), em 2021, o Brasil usou 44,7% de energias renováveis, e 55,3% de não renováveis. A energia nuclear corresponde a 1,3% do total da matriz brasileira e chega a 5% no mundo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/FOTO+MINISTROCI%C3%8ANCIA+E+TECNOLOGIAA+-+EBC.jpg" length="83817" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 18 Nov 2022 17:06:01 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
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      </media:content>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ALINHAMENTO MAIOR ENTRE OS SETORES PÚBLICO E PRIVADO PODE AGILIZAR USO DA IRRADIAÇÃO DE ALIMENTOS NO BRASIL</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/alinhamento-maior-entre-os-setores-publico-e-privado-pode-agilizar-uso-da-irradiacao-de-alimentos-no-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ALINHAMENTO MAIOR ENTRE OS SETORES PÚBLICO E PRIVADO
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           PODE AGILIZAR USO DA IRRADIAÇÃO DE ALIMENTOS NO BRASIL
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Técnica defendida pela Abrafrutas para potencializar o agronegócio brasileiro está na agenda do XIII SIEN
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Viabilizar a demanda de produtos em volume necessário para justificar os investimentos públicos/privados em irradiadores multipropósito instalados o mais próximo possível das áreas de produção e escoamento dos produtos é o requisito que falta para tornar realidade a aplicação tecnologia de irradiação de alimentos em escala comercial no Brasil. O uso dessa técnica é apontado como um forte aliado para fortalecer as exportações do agronegócio brasileiro. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta é a visão da Associação Brasileira de Produtores de Frutas (Abrafrutas), que defende o fortalecimento do alinhamento que já vem acontecendo entre o setor público e o privado para identificar e resolver esses gargalos. O tema estará em debate na XIII edição do Seminário Internacional de Energia Nuclear (SIEN 2022), que acontece de 08 a 11 de novembro, na sede da Firjan, no Rio de Janeiro. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Abrafrutas lembra que o Brasil é o terceiro maior produtor mundial de frutas, superando 44 milhões de toneladas produzidas em 2021. Nos últimos anos, o país tem registrado crescimento exponencial na exportação de frutas frescas e processadas, chegando a 1,2 milhão de toneladas exportadas, que geraram um faturamento de US$ 1,06 bilhão no ano passado.  A expansão das exportações brasileiras de frutas através da conquista de novos mercados passa diretamente pela adoção de tecnologias como a da irradiação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com vistas a ampliar cada vez mais o mercado externo, produtores e exportadores buscam medidas que reduzam os riscos fitossanitários e aumentem a segurança e a vida útil das frutas. A tecnologia de irradiação tem se mostrado uma alternativa bastante viável para que o setor consiga atingir esse objetivo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A tecnologia de irradiação já foi testada pela Abrafrutas e ficou comprovado que amplia a vida útil dos alimentos ao retardar a maturação de frutas sem alterar a textura, cor, aroma e sabor. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro ponto importante que a entidade destaca é que “essa tecnologia diminui significativamente as perdas pós-colheita e facilita a distribuição e comercialização das frutas nos mercados interno e externo”. Com a redução da presença de parasitas, fungos, bactérias e leveduras nocivas ao homem, a tecnologia de irradiação torna as frutas mais seguras sob o ponto de vista microbiológico. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/apple-1873078_1920.jpg" length="890406" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 21 Oct 2022 20:01:09 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/alinhamento-maior-entre-os-setores-publico-e-privado-pode-agilizar-uso-da-irradiacao-de-alimentos-no-brasil</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/apple-1873078_1920.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>LIVRO ENSINA PRINCIPAIS CONCEITOS   SOBRE A BLINDAGEM DAS RADIAÇÕES</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/livro-ensina-principais-conceitos-sobre-a-blindagem-das-radiacoes</link>
      <description>Obra é dedicada aos trabalhadores do setor nuclear que poderão fazer bom uso dos ensinamentos contidos no mesmo.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           LIVRO ENSINA PRINCIPAIS CONCEITOS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SOBRE A BLINDAGEM DAS RADIAÇÕES
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/LIVRO+SOBRERADIA%C3%87%C3%83O+GAMA.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já está disponível no no Hotmart
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://go.hotmart.com/N73745863V?dp=1" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           (https://go.hotmart.com/N73745863V?dp=1)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            o livro do especialista da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), Paulo Heibron, sobre blindagem das radiações para quem quer aprender um pouco sobre este tema. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O livro ensina os principais fundamentos e conceitos envolvidos no cálculo de blindagem das radicações, incluindo blindagem para fontes gama pontuais, não pontuais com diversos exercícios resolvidos inclusive sobre otimização. Inclui ainda ensinamentos e exercícios resolvidos sobre radiação beta, nêutrons e aparelhos de raios-x. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A obra é dedicada aos trabalhadores do setor nuclear que poderão fazer bom uso dos ensinamentos contidos no mesmo, como aqueles que trabalham na Autoridade Nacional de Segurança Nuclear, na Comissão Nacional de Energia Nuclear, na Eletronuclear, nas Indústrias Nucleares do Brasil, alunos de graduação, mestrado e doutorado nas áreas de engenharia nuclear e física nuclear, candidatos a supervisores de radioproteção, supervisores de radioproteção, radiologistas, trabalhadores na área de medicina nuclear, gamagrafia, medidores nucleares, irradiação de alimentos, trabalhadores da agencia de segurança nuclear naval, Amazul etc. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SAIBA MAIS SOBRE O AUTOR
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fontes gamas pontuais e não pontuais, blindagem para a radiação beta, para nêutrons e aparelhos de Raios-X. O livro além de conter os principais conceitos sobre a área apresenta uma série de exercícios resolvidos para os quatro tipos e radiação (gama, beta, nêutrons e aparelhos de Raios-X. A obra também apresenta um exemplo completo de otimização. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O autor trabalha na Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) há mais de 33 anos e foi o responsável no passado pela elaboração das provas de supervisor de radioproteção das áreas de medidores nucleares, gamagrafia e da área médica. Possui graduação em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1981), mestrado em Engenharia Nuclear pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1984) e doutorado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2001). Atualmente é Tecnologista Sênior III da CNEN. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/LIVRO+SOBRERADIA%C3%87%C3%83O+GAMA.jpeg" length="52523" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 28 Sep 2022 17:15:43 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/livro-ensina-principais-conceitos-sobre-a-blindagem-das-radiacoes</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/LIVRO+SOBRERADIA%C3%87%C3%83O+GAMA.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Irradiação de alimentos é forte aliada no combate à fome e mudanças climáticas</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/irradiacao-de-alimentos-e-forte-aliada-no-combate-a-fome-e-mudancas-climaticas</link>
      <description>Carlos Emiliano Eleutério: Tecnologia precisa fazer parte da política de combate à fome e ao desperdício</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           IRRADIAÇÃO DE ALIMENTOS É FORTE ALIADA NO COMBATE À FOME E MUDANÇAS CLIMÁTICAS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Carlos Emiliano Eleutério*
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tecnologia precisa fazer parte da política de combate à fome e ao desperdício 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/manga+irradiada.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              Alimentos que poderiam matar a fome de milhares de pessoas abaixo da linha da pobreza no Brasil estão indo direto para o lixo, por falta de planejamento e tecnologia.  Segundo estudo da ONU, o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://g1.globo.com/topico/brasil" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Brasil
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            desperdiça por ano cerca de 27 milhões de toneladas de alimentos. Estima-se que 80% desse desperdício aconteçam no manuseio, transporte e centrais de abastecimento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
               Este volume de alimentos poderia alimentar 12 milhões de pessoas por ano, conforme apontam dois outros estudos publicados em 2021 pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan) e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              Enquanto isso, o Brasil chegou a marca dos 33,1 milhões de pessoas sem ter o que comer. Com a situação agravada pela pandemia, temos 14  milhões de brasileiros a mais em 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.cnnbrasil.com.br/business/davos-termina-com-temor-do-futuro-guerra-inflacao-recessao-e-ate-fome-no-radar/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           insegurança alimentar grave
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           em 2022, na comparação com 2020, segundo dados recentes do IBGE. Dos 68,9 milhões de domicílios do País, 36,7% estavam com algum nível de insegurança alimentar, atingindo, ao todo, 84,9 milhões de pessoas, conforme dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018 de Análise da Segurança Alimentar no 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Brasil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , feita pelo 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           IBGE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              O paradoxo que essa relação fome X produção de alimentos mostra é surpreendente: o Brasil é autosuficiente neste campo e, portanto, não deveria haver fome por aqui. Mas infelizmente isso acontece, e tende a piorar com as mudanças climáticas. O último relatório do IPCC aponta para um declínio na pesca, aquicultura e 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           produção
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            agrícola entre os principais 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           impactos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            projetados das mudanças climáticas no setor agrícola e alimentar. Os maiores rendimentos agrícolas serão impactados, especialmente na África Subsaariana, América Central e do Sul, Sul e Sudeste Asiático, além de uma redução na produção animal. Associado ao desperdício de alimentos, isso significa mais miséria e mais gente com fome no mundo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
               O desperdício acontece por vários fatores, que vão desde a atrasada logística de distribuição até a contaminação por bactérias, parasitas, vírus e toxinas. A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           técnica de irradiação de alimentos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            poderia oferecer vários benefícios à sociedade, a partir de um modelo que não traz nenhum risco para o consumidor. E assim ajudar a resolver grande parte do problema da fome no País. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              A irradiação evita que os alimentos apodreçam ou se tornem inadequados para o consumo humano e ajudaria a garantir segurança alimentar no País. A vida útil de algumas frutas, por exemplo, pode passar de vinte para noventa dias, depois de irradiada. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              A irradiação de alimentos é um processo semelhante à pasteurização térmica ou ao congelamento. Consiste na exposição do alimento, embalado ou não, a um dos três tipos de energia ionizante, que são os raios gama, raios-x ou feixe de elétrons. Pode ser usada em cereais, frutas, carnes, leite, vegetais,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           frutos-do-mar etc. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              Em relação à segurança do procedimento, o Centers for Disease Control and Prevention (CDC), dos EUA, e a Organização Mundial de Saúde (OMS) garantem que os alimentos submetidos à irradiação não armazenam substâncias tóxicas para o organismo humano, pois os níveis de radiação que sofrem são muito baixos e controlados. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirma que a irradiação de alimentos tem finalidade sanitária, fitossanitária e tecnológica, e os alimentos que passam por este processo são totalmente seguros para o consumo humano. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              Um dos poucos obstáculos que a técnica enfrenta se resume a uma certa resistência do consumidor à compra desse tipo de produto – um desafio da Comunicação Científica que os profissionais do setor nuclear terão de resolver. E por isso é pouco explorada pelas indústrias brasileiras, além do custo de instalação dos equipamentos. Mas muitas empresas, inclusive internacionais, já manifestaram interesse em desenvolver projetos de irradiação de alimentos no Brasil, e reclamam apenas da falta de definição, apoio e regras mais claras do Governo. Desafio para a recém-criada Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), que deverá começar a operar ainda este ano. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              No Brasil, embora os governos e as agências de fiscalização conheçam a segurança do processo de irradiação de alimentos, o uso da tecnologia ainda é insignificante. O crescente interesse nessa técnica já chegou ao Agronegócio, responsável por40% do PIB brasileiro, com forte potencial de exportação. Isso pode ser um fator de estímulo à consolidação da tecnologia por aqui. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              Mas quem tem fome, tem pressa. E a irradiação pode ser uma ótima aliada na solução desse problema no Brasil. Falta, portanto, vontade política para fazer esse projeto avançar, não apenas para beneficiar o Agronegócio, mas também como ferramenta social e ambiental de política pública, contribuindo de maneira séria com a reversão das mudanças climáticas, redução do desperdício de alimentos e combate à fome. Tecnologia já existe. É preciso agora objetividade para planejar e priorizar os recursos necessários, sejam tecnológicos, humanos e econômicos. Está na hora de parar de ver tanta gente passando fome num país que produz tanto. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           *Carlos Emiliano Eleutério é jornalista, editor do Blog Papo Nuclear e responsável pela realização do SIEN - Seminário Internacional de Energia Nuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/IRRADIA%C3%87%C3%83O+DE+FRUTAS.jpg" length="50007" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 16 Sep 2022 17:32:41 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/irradiacao-de-alimentos-e-forte-aliada-no-combate-a-fome-e-mudancas-climaticas</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Economista Marcello Cabral é o novo diretor financeiro da Eletronuclear</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/economista-marcello-cabral-e-o-novo-diretor-financeiro-da-eletronuclear</link>
      <description>Executivo é ex secretário adjunto de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia (MME)</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Economista Marcello Cabral é o novo diretor financeiro da Eletronuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O economista Marcello Cabral assumiu, no último dia 01 de setembro, a direção financeira da Eletronuclear. Marcello Cabral foi eleito pelo Conselho de Administração da companhia conforme previsto no acordo de acionistas celebrado entre a Eletrobras e a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O executivo é formado em economia pela Universidade de Brasília (UnB), com especialização em economia, políticas públicas e desenvolvimento. Ele foi secretário adjunto de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia (MME) entre novembro de 2020 e julho de 2022.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, foi gerente executivo de Investimentos e Participações; superintendente de Planejamento e Controle; e assistente da Diretoria Financeira na Eletronorte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/eletronuclear+-+marcello+cabral+-+diretor+financeiro.jpg" length="284102" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 02 Sep 2022 20:51:33 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/economista-marcello-cabral-e-o-novo-diretor-financeiro-da-eletronuclear</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Papo Nuclear Entrevista Carlos Freire, Presidente da INB</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/papo-nuclear-entrevista-carlos-freire-presidente-da-inb-inb-se-prepara-para-buscar-novas-parcerias-na-producao-de-uranio</link>
      <description>INB PREPARADA PARA BUSCAR NOVAS
PARCERIAS NA PRODUÇÃO DE URÂNIO</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/INB+-+CONSORCIO+SATA+QUIT%C3%89RIA.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           INB PREPARADA PARA BUSCAR NOVAS PARCERIAS NA PRODUÇÃO DE URÂNIO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Medida Provisória 1.133 que, numa tacada só, flexibilizou a exploração de urânio no Brasil e transferiu a INB do orçamento fiscal da União para o guarda-chuva da ENBPar, trouxe um ânimo novo para a empresa responsável pelo controle do monopólio desse mineral estratégico. Livre das amarras do orçamento, a INB garante que vai poder melhorar o planejamento, a execução de sua cadeia de suprimentos e de matéria-prima, aumentando a produtividade geral da empresa. Além de permitir flexibilidade na obtenção de recursos para garantir as parcerias de investimentos para a exploração de minas, produção e venda dos produtos da cadeia do combustível nuclear, como explica nesta entrevista o Presidente da INB, Carlos Freire Moreira
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Papo Nuclear
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que muda na gestão e operação da empresa a partir desta medida?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Carlos Freire
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - A transferência do controle para a ENBPar acarretará algumas mudanças na área de governança da INB para adequação aos normativos do novo controlador, tais como estatuto social, composição dos conselhos e regimentos internos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Papo Nuclear
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            –
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na prática, o que significará a mudança para a INB
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Carlos Freire
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - A transferência da INB para a ENBPar permitirá que a empresa se torne independente dos recursos do Tesouro, podendo assim, gerir seus próprios recursos financeiros com mais eficiência e previsibilidade. A saída do orçamento fiscal resultará em significativa melhora no planejamento e na execução da cadeia de suprimentos e de matéria-prima da INB, o que aumentará a produtividade geral da empresa, principalmente por conta da garantia de continuidade da produção das recargas de combustíveis para as usinas nucleares. Além disso, haverá significativa melhora nos resultados da empresa, aumentando a capacidade da INB de investir com seus recursos próprios.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Papo Nuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           – Do ponto de vista de investimentos e captação de recursos, mercado, obtenção de recursos, garantias... facilita
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Carlos Freire
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Por norma do Banco Central, a INB, como empresa estatal dependente, possuía limitações em obter empréstimos, financiamentos e em aportar garantias nas parcerias de investimento. A saída da INB do orçamento fiscal permitirá maior flexibilidade de operação no mercado financeiro, o que inclui a possibilidade de obtenção de recursos para garantir as parcerias de investimentos para a exploração de minas, produção e venda dos produtos da cadeia do combustível nuclear.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Papo Nuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre as perspectivas de parcerias, como vê o momento agora?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Carlos Freire Moreira - O Brasil possui hoje a sétima maior reserva de urânio no mundo com apenas cerca de 30% do seu território explorado. Em função das limitações financeiras, não foi possível dar prosseguimento à prospecção de urânio e aumentar nossa capacidade de investimento nas plantas industriais. Essa possibilidade de parcerias veio ao encontro dessas necessidades e, juntamente com a saída do Orçamento Fiscal da União, permitirá que a empresa possa trabalhar na busca da plena execução das obrigações decorrentes da manutenção de um estoque estratégico de material nuclear além da garantia de exploração das reservas de minérios nucleares. Teremos condições de melhorar a prospecção e a abertura de novas frentes de mineração nuclear no País, o que garantirá o fornecimento de matéria-prima de longo prazo, reduzindo, inclusive, os custos médios do urânio extraído no Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Papo Nuclear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            –
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já existe algum parceiro em negociação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Carlos Freire
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - Apesar da MP ser muito recente, a INB manteve sempre interações com diversas empresas interessadas em fazer negócios, com o objetivo de estar pronta para conversar no momento em que a flexibilização se tornasse uma realidade.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cabe lembrar que mesmo antes da edição dessa MP, a legislação vigente permitia que a INB fizesse parcerias nos casos em que o urânio não fosse o minério de maior volume na jazida. Dessa forma, a INB já havia estabelecido parceria com uma empresa (a parceira é a Galvani Fertilizantes) privada para exploração conjunta de mineração na jazida de Itataia, em Santa Quitéria (CE). O Consórcio Santa Quitéria foi criado para a exploração conjunta de fosfato (que representa mais de 90% do volume de minério) e urânio que estão presentes de forma associada na jazida local. Nesse caso, a INB é detentora dos direitos minerários da jazida onde o urânio será um subproduto resultante da exploração do fosfato, ficando o parceiro responsável por todo o CAPEX e OPEX do projeto. Com a MP será possível outras possibilidades de associações, inclusive quando o urânio for o material de maior valor econômico da jazida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           :
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nota do Editor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Consórcio Santa Quitéria é formado pelas empresas Galvani Fertilizantes e Indústrias Nucleares do Brasil – INB com o objetivo de implantar um projeto conjunto de mineração em Santa Quitéria (CE), onde o fosfato, bem mineral preponderante na Jazida de Itataia, está associado ao urânio. O objetico do empreendimento é produzir fertilizantes de alto teor destinados à agricultura; fosfato bicálcico, utilizado como suplemento para ração animal; e concentrado de urânio para geração de energia elétrica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A empresa pública INB é detentora dos direitos minerários da jazida, descoberta na década de 1970 e localizada nos domínios da Fazenda Itatiaia. Após a realização de estudos que confirmaram os recursos minerais contidos no local, a INB buscou, na iniciativa privada, empresas da área de fertilizantes para formar parceria. Em 2009, foi assinado o Contrato de Consórcio com a Galvani - empresa 100% brasileira que atua no setor de fertilizantes desde a década de 1960.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Galvani é líder em produção e distribuição no Matopiba, região agrícola que compreende os estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Possui unidades de mineração e beneficiamento em Angico dos Dias e Irecê, um complexo industrial em Luís Eduardo Magalhães, todos na Bahia, e escritórios corporativos em Campinas (SP) e na capital paulista.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 30 Aug 2022 18:52:44 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/papo-nuclear-entrevista-carlos-freire-presidente-da-inb-inb-se-prepara-para-buscar-novas-parcerias-na-producao-de-uranio</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>MAIS NOVA PARCEIRA DO SIEN, FIRJAN VAI SEDIAR A XIII EDIÇÃO DO EVENTO ESTE ANO</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/mais-nova-parceira-do-sien-firjan-vai-sediar-a-xiii-edicao-do-evento-este-ano</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           MAIS NOVA PARCEIRA DO SIEN, FIRJAN VAI
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SEDIAR A XIII EDIÇÃO DO EVENTO ESTE ANO
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SEDIAR A XIII EDIÇÃO DO EVENTO ESTE ANO
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) vai sediar a XIII edição do Seminário Internacional de Energia Nuclear (SIEN 2022), realizado há 13 anos consecutivos pela Casa Viva Eventos. Com patrocínio confirmado das principais empresas do setor, entre as quais a Eletronuclear, o SIEN 2022 vai debater entre outros temas, a perspectiva de investimentos de quase 70 bilhões de dólares na construção de novas plantas nucleares no País nos próximos 30 anos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Rio de Janeiro, que já abriga as usinas de Angra 1 e 2, em operação, e Angra 3, em construção, é forte candidato a sediar a quarta usina prevista até 2031 no Plano Decenal de Energia. Somada aos projetos de extensão da vida útil de Angra 1 e 2 e a conclusão de Angra 3, a nova central prevista no PDE 2031 poderá gerar investimentos da ordem de 12 bilhões de dólares já nos próximos 10 anos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além das empresas do setor, o XIII SIEN conta com apoio de diversas entidades técnicas, profissionais e empresariais. Este ano terá como tema “A Tecnologia Nuclear – Amiga do Clima, do Homem e do Planeta”. Classificada este ano como “energia verde” pelo Parlamento Europeu, a fonte de geração vem sendo apontada como estratégica no esforço de redução da temperatura do planeta e das mudanças climáticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O SIEN acontecerá nos dias 08, 09 e 10 de novembro próximo, prevendo no quarto dia (11/11/2022) uma visita técnica por adesão à Central Nuclear de Angra dos Reis, no litoral sul do Estado do Rio. O evento será híbrido com tradução simultânea.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/blog-4c231be9.jpg" length="8901" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 24 Aug 2022 21:52:25 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/mais-nova-parceira-do-sien-firjan-vai-sediar-a-xiii-edicao-do-evento-este-ano</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>MP TRANSFERE INB PARA O CONTROLE DA ENBPAR E FLEXIBILIZA A MINERAÇÃO DE URÂNIO NO BRASIL</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/mp-transfere-inb-para-o-controle-da-enbpar-e-flexibiliza-a-mineracao-de-uranio-no-brasil</link>
      <description>MP TRANSFERE INB PARA O CONTROLE DA ENBPAR E FLEXIBILIZA A MINERAÇÃO DE URÂNIO NO BRASIL</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           MP TRANSFERE INB PARA O CONTROLE DA ENBPAR
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E FLEXIBILIZA A MINERAÇÃO DE URÂNIO NO BRASIL
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A INB – Indústrias Nucleares do Brasil, responsável pelas atividades de pesquisa, lavra, enriquecimento, industrialização e comércio de derivados e minerais nucleares, vai ser transferida para o controle da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A. – ENBPar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A empresa foi criada no ano passado pelo Governo Federal, no âmbito do Ministério de Minas e Energia, para assumir as atividades da Eletrobras que não podem ser privatizadas, como Itaipu Binacional e as usinas nucleares de Angra dos Reis, operadas pela Eletronuclear. A transferência do controle se dará por meio do aumento de capital social da ENBPar pela União, através do aporte das ações que a União detém no capital social da INB para a ENBPar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A decisão já foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União, através da Medida Provisória 1.133 assinada pelo Presidente Jair Bolsonaro, na última sexta-feira, 12/08/2022. A mesma MP dá mais flexibilidade para a participação da iniciativa privada, em parceria com a INB, na exploração de minérios nucleares no País.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta decisão, segundo a Secretaria Geral da Presidência da República, atualiza a legislação do setor mineral e cria novas oportunidades de negócio para a estatal. As atividades de pesquisa, lavra, enriquecimento, industrialização e comércio de minérios nucleares e derivados eram exercidas exclusivamente pela INB. A MP permite que sejam feitos novos modelos de associação entre a INB e parceiros privados para exploração de jazidas minerais que possuam urânio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/ELEMENTO+COMBUSTIVEL.jpg" length="101640" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 17 Aug 2022 22:34:31 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/mp-transfere-inb-para-o-controle-da-enbpar-e-flexibiliza-a-mineracao-de-uranio-no-brasil</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/ELEMENTO+COMBUSTIVEL.jpg">
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Por que a indústria nuclear não faz marketing?</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/por-que-a-industria-nuclear-nao-faz-marketing-marco-antonio-torres-alves</link>
      <description>Marco Antônio Torres Alves</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por que a indústria nuclear não faz marketing?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Marco Antônio Torres Alves*
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Marco Antônio Torres Alves*
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Outro dia, participei de uma mesa redonda sobre comunicação no setor nuclear em uma universidade aqui no Rio de Janeiro e um participante, no final da mesa anterior à minha – que era sobre o acidente de Fukushima, se não me engano –, lançou a pergunta do título. Como diante de tantas vantagens, a energia nuclear continua sendo tão estigmatizada? Claramente, deu para sentir o incômodo pairando no ar entre os técnicos que participavam daquela mesa. Ensaiaram uma resposta tímida, mostrando os esforços que têm sido feitos recentemente, porém a resposta ficou longe de ser satisfatória. Quando chegou a minha vez de falar, a bola ainda estava quicando e é com base nesse episódio que resolvi escrever este artigo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A primeira pergunta que me fiz foi qual a grande diferença entre a comunicação da indústria nuclear e a do petróleo. De cara, além da óbvia concorrência pelo protagonismo na geração de energia, temos muito mais semelhanças do que diferenças: todas as duas são baseadas na exploração de recursos minerais (portanto, não renováveis); seu uso requer o uso de tecnologias comPor que a indústria nuclear não faz marketing?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Marco Antônio Torres Alves*
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro dia, participei de uma mesa redonda sobre comunicação no setor nuclear em uma universidade aqui no Rio de Janeiro e um participante, no final da mesa anterior à minha – que era sobre o acidente de Fukushima, se não me engano –, lançou a pergunta do título. Como diante de tantas vantagens, a energia nuclear continua sendo tão estigmatizada? Claramente, deu para sentir o incômodo pairando no ar entre os técnicos que participavam daquela mesa. Ensaiaram uma resposta tímida, mostrando os esforços que têm sido feitos recentemente, porém a resposta ficou longe de ser satisfatória. Quando chegou a minha vez de falar, a bola ainda estava quicando e é com base nesse episódio que resolvi escrever este artigo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A primeira pergunta que me fiz foi qual a grande diferença entre a comunicação da indústria nuclear e a do petróleo. De cara, além da óbvia concorrência pelo protagonismo na geração de energia, temos muito mais semelhanças do que diferenças: todas as duas são baseadas na exploração de recursos minerais (portanto, não renováveis); seu uso requer o uso de tecnologias complexas para controle de efeitos adversos; e produzem resíduos potencialmente prejudiciais aos seres vivos e ao ambiente. Porém, a forma como estas atividades são vistas pela sociedade é muito diferente, sempre com a opção nuclear na última posição.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O grande ponto de diferenciação está na própria postura dessas indústrias frente à sociedade. Enquanto o petróleo sempre foi uma atividade voltada para o mercado, a nuclear sempre esteve ligada a programas de governo. Enquanto negócio, o petróleo e seus derivados precisavam ser “vendidos” e conquistar consumidores para sobreviver. O nuclear, enquanto atividade de governo (militar ou científica) custeada pelo contribuinte, buscava ser “aceita” pelo cidadão para continuar a existir.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O petróleo faz marketing e o nuclear comunica. O primeiro investe no discurso emocional e na associação com atributos subjetivos para despertar sentimentos positivos e engajar admiradores. O racional e científico, na grande maioria das vezes, nem aparece no discurso. Eu lhe pergunto, amigo leitor: você já viu alguma propaganda de gasolina explicando como ela é feita?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A indústria nuclear, ao contrário, sempre adotou o discurso racional e objetivo, utilizando técnicos e cientistas como protagonistas na sua comunicação. A busca de aceitação (pessoalmente, acho péssimo esse termo. Até uma doença terminal pode vir a ser aceita) nunca deu bons resultados. Mesmo assim, a indústria nuclear insiste obsessivamente nesse caminho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos acidentes, essa diferença no discurso tem proporções e resultados gritantes. A BP investiu centenas de milhões de dólares em ações de publicidade e marketing em 2010, quando do vazamento no Golfo do México, o maior desastre ambiental nos EUA. Chegou até mesmo a trocar sua marca por uma com três tons de verde para mostrar seu compromisso ambiental. E, em menos de um ano, a empresa recuperou seu valor de mercado e a confiança dos consumidores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em Fukushima, técnicos e cientistas do mundo todo envidaram seus melhores esforços para explicar o ocorrido, mesmo assim não foram capazes de evitar a pressão popular que levou o governo japonês a fechar todas as demais usinas nucleares do país. Decisão que elevou muito o custo da eletricidade, mas cobrou seu preço mais alto em cerca de 1.200 vidas perdidas devido ao frio nos dois anos subsequentes. Mesmo assim, a desconfiança do povo japonês na energia nuclear continua.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nada contra o discurso científico, mas não é só pelas mentes que vamos conquistar apoio popular, um dos grandes gargalos de qualquer empreendimento nuclear. Se, de fato, enxergamos que a expansão da geração nuclear é essencial no combate às alterações climáticas não podemos deixar de lado a comunicação direcionada aos corações. Afinal, melhor do que ser aceito é ser amado.plexas para controle de efeitos adversos; e produzem resíduos potencialmente prejudiciais aos seres vivos e ao ambiente. Porém, a forma como estas atividades são vistas pela sociedade é muito diferente, sempre com a opção nuclear na última posição.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O grande ponto de diferenciação está na própria postura dessas indústrias frente à sociedade. Enquanto o petróleo sempre foi uma atividade voltada para o mercado, a nuclear sempre esteve ligada a programas de governo. Enquanto negócio, o petróleo e seus derivados precisavam ser “vendidos” e conquistar consumidores para sobreviver. O nuclear, enquanto atividade de governo (militar ou científica) custeada pelo contribuinte, buscava ser “aceita” pelo cidadão para continuar a existir.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O petróleo faz marketing e o nuclear comunica. O primeiro investe no discurso emocional e na associação com atributos subjetivos para despertar sentimentos positivos e engajar admiradores. O racional e científico, na grande maioria das vezes, nem aparece no discurso. Eu lhe pergunto, amigo leitor: você já viu alguma propaganda de gasolina explicando como ela é feita?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A indústria nuclear, ao contrário, sempre adotou o discurso racional e objetivo, utilizando técnicos e cientistas como protagonistas na sua comunicação. A busca de aceitação (pessoalmente, acho péssimo esse termo. Até uma doença terminal pode vir a ser aceita) nunca deu bons resultados. Mesmo assim, a indústria nuclear insiste obsessivamente nesse caminho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos acidentes, essa diferença no discurso tem proporções e resultados gritantes. A BP investiu centenas de milhões de dólares em ações de publicidade e marketing em 2010, quando do vazamento no Golfo do México, o maior desastre ambiental nos EUA. Chegou até mesmo a trocar sua marca por uma com três tons de verde para mostrar seu compromisso ambiental. E, em menos de um ano, a empresa recuperou seu valor de mercado e a confiança dos consumidores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em Fukushima, técnicos e cientistas do mundo todo envidaram seus melhores esforços para explicar o ocorrido, mesmo assim não foram capazes de evitar a pressão popular que levou o governo japonês a fechar todas as demais usinas nucleares do país. Decisão que elevou muito o custo da eletricidade, mas cobrou seu preço mais alto em cerca de 1.200 vidas perdidas devido ao frio nos dois anos subsequentes. Mesmo assim, a desconfiança do povo japonês na energia nuclear continua.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nada contra o discurso científico, mas não é só pelas mentes que vamos conquistar apoio popular, um dos grandes gargalos de qualquer empreendimento nuclear. Se, de fato, enxergamos que a expansão da geração nuclear é essencial no combate às alterações climáticas não podemos deixar de lado a comunicação direcionada aos corações. Afinal, melhor do que ser aceito é ser amado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           *Marco Antônio Torres Alves é Superintendente de Comunicação Institucional da Eletronuclear.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
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          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/MARCO+ANTONIO+-+ELETRONUCLEAR-716fbdea.jpg" length="44645" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 15 Aug 2022 18:26:45 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/por-que-a-industria-nuclear-nao-faz-marketing-marco-antonio-torres-alves</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Carlos Mariz, “Cidadão de Pernambuco”</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/carlos-mariz-cidadao-de-pernambuco</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Atuação na área de energia convencional e nuclear justifica o título
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Amigo e parceiro do “Papo Nuclear” Carlos Henrique da Costa Mariz, Presidente da Associação Brasileira de Energia Nuclear (ABEN), vai ser agraciado no próximo dia 05 de setembro, às 18 horas, com o título de “Cidadão de Pernambuco”. A sessão solene ocorrerá às 18 horas, no auditório da Assembleia Legislativa do Estado, em Recife.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Engenheiro e professor, Carlos Mariz tem um longo histórico de serviços prestados ao desenvolvimento do Estado de Pernambuco na área de energia. Na área nuclear, atuou como Chefe Executivo da Eletronuclear no Nordeste, com a missão de desenvolver sítios e promover a Energia Nuclear no Nordeste e no Brasil. hoje é um dos principais defensores da implantação em Itacuruba, no interior do Estado, da nova usina Nuclear planejada pelo PNE até 2050, que deverá gerar cerca de 10 GW de potência, levando renda e desenvolvimento à região, caso seja confirmada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No “quesito” energias renováveis também tem história: como Diretor de Energia do Governo do Estado de Pernambuco, coordenou a implantação do primeiro Aerogerador do Brasil, na ilha de Fernando de Noronha, dando início a geração eólica no País.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Parabéns, Mariz! Homenagem mais do que merecida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/CARLOS+MARIZ+-ce82e57a.jpg" length="240110" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 11 Aug 2022 20:01:54 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/carlos-mariz-cidadao-de-pernambuco</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/CARLOS+MARIZ+-ce82e57a.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Consultor vê royalties como fator de novos custos para a geração nuclear</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/consultor-ve-royalties-como-fator-de-novos-custos-para-a-geracao-nuclear</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Consultor vê royalties como fator de novos custos para a geração nuclear 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O “Papo Nuclear” começou a receber algumas observações a respeito da possibilidade de criação de royalties para atividades nucleares, que podem ser um começo de reflexão para essa discussão que promete ser longa. A primeira delas é do leitor John M A Forman, Presidente da J Forman Consultoria, que, por conta de um problema técnico nosso, não conseguiu postar seu comentário diretamente no blog e resolvemos destacar. Ele considera que a medida, caso venha a ser de fato implementada, poderá ser um fator de aumento de custos para a geração nuclear, “que tem como um dos seus maiores problemas, o custo total de energia gerada”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Busca-se obter a boa vontade e a cooperação dos estados e municípios onde venham a ser construídas instalações da indústria nuclear ao custo de tornar as atividades da indústria nuclear menos competitivas”, afirma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora considere a proposta bem-intencionada, “incidindo sobre todas as etapas do ciclo de combustíveis e até rejeitos nucleares, vai aumentar os custos de forma direta e indireta na geração de energia elétrica, pela via nuclear”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            E prossegue Jonh Forman: “As atividades previstas no art. 177 da constituição federal, que estabelece em seu item v, o monopólio sobre a pesquisa, a lavra, o enriquecimento, o reprocessamento, a industrialização e o comercio de minérios e minerais nucleares e seus derivados, não sofreu alterações como os itens anteriores, de i a iv, que foram modificados por emenda constitucional de nº 9, que permitiu contratação de empresas estatais ou privadas, para a realização das atividades previstas nestes itens, criando ainda um novo parágrafo, de nº 2, que em seu item ii , permite estabelecer - as condições
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de contratação”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “o artigo 176 da constituição, que define que jazidas, em lavra ou não, bem como os potenciais de energia hidráulica são propriedade distinta dos solos e que seu aproveitamento deve ser mediante autorização ou concessão, não estabelece pagamento de royalties pelo exercício da atividade. A geração de energia elétrica pelas fontes alternativas, como eólica, solar, ou outras”, prossegue, “também não prevê o pagamento de royalties. De qualquer forma, entendo que a modificação, se levada ao congresso, deveria propor uma PEC (Projeto de Emenda Constitucional) e não uma Lei”, conclui.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pelo visto, caso a ideia se materialize, ainda vamos ter muita discussão e bastante trabalho para os nossos juristas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/JOHN+FORMAN+-+CONSULTOR.jpg" length="39799" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 10 Aug 2022 14:50:27 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/consultor-ve-royalties-como-fator-de-novos-custos-para-a-geracao-nuclear</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/JOHN+FORMAN+-+CONSULTOR.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/JOHN+FORMAN+-+CONSULTOR.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ANSN deverá começar a operar em outubro</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/ansn-devera-comecar-operar-em-outubro</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Novos Diretores deverão ser sabatinados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           na segunda quinzena de agosto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
             O mês de agosto promete trazer bons ventos para o setor. A tão esperada sabatina no Senado Federal dos três especialistas indicados para compor a Diretoria Colegiada da ANSN – Autoridade Nacional de Segurança Nuclear deverá acontecer na segunda quinzena deste mês.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os dois primeiros a serem sabatinados pelos senadores serão
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           José Mauro Esteves, indicado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            diretor-presidente, e 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Jefferson Borges Araújo, que responderá por uma das diretorias técnicas responsável, por exemplo, pela regulamentação do uso dos SMRs. O terceiro nome indicado é
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Alessandro Facure Neves de Salles Soares, que ocupará a Diretoria de Instalações Nucleares e Controle. Ele também é oriundo da CNEN e deverá ser sabatinado por último, provavelmente ainda em agosto.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O Decreto que define a estrutura regimental e o quadro demonstrativo dos cargos em comissão e das funções de confiança do órgão,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            publicado no dia 22 de julho último no Diário Oficial da União, entra em vigor na data da nomeação do Diretor-Presidente da ANSN, ou seja, terá vigência imediata.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Numa visão menos otimista, isso significa que a nova agência  poderá começar a operar no máximo em outubro, já que a estrutura está pronta e a efetivação dos novos diretores depende apenas da sabatina e aprovação dos nomes no Senado, analisam algumas fontes do setor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear foi criada pelo Governo Federal para
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           separar as competências regulatórias das funções de promoção e fomento que continuarão a cargo da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Vinculada ao Ministério de Minas e Energia, tem por finalidade institucional monitorar, regular e fiscalizar a segurança nuclear e a proteção radiológica das atividades e instalações nucleares, dos materiais nucleares e das fontes de radiação no território nacional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ANSN terá sede e foro na cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio, com atuação no território nacional, patrimônio próprio, autonomia administrativa, técnica e financeira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/REATORES+MODULARES+2.jpg" length="156945" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 08 Aug 2022 15:24:06 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/ansn-devera-comecar-operar-em-outubro</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/REATORES+MODULARES+2.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/REATORES+MODULARES+2.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A Crise Energética de 2022</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/a-crise-energetica-de-2022</link>
      <description>Olga Simbalista:                                                                                                                                                                   
Uma dose de “cinismo” no embargo de energéticos da Rússia</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Articulista convidado 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Olga Simbalista*
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Crise Energética de 2022
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uma dose de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “cinismo”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            no embargo de energéticos da Rússia 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A crise energética gerada pelo conflito Rússia e Ucrânia é muito mais complexa que as crises do petróleo dos anos 1970, pois não se restringe às enormes altas nos preços de um único combustível, mas contamina toda a economia, a cadeia alimentar e diversos insumos, como fertilizantes, metais estratégicos como cobalto, lítio, níquel e outros indispensáveis para a cadeia de suprimento de veículos elétricos e equipamentos eletrônicos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Rússia, não só, é um dos maiores exportadores de petróleo e derivados, mas é também o fornercedor dominante de gás natural para a Europa, em cerca de 40%, sendo 60% para a Alemanha, bem como o maior exportador mundial de carvão e de urânio levemente enriquecido usado para o suprimento de usinas nucleares, principalmente, para as dos Estados Unidos da América - EUA. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Deve-se enfatizar que os EUA são auto suficientes em carvão, petróleo e gás natural, sendo inclusive exportadores de excedentes, porém, no seu mercado interno, pratica preços internacionais e não de seus custos de produção, como atualmente está sendo feito no Brasil. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a implementação do boicote à Rússia pelas grandes economias ocidentais, incluindo bloqueio de contas bancárias, e proibição de importação de commodities, os preços destas explodiram, em particular, dos energéticos, com graves consequências, a se agravarem no próximo inverno, como racionamento de energia para lares e indústrias, gerando inflação em patamares da Segunda Guerra Mundial, com fechamento de  empresas, desemprego e recessão. A Europa já é a região mais prejudicada por esta crise, pois além de sua dependência das fontes energéticas russas, grande parte de suas fontes autônomas é constituída por fontes intermitentes de eletricidade, como eólica e solar, as quais não garantem um suprimento contínuo. Tal situação se deve não só a recentes políticas ambientais que levaram a desinvestimentos em óleo e gás, privilegiando tais fontes alternativas, mas também, como no caso da Alemanha, por pressões de partidos ambientalistas, que, para garantir a sobrevivência da Chanceler Merkel, após o acidente de Fukushima, exigiram o fechamento das plantas nucleares do país, consideradas as mais eficientes no mundo. No momento atual, as nucleares desligadas poderiam contribuir para uma geração de base a baixos custos, minimizando os efeitos do déficit do gás russo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cabe registrar que, mesmo com as sanções e a redução da produção russa de petróleo em cerca de um milhão de metros cúbicos por dia, a explosão dos preços garantiu ao país grandes superávits comerciais em seu balanço de pagamentos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas cenário pior ainda poderá estar por vir, quando o “lockdown” da China com relação à Covid-19 acabar e suas demandas de gás e petróleo voltarem ao patamar normal, alavancando os preços ainda mais para cima e reduzindo o volume de combustíveis disponíveis para a Europa, cortando, inclusive, o fornecimento para países como Finlândia, Polônia, Bulgária e Alemanha, a não ser que venham a pagá-lo em rublos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outra grave consequência foi a intensificação do uso do carvão na Índia, Paquistão e mesmo na Europa, elevando os preços deste energético a valores recordes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em entrevista publicada pelo semanário The Economist, em 30 de junho p.p., o senador republicano John Barrasco disse que os EUA necessitam de uma política inteligente de subsídios para a produção doméstica de combustível nuclear, de modo a reviver o setor nuclear no país, pois, desde 2013, 13 reatores comerciais foram desativados, somente um entrou em operação e apenas dois estão em construção, com centenas de dias de atraso e orçamentos fora da realidade. Isto porque com os astronômicos subsídios dos novos renováveis (eólicas e solares), novos nucleares não conseguem competir. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda segundo Barrasco, o mercado internacional, hoje, é dominado por Rússia e China, este último o maior construtor de plantas nucleares domésticas e o maior investidor em fontes de urânio em outros países como Namíbia, Níger, Cazaquistão e Austrália. Já a Rússia é o maior exportador de tecnologia nuclear, incluindo reatores de potência, combustível e laboratórios de aplicações na saúde, indústria e pesquisas tecnológicas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por outro lado, mesmo os EUA sendo os maiores produtores mundiais de eletricidade de origem nuclear, 90% do urânio usados nestes reatores são importados e mais da metade oriundos da Rússia, Cazaquistão e Ubequistão, em particular urânio enriquecido da Rússia, uma vez que o país sequer dispõe de planta comercial de conversão de U308 em UF6. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tal dependência estratégica fez com que o embargo de energéticos da Rússia,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           cinicamente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , excluísse a compra de combustível nuclear. Somente as vendas deste combustível aos EUA, em 2021, totalizaram mais de US$ 1 bilhão, transformando ironicamente o legado dos “Átomos para a Paz” em “Átomos para Putin”. O país, ao contrário do petróleo, não possui reservas estratégicas de urânio e continua comendo em mãos russas, agora a preços de guerra. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na realidade, quem está arcando com a salgada conta do boicote aos energéticos russos é, particularmente, a Europa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro aspecto tragicômico das sanções é o aumento das emissões de carbono nesse continente, pois sua economia passou a desprezar os valores ambientais da ESG, valorizados na última década e não só suas populações, mas, principalmente, suas indústrias, incapazes de pagar esta amarga fatura, voltaram a queimar carvão, gás e óleo combustível. Mas de acordo com a Agência Internacional de Energia - AIE, outro fato desastroso se avizinha com o esforço que a Comunidade Europeia, em particular a Alemanha, motor da Europa, deverá impor-se para enfrentar o próximo inverno sem o gás russo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É assim que a banda toca
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : Business as Usual!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           *
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Olga Simbalista
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é engenheira especializada em energia nuclear.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Conselheira da Seção Latino Americana da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            American Nuclear Society (ANS)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Instituto Ilumina
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/OLGA+SIMBALISTA+-+ABEN+%281%29.jpg" length="51901" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 05 Aug 2022 19:53:25 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/a-crise-energetica-de-2022</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ESTÁ NO AR O BLOG PAPO NUCLEAR -</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/esta-no-ar-o-blog-papo-nuclear</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ESTÁ NO AR O BLOG PAPO NUCLEAR
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/_BRU7415.JPG"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Olá, amigos!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Jornalista não precisa entender de tudo, basta conhecer quem entende”. Essa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           máxima do jornalismo me inspirou a criar esse Blog – o “Papo Nuclear”, um espaço
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           para falar de forma simples de coisas ainda difíceis de entender por grande parte da
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           sociedade como a tecnologia nuclear. E para não “inventar a roda”, associei o Blog ao
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           nosso Site do Seminário Internacional de Energia Nuclear – SIEN, já bastante conhecido
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           do setor. Então é isso: a partir de hoje, quero interagir mais com os leitores,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           compartilhar, trocar informações, receber sugestões e críticas – construtivas, espero,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           neste “Papo nuclear”. Enfim, sem a pretensão de entender de tudo, acho que está na
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           hora de usar esse privilégio que 49 anos de profissão e 13 anos realizando o SIEN me
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           deram. Então, vamos às notícias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Carlos Emiliano Eleutério
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/IMG-20190816-WA0010.jpg" length="173818" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 03 Aug 2022 20:08:33 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.sienbrasil.com.br/esta-no-ar-o-blog-papo-nuclear</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/IMG-20190816-WA0010.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/IMG-20190816-WA0010.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ROYATIES PARA AS ATIVIDADES NUCLEARES</title>
      <link>https://www.sienbrasil.com.br/usinas-nucleares-poderao-gerar-royalties-para-as-cidades-sedes</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Usinas nucleares poderão gerar royalties para as cidades-sedes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5d4564fb/dms3rep/multi/ANGRA+3+-+VIS%C3%83O+ATUAL+%284%29.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A criação de um mecanismo semelhante ao dos royalties utilizados na produção de petróleo e gás está sendo estudada pelo setor nuclear como forma de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           compensação financeira direta aos Estados e Municípios que vierem a abrigar futuras centrais nucleares no Brasil. Um dos defensores da ideia é o Almirante Ney Zanella, presidente da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A – ENBPar, criada pelo Governo Federal, no âmbito do Ministério de Minas e Energia, para assumir as atividades da Eletrobras que não podem ser privatizadas, como Itaipu Binacional e as usinas nucleares de Angra dos Reis, operadas pela Eletronuclear. Para ser posta em prática, a medida precisaria ser aprovada pelo Congresso Nacional, através de Projeto de Lei, para permitir a remuneração direta aos estados e municípios sedes de plantas nucleares. Hoje, Angra dos Reis, onde se localizam as usinas Angra 1 e Angra 2, recebe recursos diretamente da Eletronuclear, através de mecanismos de compensação ambiental. Se viabilizada a proposta, as cidades passariam a receber uma parcela dos recursos gerados pela atividade diretamente dos royalties, como ocorre na área do petróleo, e poderiam utilizar de acordo com as prioridades locais, respeitadas as normas e determinações da Lei aprovada para o segmento de energia nuclear.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Eu entendo que os royaltes devem ser devidos aos municípios que tenham atividades nucleares na mineração, nas usinas, nos reatores de pesquisa, na guarda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            dos materiais irradiados e na fabricação dos combustíveis. Isso trará um grande incentivo e maior esclarecimento para a população”, afirma o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Presidente da ENBPar. O Almirante Ney Zanella entende que a criação de royalties no setor nuclear, além de estimular o interesse de Estados e municípios em sediar as novas usinas, ainda irá beneficiar duplamente a população regional e local. Primeiro, porque os próprios projetos nucleares já carregam com eles uma gama muito grande de desenvolvimento econômico e social devido ao volume de investimentos, gerando crescimento, renda e empregos diretos e indiretos; em segundo, porque será um novo reforço de recursos para projetos importantes das cidades, como preservação ambiental, educação, saúde etc.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os royalties do Petróleo Na área de petróleo e gás, os royalties são utilizados como uma compensação financeira paga à União pelas empresas produtoras de petróleo e gás natural no Brasil como forma de compensar a sociedade pela utilização destes recursos, que não são renováveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os royalties são distribuídos à União, aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios beneficiários. Os royalties incidem sobre o valor da produção do campo e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           são recolhidos mensalmente pelas empresas concessionárias até o último dia do mês seguinte àquele em que ocorreu a produção. O cálculo é feito sobre o valor da produção do campo e recolhido mensalmente pelas empresas concessionárias até o último dia do mês seguinte àquele em que ocorreu a produção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O valor a ser pago pelos concessionários é obtido multiplicando-se três fatores: a alíquota dos royalties do campo produtor, que pode variar de 5% a 15%; a produção mensal de petróleo e gás natural produzidos pelo campo; e o preço de referência dos hidrocarbonetos no mês.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 03 Aug 2022 16:03:48 GMT</pubDate>
      <author>emiliano2001@uol.com.br (CARLOS EMILIANOELEUTERIO)</author>
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